INFORME

Mediante os movimentos aos quais devo proceder e acatar, em respeito a vocês, meus Queridos Irmãos (ãs), ainda estou aqui. Entretanto, pode acontecer que as postagens não ocorram de forma como vinham se dando: diariamente.
Desta forma, não estranhem caso haja tal situação.
Que a Ordem Divina, permaneça em nosso caminho.

quinta-feira, 29 de setembro de 2016

As certezas implantadas e ‘um pedido’/súplica



Postagem original, em 05.08.2015




As certezas implantadas e ‘um pedido’/súplica

Ainda outro dia, numa conversa, eu expunha que ‘muitos não vieram para cá, encarnaram na Mãe Terra, apenas para cumprir uma determinada missão, mesmo que seja de auxílio/limpeza de almas e personalidades enfermas e ou recém desencarnadas, em outros  planos’.
Procurava dar o entendimento de que há um compromisso do SER com o Universo Evolutivo e que desta forma, este compromisso era/é muito mais amplo, envolvendo a Mãe Terra e todos os outros reinos e espécies que Ela acolheu sobre seu solo. Não sendo restrito à espécie humana, muito menos ofertado/direcionado somente a alguns do convívio/conhecimento.
E que o Universo promovia ‘encontros entre encarnados’ para que este entendimento pudesse ser percebido, a fim de fortalecer a ‘corrente de LUZ/consciência’ neste plano/dimensão terreno, em nosso dia a dia/comportamento...

Já estamos, ou deveríamos estar cientes de que:
Toda ação gera uma reação,
e, obviamente que não foi diferente neste caso.

Assim, a explanação (tentativa de fornecer o entendimento), gerou neste caso, uma ‘mexida’ no ego/alma, “sendo entendida” pela personalidade que ‘recebia/ouvia’, como um ‘desconforto’, onde foi solicitado:
“- Não me faça chorar!... Não tire minhas certezas, pois são nelas que ainda encontro forças.”

Não cabe, por parte de quem está se entregando ao caminho do rever-se, nenhuma censura, crítica ou julgamento sobre esta reação, mas tão somente procurar obter algum crescimento com ela, seja identificando-a em si mesmo e ou no reconhecimento do nível/estágio do outro, respeitando-o.

Relembrando o orientação de Leonardo:

“...E o que nós podemos fazer?
Aceitar sua escolha? SIM!
Mas concordar com ela, não!
Busquem a minha LUZ,
Leonardo.”
Leonardo da Vinci, por Zé Mauro, em 18 de junho de 2011. 
Pois, há uma distância enorme entre o aceitar e a concordância, já que esta última, leva ao compactuar ou confrontar, enquanto o aceitar parte da premissa da não interferência/liberdade...


Então, vamos dar uma ‘parada’ para tentar observar as nossas próprias reações diante do que contrarie as “certezas que temos implantadas”. 

Será que você ‘gosta’ de tê-las abaladas ou expostas como frágeis, de ‘descobrir’ que ao que se entrega contraria o propósito Divino?...


Por outro lado, será que eu ou qualquer um outro, tem o poder de
‘tirá-las de você’?...

A esta pergunta irei responder:
Não!
Ninguém pode, além de você.

A Verdade se pronuncia, se revela em, de e para você e é você quem decide/escolhe aceita-la e acolhe-la ou não.



Lembrei-me de uma percepção/observação feita por uma pessoa, que já no caminho, teve com relação à Nietzsche. Pois, pelos seus ‘estudos acadêmicos’ e ‘orientação religiosa’, ele revelava-se, era dito e encarado como o ‘anticristo’, pelas suas colocações em seus escritos, como em: “Assim falava Zaratustra”, o que fazia com que ela nem chegasse perto dos seus escritos. Mas que, ao se permitir ao caminho do rever-se, onde sua vibração/sintonia se modificou, dispôs-se a lê-lo e encontrara a Verdade ali também; desmistificando e destruindo a “certeza implantada” em sua personalidade.


Retornando um pouco à ‘reação da conversa’:
- Será que a tentativa de entendimento exposto foi ou é tão agressiva que leve ao choro?...

- Se não o foi/é, o que levou a este sintoma de ‘choro depressivo’?...

Bom, nós já tivemos algumas orientações quanto a isto, em textos como: “Quando a Alma chora”, “Conheça-se para poder se cuidar” e outros. Portanto, podemos entender como sendo fruto do embate entre a Verdade Interior (que é negada) e a “certeza implantada” que é o que se pratica e se segue.


Cabe, a quem procura se entregar ao caminho do rever-se, aceitar o exemplo de Sócrates: “Só sei que nada sei”, incorporando-o, para permitir que a Verdade Interior flua, removendo as ‘certezas implantadas’.

ArqueiroHur