INFORME

Mediante os movimentos aos quais devo proceder e acatar, em respeito a vocês, meus Queridos Irmãos (ãs), ainda estou aqui. Entretanto, pode acontecer que as postagens não ocorram de forma como vinham se dando: diariamente.
Desta forma, não estranhem caso haja tal situação.
Que a Ordem Divina, permaneça em nosso caminho.

domingo, 11 de setembro de 2016

O ‘medo do medo’ não é o “medo”!

Postagem original, em 19.06.2012


O ‘medo do medo’ não é o “medo”!

O “medo” é algo que conheço,
sei da sua existência.
Posso deixá-lo ‘guardado’,
não querer ou saber lidar com ele,
saber de “onde veio”;
por que ele lá está,
não querer ‘revivê-lo’.
Mas, não posso dizer que o desconheço.

O “medo” tem seu nascedouro
em algum revés, algo desconfortável;
em alguma “fraqueza” ou falha,
em alguma decepção, traição ou abandono
(nesta ou em outras existências).
É algo que não queremos passar novamente,
do qual “não temos coragem” para enfrentar,
que nos faz ‘esconder’, minguar, evitar;
nos tira a força...

O “medo do medo” é o que se produz,
com coragem,
para que “o medo” não aflore,
não seja descoberto;
que não percebam a nossa fraqueza
ou falha.

O “medo do medo” é destemido,
vive em si só, para seus princípios
e defesa;
não detecta nada
que não seja a sua manutenção,
do jeito que é.
Não presa nem considera,
pula de ‘escora em escora’
para se manter.

  
Não, “o medo do medo” não é o “medo”!

“O medo do medo” em nome do “medo”,
extirpa o respeito,
desliga a voz interior;
se vale de si,
do personagem que criou,
para assim se mostrar e passar,
deixando o medo em sua fraqueza,
esquecido onde está...

ArqueiroHur