INFORME

Mediante os movimentos aos quais devo proceder e acatar, em respeito a vocês, meus Queridos Irmãos (ãs), ainda estou aqui. Entretanto, pode acontecer que as postagens não ocorram de forma como vinham se dando: diariamente.
Desta forma, não estranhem caso haja tal situação.
Que a Ordem Divina, permaneça em nosso caminho.

quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

Celebrações



Postagem original, em 21.12.2014



Celebrações

O ser humano é uma espécie que gosta de celebrar.
Ele se lança na celebração de datas, eventos, acontecimentos e etc.,
não importando muito a origem, o que determinou-a;
o que vale é a celebração.
Tanto faz que seja uma festividade cívica
(independência nacional, mudança política ou 'status social', “lembrança/fim de uma guerra que tenha sido vitoriosa”...),
religiosa (dia do santo, padroeiro/a...)
ou uma familiar (casamento, aniversário e etc.),
lá está o ser humano celebrando.

Mas o que em realidade se celebra?...

A natureza, em seus diversos reinos e espécies, celebra a todo tempo, a oportunidade ofertada pela Criação de aqui se estar, ou seja:
a vida.
Assim, há os cantos e as danças, o floreio, a frutificação, a reprodução para que esta oportunidade (vida) permaneça.
É por onde toda a natureza demonstra sua alegria.

Respondendo à pergunta, celebramos um momento, uma situação
e traduzimos a alegria, como sendo o prazer/curtição sobre/daquela celebração, o que nos leve ao êxtase (música, bebida/droga, sexo, conquistas e “reconhecimento” e etc.). Onde tudo se finda ali, naquele acontecimento, naquela data; ficando somente a memória do ocorrido, a sensação gerada e as suas sequelas/consequências. 
É a realização do vazio, do nada!...


Enquanto a natureza celebra o princípio (em todo instante), nós celebramos o fim (propósito).
Em nossa grande maioria, cultuamos o “dia do parto” o qual qualificamos como o “dia do nascimento”;
em contrapartida, a natureza preza/respeita a fecundação, que é onde se desenvolve a possibilidade de “um bom fruto”, com mais condições de sobrevivência e perpetuação da espécie.   

Todavia, permanecemos livres na escolha do ao que nos entregamos.
Este é um direito que ninguém, pela Luz, pode nos privar.

ArqueiroHur