INFORME

Mediante os movimentos aos quais devo proceder e acatar, em respeito a vocês, meus Queridos Irmãos (ãs), ainda estou aqui. Entretanto, pode acontecer que as postagens não ocorram de forma como vinham se dando: diariamente.
Desta forma, não estranhem caso haja tal situação.
Que a Ordem Divina, permaneça em nosso caminho.

quinta-feira, 6 de outubro de 2016

Pequenos Pensamentos - CCXI


Postagem original, em 20.01.2013


           Não é a LUZ que deve estar
          "de prontidão" lá,
           naquele dia, hora e lugar...,
           vigilante e disponível 
           para me atender e servir.

           Não!...
           Sou eu que devo estar com e por Ela!
           Consciente, atento e pronto para atuar,
           sob qualquer circunstância
           e em qualquer momento e situação,
           pela Vontade Divina.

           Deixando de lado, para tal,
           todas as minhas "impressões",
           convicções, padrões e dogmas.
           E sendo o instrumento cônscio,
           pelo SENTIR,
           dos passos do Meu SER.
                                                                 ArqueiroHur


ps: a LUZ não está lá, quando eu quero, num futuro que "eu defino"; 
A LUZ 'não marca encontros'!
Ela está neste aqui e agora, "em todo tempo ou lugar";
mas longe dos "comandos" e sugestões humanas.



O aprendizado e Do conhecido para o desconhecido - J Krishnamurti

Postagem original, em 12.08.2014




O aprendizado

Se tudo o que eu vier a viver (o hoje)
for fruto, tiver seu molde pelo que "eu já vivi" (o ontem),
onde pode entrar o novo,
aquilo que não experienciei (o amanhã)?...

Permanecerei, então,
refém do que acho e foi dito como "certo" e devido (do passado);
sem me permitir a ousar sair da prisão
dos círculos das repetições.


Serei sempre feio ou bonito,
estarei sempre pobre ou rico...

Me manterei escravo desta vibração,
sem jamais me sintonizar na vibração
da LUZ que liberta (o agora).
Sem me dispor ao crescer e ao aprender.
ArqueiroHur






Do conhecido para o desconhecido

Como é esta transição da negação do conhecido para o surgimento do desconhecido?

Como a pessoa nega?

A pessoa nega o conhecido, não em grandes incidentes dramáticos, mas em pequenos incidentes?

Eu nego quando estou me barbeando
e lembro do bom tempo passado na Suíça?

A pessoa nega a lembrança de um tempo agradável?

Ela cresce consciente disto, e nega isto?

Isso não é dramático, não é espetacular, ninguém sabe disto.

Entretanto esta constante negação de coisas pequenas,
as pequenas limpezas, pequenas varridas,
não só uma grande faxina , é essencial.

É essencial negar o pensamento como lembrança,
agradável ou desagradável,
a cada minuto do dia em que ele surge.

A pessoa não faz isto por algum motivo,
não a fim de entrar no extraordinário estado do desconhecido.

Você vive em Rishi Valley e pensa em Bombaim ou Roma.
Isto cria um conflito, torna a mente estúpida, uma coisa dividida.
Você consegue ver isto e apagar?

Consegue continuar apagando não porque você quer entrar no desconhecido?

Você nunca pode saber o que é o desconhecido porque,
no momento em que o reconhece como o desconhecido,
você está de volta ao conhecido.

- J Krishnamurti ,On Education Talk to Teachers Chapter 4-

http://www.jkrishnamurti.org/pt/krishnamurti-teachings/view-daily-quote/20140805.php?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+JKOnline_DailyQuotes_PT+%28JKOnline+RSS+PT%29