INFORME

Mediante os movimentos aos quais devo proceder e acatar, em respeito a vocês, meus Queridos Irmãos (ãs), ainda estou aqui. Entretanto, pode acontecer que as postagens não ocorram de forma como vinham se dando: diariamente.
Desta forma, não estranhem caso haja tal situação.
Que a Ordem Divina, permaneça em nosso caminho.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

Do que lembramos?


Postagem original, em 30.03.2016



Do que lembramos?

Você consegue perceber do que se lembra cotidianamente, e que acaba veladamente ‘direcionando seus passos’?

Não estou falando aqui das tarefas ou das rotinas as quais estamos sujeitos, como as de higiene pessoal, dos ‘cuidados’ da casa, do trabalho ou da escola. Estas, como escovar os dentes, lavar a louça, ‘lembrar-se de senhas’ e etc., que também fluem sem que sejam notadas, são automáticas. Refiro-me as que lhe fazem ‘temer’ ou se lançar nas aventuras, que lhe geram repulsa ou atração.


... É, pelo incrível que pareça, as “lembranças” que ditam nosso rumo, que regem nossas posturas, reações e condutas,
nos são desapercebidas e mesmo ignoradas..., mas elas estão ali, sempre agindo "na calada" sobre cada situação impondo suas considerações.

Lembramos das dores sofridas, das ‘perdas’ impostas,
das derrotas cravadas, dos abandonos e traições determinadas...

Lembramos das ‘caridades’ efetuadas, do ‘bem realizado’,
do ‘amor e amizade’ ofertados.

Lembramos das sensações de prazer e ou de desgosto..., das emoções.

São estas ‘multidões’ de situações que vivenciamos num passado que permeiam nossos passos e caminhar no agora. Que teimamos em colocá-las no agora.
Sim, trazemos e mantemos “o que foi/aconteceu” no presente.


O que torna ainda mais interessante esta 'manutenção do ontem', é que ele se calca, se baseia na ideia de que:
lembro-me para evitar a repetição
(das dores e situações de traumas)
e em outras ocasiões para que permaneçam
(quando são do interesse, como as sensações de prazer),
e isto, sem falar da lembrança que busca a barganha
(aquela que sempre ressalta o que se fez, em ‘grandeza’, para poder ‘receber’);
sem se dar conta de que a simples lembrança não evita, mas sim fortalece a ‘baixa vibração’ em qualquer situação.
Pois, ela não é fruto do aprendizado/consciência, que percebe a vibração em cada momento/situação e sobre ela atua; sendo assim capaz de evitar a sua repetição.
Esta ‘lembrança’ se desenvolve pelos seus interesses, apartada do TODO e da consciência, vendo tudo sempre pela sua ótica limitada.
Suas ações são sempre exaltadas pelo 'instinto de preservação' e ou 'de progresso e bem estar'. 

Então cabe, neste caminho do rever, a percepção/detecção destas ‘lembranças’ no dia a dia (medos, interesses...), em cada momento/situação, para permitir que sobre elas a LUZ e a consciência possam se instalar.
Transformando a aridez do passado num campo fértil e florido no agora.

ArqueiroHur