INFORME

Mediante os movimentos aos quais devo proceder e acatar, em respeito a vocês, meus Queridos Irmãos (ãs), ainda estou aqui. Entretanto, pode acontecer que as postagens não ocorram de forma como vinham se dando: diariamente.
Desta forma, não estranhem caso haja tal situação.
Que a Ordem Divina, permaneça em nosso caminho.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

O QUE ESPERAR – II

Postagem original em, 27.01.2013



O QUE ESPERAR – II

Eu... quero
Tu... queres
Ele... quer
Nós... queremos
Vós... quereis
Eles... querem...

No “final”,
veladamente ou não,
TODOS NÓS QUEREMOS.



Mas, posso, ou melhor dizendo, devo “esperar” harmonia
quando estes “quereres” que são individuais,
voltados somente para o meu interesse
(mesmo que este “meu interesse”
seja o ‘dito coletivo’ de uma classe, categoria, espécie, nacionalidade e etc.)
e por diversas questões conceituais
e egocêntricas,
diferentes do “querer do outro”
ou além,
não observam ao TODO?...

Por viver ‘dentro do meu mundo’
(com meus conceitos, valores e ‘compreensões’),
fico restrito a mim, negando ‘ver’, perceber
e SENTIR ao meu redor...
Então, neste estado de letargia,
“espero tudo” de tudo/todos:
harmonia, compreensão, paixão,
compensação, “lucros”, imunidade,
‘defesa’, gratidão, apoio, amor...


Agora, quando sou detentor de um conhecimento, 
como este abaixo,
devo e posso continuar “esperando”, creditando
tudo aos outros?...
R.: Sim posso!... Pois o conhecimento por si só,
não muda o meu nível/estágio de consciência.

“Este não é um Mundo igualitário.
Valores de justiça, morais e de conduta
não são os mesmos.
Devemos nos manter voltados para valores maiores,
para podermos aplicar num futuro próximo
que é anunciado, enfim, a prática da igualdade.

Mas este não é o momento de se expor
ou de enfrentamento.
Não se esqueçam que o futuro será de iguais.
Aguardem e se preparem!” 
-Mentores, por Zé Mauro, em 2008-

Ok... e se eu procurar aplicar no meu dia a dia,
em todas as minhas atividades
este ‘conhecimento’ que adquiri?
R.: Bom, aí, você começa a promover
uma ‘mudança interior’ e irá,
dentro da sua determinação,
revendo e largando/desapegando-se
de muitos conceitos
e percebendo que não pode, nem deve
“esperar” nada de ninguém,
além, de você mesmo...

É... quando "me entrego" e me aceito rever,
começo a entender também o ‘outro’,
pois, nasce em mim a compreensão
de que ele faz/atua dentro do seu
nível/estágio de consciência
(dentro do seus conceitos e padrões)
e que desta forma,
percebendo-o, compreendendo-o,
em muitas situações,
na minha ignorância,
fui injusto!
Pois “esperei” e cobrei algo que ‘ele’
não podia dar,
uma vez que ele não tinha para dar.

Ex: é como se exigíssemos de uma criança
que esta  se alfabetizando,
conhecendo as letras e números;
que resolva/responda sobre
uma equação aritmética,
de qualquer grau.

Quem é o responsável pelo ‘resultado’ que surgirá:
a criança ou ‘eu’, 
que lhe atribuí tal tarefa?...


É um grande passo no caminho,
perceber que nada pode ser atribuído,
creditado ‘ao outro’, a algo do externo.
Que os ‘passos dados ou não’
(sucesso ou infortúnio)
são de minha inteira responsabilidade,
que nada pode me faze-los dar,
como também, me impedir de dá-los.
    

Apontamentos e amparo
são fornecidos pela LUZ/UNIVERSO EVOLUTIVO
para o caminhar.
Mas os passos e direção,
são meus!

ArqueiroHur



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