INFORME

Mediante os movimentos aos quais devo proceder e acatar, em respeito a vocês, meus Queridos Irmãos (ãs), ainda estou aqui. Entretanto, pode acontecer que as postagens não ocorram de forma como vinham se dando: diariamente.
Desta forma, não estranhem caso haja tal situação.
Que a Ordem Divina, permaneça em nosso caminho.

domingo, 5 de fevereiro de 2017

A aceitação, a resignação e o reconhecimento

Postagem original, em 04.11.2015



A aceitação, a resignação e o reconhecimento

É muito comum considerarmos a resignação como tendo o mesmo sentido da aceitação, confundindo-as ou 'igualando-as'. 
Mas, não é bem assim...

Vamos observar o que nos é dito no dicionário sobre a resignação:

resignação
n substantivo feminino
ato ou efeito de resignar(-se)
1     submissão à vontade de alguém ou ao destino
2     demissão voluntária de um cargo
3     renúncia a uma graça, a um lugar, a uma função
3.1  Rubrica: termo jurídico.
diz-se, no direito administrativo, da renúncia voluntária de um cargo, da exoneração a pedido
4     aceitação sem revolta dos sofrimentos da existência
Fonte: HOUAISS


Pois bem, para muitos ela tem o sentido obrigatório, como dito no ítem 1, de submeter-se à “vontade divina”, sem ‘revolta pelos sofrimentos’ como orienta o ítem 4; renunciando ao ‘estado de ser’, negando a Voz Interior, sem ‘discutir’ ou questionar o que é dito como ‘sendo o certo’ (dogmas)...


Creio que já tenhamos tido a noção de que a aceitação que aqui nos referimos nos remete ao entendimento sobre o nosso estado/condição aqui, como encarnados na Mãe Terra;
e que por ele passamos a ter a noção da diferença entre o que nos compete (sobre nossos atos, pensamentos, desejos...)
e o que é fruto das Leis da Criação, da natureza e da Vontade Divina.
O que vem a garantir assim, o direito de escolha que é um dos atributos do AMOR.

Percebam que ao me resignar sem ter o entendimento sobre o que se dá, como ocorre, os “porquês”,
“abro mão da graça” que me foi/é oferta pela Criação: evolução;
permitindo-me a vontade alheia (do externo), considerando o “sofrimento” como algo ‘normal’ e devido.
E portanto, passamos a proferir automaticamente:
“-sou mesmo assim...”, “-irei para onde ‘deus’ quiser” e etc...

A resignação nos conduz a sermos condescendentes e inferiores,
de tal forma que nos mantemos na inercia, entregue ao fluxo do rio, sem fazermos nenhum movimento para ‘crescermos’ ou termos a responsabilidade sobre o nosso caminhar. 


Na aceitação/reconhecimento do nosso processo aqui, orientados pelo Universo Evolutivo,
passamos a ser o responsável por cada passo que damos,
temos a consciência sobre o rumo (de para onde ele nos leva) e  ‘escolhemos’ seguir ou não por ele.  
Reconhecemos as questões/fatos/atitudes,
não para lamentá-las ou para considera-las ‘normais’,
mas sim para que possamos revê-las e não mais compactuarmos/partilharmos da sua vibração.
E ao não mais repeti-las (situações), 
sintonizamos na frequência da LUZ, que irá atuar sobre as ‘marcas’/nódulos produzidas quando vibrávamos nelas, realizando o que tiver de ser realizado, de acordo e pelo Poder Divino.
Temos o entendimento da lei da causa e efeito e desta forma compreendemos as situações dentro do princípio da ação e reação,
onde procuramos identificar sua origem, para podermos atuar (ou não) sobre a questão.



...Por não termos o entendimento sobre os acontecimentos, a resignação imposta (conceitual) nos leva, exatamente, a termos as atitudes de 'revolta' e de afrontar a Criação; pois, em muitas situações, acabamos considerando-A injusta, sem sermos 'merecedores' dos infortúnios (desagrados). 
A resignação nos conduz à não aceitação, à não compreensão do nosso estado.

Portanto, procure detectar nas suas atitudes o condicionamento da resignação* (concordância desmedida), para romper com a sua vibração. 
Lembrando que o Universo Evolutivo aponta as questões para que sobre elas possamos ‘trabalhar’.
ArqueiroHur



*Como também da teimosia em querer confrontar/ignorar as leis da Criação, da natureza e em desafiar a Vontade Divina.