INFORME

Mediante os movimentos aos quais devo proceder e acatar, em respeito a vocês, meus Queridos Irmãos (ãs), ainda estou aqui. Entretanto, pode acontecer que as postagens não ocorram de forma como vinham se dando: diariamente.
Desta forma, não estranhem caso haja tal situação.
Que a Ordem Divina, permaneça em nosso caminho.

sábado, 1 de julho de 2017

A simplicidade e o autoengano





A simplicidade e o autoengano


Simplicidade

s parecemos pensar que simplicidade é meramente uma expressão externa, um retraimento                                              
– ter poucas posses, vestir uma tanga, não ter casa, usar poucas roupas, ter uma pequena conta no banco. 
Certamente, isso não é simplicidade. 
Isso é meramente uma demonstração externa. 
E me parece que simplicidade é essencial, mas a simplicidade pode surgir apenas quando começamos a compreender o significado do autoconhecimento.
- j.krishnamurti -Ojai, California, July 1949 - Fourth Talk in The Oak Grove



Pois é…, vivemos nos enganando enquanto seguimos aos conceitos, regras e padrões, sem observarmos o ‘velho círculo das repetições’  (por vezes, isto se dá pelo simples fato do conceito/regra/padrão “ser novo para nós”, ser uma novidade ao nosso conhecimento) ; 
sem atentarmos para a vibração atuante.

Seja com a simplicidade, com a humildade, com o próprio “rever”, com tantas outras “pequenas coisinhas”..., 
o autoengano permanece e se fortalece pelas teorias.

Nenhuma teoria ou prática nos retira do ‘círculo vicioso’!

Somente o reconhecimento/SENTIR da energia (por onde podemos atuar com ou sobre ela), é o que nos faz romper com a sintonia (ou não, pois ainda é da nossa escolha).

Se antes da matéria somos energia 
(e depois dela também, lembrando da alma, sem falar no SER), 
como pode haver autoconhecimento sem este reconhecimento?

Ora, se não atuo sobre a energia que emano, como posso atuar sobre a com a qual sintonizo e ou com a externa?

Isto é manter-se na ilusão, no autoengano!

ArqueiroHur