INFORME

Mediante os movimentos aos quais devo proceder e acatar, em respeito a vocês, meus Queridos Irmãos (ãs), ainda estou aqui. Entretanto, pode acontecer que as postagens não ocorram de forma como vinham se dando: diariamente.
Desta forma, não estranhem caso haja tal situação.
Que a Ordem Divina, permaneça em nosso caminho.

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

Pequenos Pensamentos - CCLXIV


Postagem original, em 13.04.2014


O entendimento e aceitação do caminho
e o respeito à Vontade Divina
se revelam quando:
ao se manter a firmeza na postura
em não ceder as manipulações e pressões
que surgem frequentemente do meio;
e concomitantemente,
embora tendo o conhecimento e condições,
mantêm-se mais firme ainda
para não se permitir à manipular as situações
ou interferir no caminhar alheio.
                                                            ArqueiroHur



A “bula” do efeito colateral da benesse

Postagem original, em 09.11.2014



A “bula” do efeito colateral da benesse

Fomos levados a associar o efeito colateral ou secundário, somente aos “danos” que os medicamentos alopáticos efetuam em termos físicos (sonolência, retenção de urina, mau funcionamento do aparelho digestivo -estomago/intestino- enfim...); mesmo assim, sem também darmos o devido cuidado ou atenção a “este efeito”, pois a promessa da benesse (cura) é maior. Tanto que continuamos nos valendo da sua utilização, como dos analgésicos, para “sanarmos” uma série de distúrbios.
É, tendemos sempre a olhar o que no momento é oferecido e nos interessa.

... Mas isto não se restringe aos medicamentos alopáticos e suas promessas de cura, não!...

Este olhar imediatista e que visa a ‘vantagem’ (lucros e soluções), se dá em todos os momentos, em cada ato que efetuamos; e também, não costumamos ter nenhuma atenção ou cuidado sobre ele.

Porém, quando os efeitos colaterais dos nossos atos aparecem, ficamos indignados e costumamos maldizê-los.

E isto por quê?

Porquê nos esquecemos de olhar/ler e seguir a “bula” que a Criação nos ofertou*.
Simplesmente ignoramos a sua existência, em troca do que podemos vislumbrar/obter de imediato.
E é a esta “troca” que devemos ficar atentos. Não para julgar, mas sim, para poder a ela evitar e findar com os efeitos colaterais.




Enquanto caminharmos em busca das benesses, ficaremos sujeitos
tanto aos efeitos colaterais, como estaremos em constante conflito com a Vontade Divina.

E, devemos nos perguntar:
- Nesta “batalha”, entre o “eu” e a Criação, quem suponho que tenha as condições de que seja o vencedor?...
- Valerá à pena enfrentar esta batalha?...

ArqueiroHur

*suas Leis e princípios; e de caminhar em consciência e consonância com Elas.


Equivalência

Postagem original, em 27.08.2014



Equivalência

Quanto mais temor possuo,
por qualquer aspecto, situação ou acontecimento,
ou achá-los horríveis, "desprezíveis", vis, inomináveis...,
mais que sintonizo e fortaleço sua vibração.
Mais me torno passível dos seus intentos e vontades.
Mais que "perpetuo" suas ações.

Porém, proporcionalmente ao contrário,
quanto mais compreendo e aceito sobre
o estado em que nos encontramos aqui, 
encarnados neste plano,
atuando sobre estas condições pelo SENTIR/consciência,
mais enfraqueço o temor e suas consequências.
Mais reconheço suas atitudes, manhas e artimanhas.
Mais que "esvazio" sua vibração.

A força de qualquer coisa,
(pensamento e ou sua "materialização")
sua duração, capacidade e etc.,
está sob a equivalência do valor/importância
que lhes damos/atribuímos
pelo querer e vontades;
que em geral,
são resultantes do não reconhecimento/ignorância
sobre nosso estado.
ArqueiroHur



Entendimento?


Postagem original, em 22.06.2014


Entendimento?

“Do mesmo modo que o metal enferruja com a ociosidade
e a água parada perde sua pureza,
assim a inércia esgota a energia da mente.”
-Leonardo da Vinci-

http://pensador.uol.com.br/autor/leonardo_da_vinci/3/




O entendimento não flui pela compreensão forçada
(do "dever de tê-lo" que compreender),
pela indução do considerar bonito ou "elevado",
nem pelo conformismo com o "redor".

O real entendimento somente aflora e se desenvolve quando
é você que:
- decifra a charada
- descobre o enigma
- desvenda o mistério
- acha a saída do labirinto
- rompe o casulo
- transpassa as corredeiras
- atinge o cume
- transpõe as barreiras
- se permite e se lança ao caminhar...

Todo o entendimento fornecido pelo Universo Evolutivo,
por mais verdadeiro e necessário que o seja (e o é),
não tem o poder nem as condições de entrar em você
e lhe dar ou trazer a consciência.
Estes, cumprem apenas o papel de lhe ofertar a escolha,
de dar uma alternativa de “ver/sentir a si mesmo”,
ou de perceber que existe algo de diferente ao que
seus olhos vêm e ouvidos escutam.

ArqueiroHur