INFORME

Mediante os movimentos aos quais devo proceder e acatar, em respeito a vocês, meus Queridos Irmãos (ãs), ainda estou aqui. Entretanto, pode acontecer que as postagens não ocorram de forma como vinham se dando: diariamente.
Desta forma, não estranhem caso haja tal situação.
Que a Ordem Divina, permaneça em nosso caminho.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Pequenos Pensamentos - CCXCIII

Postagem original, em 22.11.2014


Sendo o Universo evolutivo,
se expandindo/crescendo em cada instante
e fazendo com que cada dia seja um novo dia
e cada momento único;
por que aceitar e me entregar
a um "aprendizado" que se calca no "passado",
ao que já se deu
e se mantêm rígido em seus padrões e convicções
(regras, ritos, valores...)?

A LUZ é movimento/ação
e assim,
se 'renovando constantemente'
num aprendizado contínuo sobre cada situação.
                                                                 ArqueiroHur






O "sentir" é a bússola e termômetro. - CONSCIÊNCIA DOS MENTORES DA IRMANDADE DE LUZ.



Postagem original, em 15.11.2012



O "Sentir" é a bússola e termômetro

Não há um tempo determinado para os “acontecimentos”,
a fim de "alimentar" a compreensão humana.
Porém houveram esclarecimentos, 
para "liquidar" a incompreensão das consciências "entorpecidas".

Há então que "cuidar", para não criar ilusões em
busca das justificativas e especulações.




Quando se fala demais, perde-se o "foco",
"destoando" o fundamento e o principal sentido da "questão". 
Que tem por hora, no equilíbrio, alcançar a paz necessária
em todos os momentos 
e "seguir pelo mundo", sem absorve-lo.

"Ser um observador, sem ser observado"...

E se pelos "mais curiosos" o for,  
não permitir que "vejam" além do que "necessitam".
Não somente para "proteger-se",
mas principalmente
para não servir de alimento aos "egos" e ilusões.


Proteção - Requer "reconhecimento",
voltar-se para si, retroceder quando for preciso,
a fim de que não se perca a "serenidade".


A Mente ligada ao coração - O "sentir" é sua bússola e termômetro.

É essa "sintonia" que liga à "percepção do TODO"...

É sabido de todos os acontecimentos no mundo.
Porém, não se deve julgar, buscando "detalhes"
ou "justificativas".
Para não se sobrecarregar emocionalmente  pelos sensacionalismos,
pois no fundo, entende-se os motivos, que são devido as "consequências".


O "filho da Luz" é sereno,
em seu coração carrega a paz e harmonia,
mesmo que em meio a dor, a guerra,
pois o amor é seu guia e sua "entrega" é verdadeira...


Que a Luz Divina os guie e os conduza em todas as suas "jornadas e caminhadas"...

CONSCIÊNCIA DOS MENTORES DA IRMANDADE DE LUZ.
Por Luz da Alma.



Soltando as amarras do passado


Postagem original, em 04.12.2015



Soltando as amarras do passado

Como já deve ser do nosso entendimento,
em cada uma das encarnações que tivemos, muitas situações
criaram “nós”/amarras que, pela não compreensão/aceitação sobre elas, nos mantêm lá, naquela vibração, dificultando neste agora o nosso crescimento/evolução. 
Umas com mais ‘ influência/peso’ e outras mais irrelevantes e simples de tratamento.
Estes “nós”/amarras, tanto foram ‘criados’ pelo meio/sociedade, como também, pela ignorância individual nossa ou dos outros (ganância, inveja e etc.).

Mas, não estamos aqui para ‘caçar bruxas’, tendo o propósito de ‘achar/culpar’ a origem ou a alguém. Não!...
Nem estamos aqui incentivando o 'reviver' destas situações. Absolutamente não!

Devemos nos lembrar de que A LUZ aponta e ampara, mas não interfere ou promove algo, seja lá o que for, que violente o seu direito de escolha ou alimente a ignorância.

Alguns agora podem estar perguntando:

“- Então porque você está nos repetindo isto agora?”


Simples..., porquê:
Tendemos a ignorar as ocorrências da/na alma, pois assim fomos formatados, não nos entregando a nenhum tipo de limpeza/restauro nela e,

Somente se despede do passado,
quem neste agora aceita tudo como aprendizado e,
rompendo com os conceitos, dogmas, regras e padrões
se entrega ao entendimento e ações da LUZ.
 




Em uma situação:

Uma pessoa ao se encontrar com outra que ‘não conhecia’ nesta passagem, não sabia da existência, nem nunca havia visto,
entrou em estado de choro da alma, tendo uma regressão espontânea onde reconhecia que havia sido entregue por esta outra pessoa (que na ocasião era uma sacerdotisa no antigo Egito, além de ‘sua mãe’ naquela ‘vida’) a um ritual de ‘sacrifício humano’ que se regia pela entrega de ‘virgens aos deuses’ para obtenção de privilégios, desejos e quereres; tendo assim sua existência naquela passagem ceifada.
A LUZ, que se fazia presente (tanto que a ‘regressão foi espontânea), atuou dissolvendo os nós/amarras, mas, principalmente ofertou o entendimento de que 
(sem eximir a responsabilidade de qualquer um, pois, sempre, sobre qualquer situação, sempre temos escolha) 
tal ocorrência era devida ao fator cultural/social, devendo assim ser entendida, sem atribuir culpa ou alimentar a vingança contra ninguém em especial.
Nesta pessoa que obteve a ‘visão’, a lembrança do fato/situação não foi ‘apagada’, foi mantido o registro 
(pois o acontecido deve servir de parâmetro/exemplo),
sem, no entanto, haver mais a presença da dor do abandono, do abuso.

A outra pessoa envolvida neste caso foi comunicada do apontamento ofertado pela LUZ (e da limpeza, transmutação ocorrida...) e, sendo ligada a eventos/seitas/cultos esotéricos, confirmou com ‘seus guias a ocorrência no antigo Egito’, sem, contudo, neste agora, conseguir se desvincular dos dogmas, conceitos e padrões de ‘hierarquia e poder’; permanecendo, desta forma, sem o entendimento devido sobre os fatos.

  
O que você conseguiu perceber/entender nesta situação acima?...

Reconhece que o fato do ‘antigo Egito’, independente da sua origem,  gerou um ‘karma’ entre as 2 pessoas e que em uma parte (pessoa) ele foi sanado?...

Que, obviamente, este trauma do abandono/traição/sacrifício humano era um empecilho no caminhar da ‘vítima’, um peso grande na alma?...
Nota: como também é um peso enorme, como marca na alma, naquele que se permitiu compactuar com o padrão vigente e atuou com ele.

Conseguiu observar que libertar-se do passado, é uma escolha individual neste agora, independente se o "nó" for um trauma ou marca?...

Que a oferta de "libertação" é para TODOS, mas somente efetuada naqueles que se permitem à LUZ?...




Pois bem...

A LUZ apontou, revelou a questão e atou aonde foi permitida e aceita, sem interferir nas escolhas individuais de cada um dos envolvidos.
Tanto nas 2 pessoas ‘ligadas diretamente’, como na outra que estava como testemunha, coadjuvante.

Todos ali tiveram suas escolhas.
- A ‘vítima’ poderia ter se negado a LUZ, ao entendimento e reagido pela vingança, atirando-se em atos contra a outra.
- A ‘outra’, poderia ter refutado qualquer conversa sobre o assunto ou, também, se entregue ao apontamento;   
e o ‘coadjuvante’ poderia ter se mantido alheio a tudo, sem se permitir ser ‘um canal retransmissor’, um intermediário da LUZ.


Em cada momento, 
sobre/sob cada situação,
TODOS NÓS temos e fazemos nossas escolhas.



Vejamos:
- No ‘antigo Egito’, a sacerdotisa e mãe, poderia ter se negado à ‘entrega da filha’, e sofrido, muito possivelmente, sansões junto dela. Poderia, também, tentar empreender uma fuga das duas, enfim...,
mas isto não quer dizer que seria evitado o ‘sacrifício humano da virgem’, não!
Apenas revela que haviam outras possibilidades ou atitudes a serem tomadas, onde, talvez, o ‘karma pessoal’ não tivesse sido gerado.
Daí que a responsabilidade não se extingue, 
não para ‘encontrar culpados’, mas para o próprio aprendizado pessoal...



Também nos é revelado que a LUZ não diz a ninguém como deve agir, o que deve fazer ou quando.
Ela não marcou hora ou informou de antemão o que iria ocorrer (o encontro e a regressão).
Ela apenas criou a oportunidade ‘do encontro’ e nele atuou.

É pelo SENTIR e entrega/aceitação que surge o entendimento/aprendizado sobre as questões, sem julgamentos ou ditames de certo e errado, feio ou bonito.
A LUZ não impôs que se aceitasse, pura e simplesmente, a questão social/cultural; ela ofertou  o entendimento e quem a ele se entregou (sintonizando-se), compreendeu e adquiriu a consciência sobre as "questões do passado", seus credos, padrões e cultura. 
Não vendo mais nenhum fato isolado da conjuntura daquele momento, seja 'lá, no passado' ou neste aqui e agora.



É necessário, também, termos a ciência de que nem todos passaram pela fogueira na inquisição, pelo sacrifício humano ou por um outro tipo de abuso extremo, que leve assim a necessidade da LUZ atuar com a regressão espontânea.
Ela não ocorre porque se quer, se deseja ou se pede por ‘esta limpeza’/revelação.  
A LUZ atua de acordo com a Vontade Divina e pela necessidade em cada momento/situação. 
Não por caprichos ou interesses pessoais.

Assim, procure ‘parar’ de vez em quando e busque colocar LUZ na sua alma, sobre suas marcas, questões e traumas. Permitindo, sem nenhuma convenção, que a LUZ atue e realize o que tiver de ser realizado para que você possa soltar as amarras do passado.

Um navio, 
por maior e portentoso que seja, 
somente pode se lançar em alto mar, 
quando suas amarras no cais forem libertadas.



ArqueiroHur



Morrer para todas as coisas do passado

Postagem original aqui, em 13.10.2015



Morrer para todas as coisas do passado

Nunca fazemos contato com essa coisa extraordinária chamada morte.

A morte consiste em morrer para todas as coisas do passado,
morrer para o seu prazer.

Você já tentou alguma vez 
– sem discussão, sem persuasão, sem compulsão, sem necessidade –
morrer para um prazer?

Você vai morrer inevitavelmente.

Mas você tentou morrer hoje, facilmente, com alegria, para o seu prazer, para as suas lembranças, os seus ódios, suas ambições, sua urgência de juntar dinheiro?

Tudo o que você quer da vida é dinheiro, posição, poder e a inveja dos outros.

Será que você consegue morrer para essas coisas, morrer para as coisas que você conhece, com facilidade, sem discussão, sem nenhuma explicação?

Por favor, tenha em mente que você não está escutando umas poucas palavras e ideias, 
mas está fazendo contato real com um prazer 
– o seu prazer sexual, por exemplo – 
e morrendo para ele.

É isso que você acabará fazendo de qualquer modo. 

Você vai morrer – morrer para todas as coisas que conhece: 
o seu corpo, a sua mente, as coisas que você construiu.

- J krishnamurti- The Collected Works vol XV, p 79