INFORME

Mediante os movimentos aos quais devo proceder e acatar, em respeito a vocês, meus Queridos Irmãos (ãs), ainda estou aqui. Entretanto, pode acontecer que as postagens não ocorram de forma como vinham se dando: diariamente.
Desta forma, não estranhem caso haja tal situação.
Que a Ordem Divina, permaneça em nosso caminho.

sábado, 1 de julho de 2017

Pequenos Pensamentos - CCLXVII

Postagem original, em 02.05.2014


Não é pelo desespero,
com súplicas, "promessas" e afins
que se coloca a LUZ sobre o caminhar,
situações e questões.

A LUZ se instala pela busca
da compreensão/serenidade,
pela prática da Verdade e entrega a Justiça Divina.
Pelos passos que reflitam a humildade/igualdade.

Pois, é você quem muda a sua vibração,
atuando com consciência
e assim, se sintonizando com Ela, LUZ
à cada momento, em todo lugar.
Pelo rompimento com o 'medo',
com o querer e com os conceitos/vontade.
                                                  ArqueiroHur




A simplicidade e o autoengano





A simplicidade e o autoengano


Simplicidade

s parecemos pensar que simplicidade é meramente uma expressão externa, um retraimento                                              
– ter poucas posses, vestir uma tanga, não ter casa, usar poucas roupas, ter uma pequena conta no banco. 
Certamente, isso não é simplicidade. 
Isso é meramente uma demonstração externa. 
E me parece que simplicidade é essencial, mas a simplicidade pode surgir apenas quando começamos a compreender o significado do autoconhecimento.
- j.krishnamurti -Ojai, California, July 1949 - Fourth Talk in The Oak Grove



Pois é…, vivemos nos enganando enquanto seguimos aos conceitos, regras e padrões, sem observarmos o ‘velho círculo das repetições’  (por vezes, isto se dá pelo simples fato do conceito/regra/padrão “ser novo para nós”, ser uma novidade ao nosso conhecimento) ; 
sem atentarmos para a vibração atuante.

Seja com a simplicidade, com a humildade, com o próprio “rever”, com tantas outras “pequenas coisinhas”..., 
o autoengano permanece e se fortalece pelas teorias.

Nenhuma teoria ou prática nos retira do ‘círculo vicioso’!

Somente o reconhecimento/SENTIR da energia (por onde podemos atuar com ou sobre ela), é o que nos faz romper com a sintonia (ou não, pois ainda é da nossa escolha).

Se antes da matéria somos energia 
(e depois dela também, lembrando da alma, sem falar no SER), 
como pode haver autoconhecimento sem este reconhecimento?

Ora, se não atuo sobre a energia que emano, como posso atuar sobre a com a qual sintonizo e ou com a externa?

Isto é manter-se na ilusão, no autoengano!

ArqueiroHur



Matriz - Uriel


Postagem original, em 26.07.2012

Matriz

Todos somos energias...

Vejam bem:
Quando encarnaram no mundo
(na 1ª encarnação),
trouxeram na MATRIZ (corpo),
a essência pura  MÃE/PAI .
Não havia doença, eram por completos limpos...

Sendo que foram se adaptando (aceitando)
aos conceitos impostos
e assim gradativamente afastaram-se da Matriz.

Todos fizeram e fazem suas próprias escolhas.

Então guardam incontáveis experiências (registros)
que seguem de encarnação em encarnação.

No atual momento de TRANSIÇÃO Planetária,
sentem em vossos corpos densos
incontáveis desconfortos(doenças);
o corpo emocional reconhece o afastamento,
o mental começa a buscar informações
e os demais corpos e órgãos respondem...

Sintam, compreendam:
Não estaria na hora de voltarem para casa?...
De reconhecerem a  MATRIZ(MÃE/PAI) ?

Este é o NOVO que vos aguarda:
RETORNO A CASA DO PAI.

Mas  sem que  limpem/perdoem,
continuarão apenas curiosos como estão,
com desejos e discursos de ‘querer’.
E não com ações de decisão e entrega.

O que é limpar?

É sentir com a LUZ,
todas falhas que por ignorância cometeram
e cometem.

Sim!  A limpeza é todo dia...

Durante o banho mergulhem dentro de vocês
e iniciem, vejam, sintam cascas e cascas
(egoísmo, vaidade, manipulação, hipocrisia,
ciúmes, prepotência, controles ...)
todos os dias e a todos  os momentos estão ali presentes.
Cada um deles com sua energia vibratória,
afetando/atingindo a um órgão.

Então os órgãos do corpo físico registram
estas vibrações, alterando seu funcionamento.

Tantos são os conceitos que repetem sem nenhum conhecimento...
Justificando que fazem de acordo com o coração...

Então percebam aqui o seu querer. ...
O mesmo com os demais órgãos.
Sintam o quanto retêm com vossos egos...
Então invadem a energia que deve ser respeitada.

Consequentemente, surgem os problemas físicos  
(renais, cardíaco, arterial...)
com os órgãos sintonizados em vossos egos
e não mais na MATRIZ.

A quem querem seguir: ao vosso ‘querer e desejo’
(conceitos)
ou retornarem a MATRIZ?

Fiquem na Paz

Uriel
Por Lei-Fio



Nota do Arqueiro: Cada pensamento, emoção e ou sentimento repercute/vibra, atua/atinge um órgão físico; 
afetando o seu funcionamento e mantendo-o na vibração/sintonia do pensamento ou emoção.
Ex: o fígado é diretamente afetado pelo ‘humor’ (raiva ou alegria),
o intestino pelo “prazer e dor”  (sentimentos) e por aí vai...

E este ‘efeito’ no corpo físico, gera bloqueios energéticos
que impedem o fluxo da energia da LUZ, do SER.

Então, é necessário que tenhamos “consciência” para não gerarmos mais bloqueios 
e atuarmos nas limpezas do que está cristalizado,
oriundo tanto desta "etapa" como das outras encarnações.




A ENERGIA e suas VIBRAÇÕES

Postagem original, em 21.09.2012


A ENERGIA e suas VIBRAÇÕES

Esta incutido em nós, humanos, qualificarmos
(conceitualizarmos) as coisas/acontecimentos como
boas ou ruins, certas ou erradas
levando-nos a não percepção do real, 
que é a frequência vibratória das situações  
e assim a não sabermos lidar com elas.

Vejam!
Como posso considerar uma música boa ou ruim,
se todas as músicas, absolutamente todas, tem como
base as mesmas notas musicais?...
Será que percebo que ao ‘considerar uma música ruim’,
estou considerando e atingindo a “todas as músicas”
por terem a mesma base (notas)???...

O que temos, seja na música como em qualquer outra
situação (livros, encontros, momentos, enfim...),
são vibrações! 
Umas mais ‘densas’ e outras mais elevadas/fluídas,
mas são sempre vibrações que sintonizamos (nos permitimos)...

Tendo a música como exemplo, podemos ‘visualizar’
um pouco estas vibrações:

- Há músicas que atuam numa vibração que ‘liga’
alguns dos “instintos primitivos”, como a sexualidade ou
violência;
- Outras ‘acendem o emocional’ com suas carências,
desejos, lembranças  e decepções; colocando-o como foco
principal da existência. Dando ‘esperanças de conquistas’
ou revivendo um passado de ‘dor/mágoas’, de melancolia;
podendo mesmo ‘trazer’ raiva, estimular alguma vingança,
enfim...
- Também há, entre tantas outras vibrações, músicas que
nos remetam  para um além destas emoções e sentimentos.
Estas nos levam a ‘um outro estado’, sem vínculos ou
lembranças, onde ‘captamos uma PAZ’ advinda da harmonia
que a vibração emana.

Se você fez esta "viajem musical interna" , deve ter notado que
ouve/escuta e se entrega a música (sintonia), dentro do seu
‘querer/estado de espírito’.
Ou seja, é você que se sintoniza, se permite àquilo que está, 
que vive (escondido ou não) em você!  

Sim, se eu não tiver este instinto ‘sexual ou violento’
reconhecido e transposto, 
serei, com certeza, levado por esta vibração.
Por outro lado, 
o que pode ‘me causar’ uma música de fossa
(que relate/trate de um 'relacionamento amoroso' mal resolvido)
se não possuo este ‘sentimento/trauma’, vivência, em mim?...
Ela terá alguma influência em mim se esta 'marca/trauma'
já tiver sido reconhecida e transmutada?...
Posso me ‘sintonizar’ com algo que não exista em mim?...

Então, por esta ‘ótica’ (não aceita por muitos) aqui mostrada, 
não há realmente o bom ou ruimo certo ou errado. 
Somente vibrações!

E conforme vou adquirindo consciência, passo a ter o entendimento, a percepção, de que esta vibração me é devida ou não. 
O que é totalmente diferente do conceito de  "certo ou errado", 
pois tenho a compreensão de ‘onde’ esta vibração me coloca,
me mantém; 
e faço dentro disto, a minha opção/escolha.
Não pelo "certo ou errado", 
mas pelo que me dispus, me determinei...


É claro, que posso me manter ‘qualificando’, até mesmo pelo 
‘meu gosto’. 
É do meu direito e escolha, principalmente, quando não quero 
‘me ver’, me reconhecer tendo estas frequências vibratórias citadas 
e outras mais;
ou me responsabilizar pelos meus passos e destino. 
ArqueiroHur