INFORME

Mediante os movimentos aos quais devo proceder e acatar, em respeito a vocês, meus Queridos Irmãos (ãs), ainda estou aqui. Entretanto, pode acontecer que as postagens não ocorram de forma como vinham se dando: diariamente.
Desta forma, não estranhem caso haja tal situação.
Que a Ordem Divina, permaneça em nosso caminho.

sábado, 20 de janeiro de 2018

Pequenos Pensamentos - CCLXXXI

Postagem original, em 17.08.2014


O real aprendizado não está em
conhecer e seguir 
o que qualquer um outro tenha dito ou vivido.
Mas em, no seu dia a dia,
detectar e refutar o que não mais "lhe pertence"
(hábitos, comportamentos, padrões e etc.).

Pois somente com esta mudança de atitude/vibração,
ocorre a "abertura" para que 
o entendimento e consciência possam se instalar.
                                                                    ArqueiroHur






Orientador e aluno a todo tempo

Postagem original, em 21.09.2013



Orientador e aluno - ofertando e aprendendo

A MISERICÓRDIA DIVINA atua de acordo
com o PODER DIVINO.
PAI/MÃE/FILHO  
nos filhos, reinos e elementais.


Aqueles que já sentiram e sentem a energia do NOVO,
não devem temer.
Em vossos corações estão as sementes de AMOR .

Estas, devem ser semeadas por onde caminharem.
Respeitando e se respeitando.

Levando o equilíbrio e equilibrando-se.

Não se permitindo entrar na sintonia daquilo
que não mais vos pertence
(das artimanhas, conceitos e vontades do ego).
Mas sendo flexíveis ao mesmo tempo,
pelo reconhecimento/consciência de “onde se está”
e da existência da sombra/ilusão e ego...

Ouvindo mais do que falando,
falando e ouvindo em silêncio...

E ainda,
respondendo de acordo com nível de consciência
que saberão no sentir.


Estes movimentos são necessários:
orientador/aluno, aluno/orientador 
sobre e sob cada situação e momento.

Aprendendo e ofertando aprendizado,
ofertando e aprendendo...
É a troca natural e inerente da sintonia e vibração  
da LUZ do Universo Evolutivo.

CAMINHEM na LUZ!
QUE É AMOR e MISERICÓRDIA.

Kua Yin


Por Lei-Fio



Aprendi ou me ensinaram? e O ensinamento e o aprendizado

Postagem original, em 23.11.2014




Aprendi ou me ensinaram?

Aprendi ou me ensinaram?

A nossa primeira resposta, a imediata/já “pronta” ou programada, 
é a de que esta pergunta é indevida, incoerente, pois ‘uma coisa está dentro da outra’, o ‘aprender está interligado ao ensino’, não é?!

Porém, o “me ensinaram” significa que houve alguém com este propósito, que se esmerou para isto:
ensinar aquilo que conhece, que considera “certo e verdadeiro”,
que deve ser seguido.
E mais, o fato de terem “me ensinado” não leva necessariamente à que “eu tenha aprendido”, pois a efetuação de, como exemplo, palavras, rituais, hábitos e etc., podem apenas ser a prática da repetição, quer seja pelo temor, pela obrigação, pela barganha ou interesse, sem que se possua a menor compreensão sobre tais atos...

Quando aprendo, é porque houve o entendimento, a percepção dos envolvimentos/energia, o SENTIR sobre a questão.
SENTIR que é variável e renova o aprendizado em cada momento e situação. E não estático como o que “é ensinado” e transmitido de geração em geração.

Me ensinaram, pelo exemplo, comportamento e mesmo “apoio”/sustentação, que poderia ficar de pé. 
Mas quem, diante disto, aprendeu a andar e a “ousar” a correr e a dar a direção dos passos, fui eu.

E é assim com tudo o mais nesta jornada que chamamos vida.

Os exemplos estão (são fornecidos pelos mais diversos seres, pela natureza) em cada momento/situação
e quem deles faz o aprendizado sou eu, se assim eu me dispuser.

Pois vejam:
Me ensinaram a “rezar”, seus ritos... E o que aprendi?...
Tornei-me foi um “analfabeto funcional”* no tocante ao me reconhecer/evoluir/TODO, pelo ensinamento fornecido.


Poderia discorrer sobre tantos exemplos aqui, mas... Não!
... Me ensinaram “tantas coisas” (regras, conceitos, “verdades” e etc.) e me bloquearam o aprender, fizeram-me crer 'ser incapaz', tornando-me dependente, "desigual"/inferior...

E é por isto que nos dizem (alguns mestres e seres de Luz) que:
é necessário “desaprender o que nos ensinaram”, romper com o que se “pensa saber”, para que possamos realmente aprender.

Recaindo sobre cada um de nós, internamente, esta escolha entre o aprender constante e ou ficar com o que me ensinaram;
entre o rever e crescer ou manter-se como analfabeto funcional.  

ArqueiroHur

* analfabeto funcional é aquele que embora reconheça os símbolos (letras e números), não consegue compreender o conteúdo/sentido de um texto, interpretá-lo, tendo também, dificuldade em efetuar operações numéricas.
E no “nosso assunto”, falamos em energia, espírito, alma, eternidade e etc., enquanto além de cuidarmos somente do “nosso interesse momentâneo”, também ignoramos ou descuidamos, na prática, no dia a dia, de todos estes aspectos citados.
Ou seja, embora tenhamos conhecimento dos “termos”, não temos o menor entendimento de como funcionam. 






O ensinamento e o aprendizado


Quando me ensinam/ensinaram ou pretendem/pretenderam me ensinar algo,
fazem-no/fizeram-no sempre com um objetivo, uma intenção (admitidas ou não),
que nunca está em consonância com meu Ser,
pois visa anulá-lo, alterar sua essência...

O ato do ensino é exterior e incide sobre mim,
acomodando-me, aliciando-me, controlando-me
(através dos conceitos, do repetir, dos padrões, do "certo e do errado"). 

O aprendizado, ao contrário, é um movimento interior, 
pelo qual me transformo e transporto para além do "mundo dos comportamentos e atitudes esperados".
Depende de mim, nunca de outrem.

Por ele crio condição para "pertencer-me" e ao Todo, 
para reconhecer-me e ao Todo, para caminhar e modificar padrões, rever, crescer.

Por mais que vinculem o aprender ao ensinar, esse vínculo jamais vai se dar. Há sempre um movimento no aprender que independe do ensinar.

Se ensinam eu introjeto, assimilo, memorizo, guardo, repito. 
É no âmbito do ensino que nos manteremos/permaneceremos como "analfabetos funcionais", como autômatos, repetidores,
sem o entendimento do significado e objetivo do que somos levados a praticar.

No âmbito do aprender, o movimento interior depende, como já foi dito, de minha percepção e entendimento, fato que o faz ser autônomo, apartado do ensinado, pois posso, por este ensino, perceber o "como não atuar" (seus enganos e ou incoerências), ou seja, ir no sentido oposto ao proposto por ele.

Mas, se procuramos/procurarmos entender o “ensinar e o aprender” dentro dos conceitos que nos são fornecidos,
obviamente que a desvinculação desses dois parecerá absurda, inconcebível, portanto.



Ninguém pode aprender por mim.
Ninguém pode caminhar por mim.
Ninguém pode SER por mim...

Logo, pretender ensinar (algo, a caminhar, a Ser),
não resulta em aprender.
É e será meramente incutir...

Usee



DISTÂNCIA



Postagem original, em 13.03.2013


DISTÂNCIA

Para me entregar ao caminho do SER,
não devo ter em mente os princípios de “medição humana”,
que tem a primazia e foco na menor distância.

Devo observar um rio, que fazendo suas curvas,
chega aonde tem de ir,
desviando do que não pode enfrentar
ou indo por onde lhe é possível e apontado para ir.



Se eu me mantiver voltado
para o "tempo e distância do percurso",
procurando diminuí-lo e acelera-lo,
deixarei de ‘ser conduzido’ pela entrega;
para considerar que ainda devo traçar o trajeto 
dentro do ‘meu controle’, do que 'penso', considero e desejo.

Distanciando-me, em todos os aspectos,
do caminho do SER.

São a Criação, o TODO e o meu SER,
que são UM,
os detentores do trajeto
(com suas curvas e rota)
que devo trilhar.

CONFIAR na Criação
é perceber que cada curva no trajeto teve (e tem) seu sentido 
e aprendizado.

E, só me entrego ao que CONFIO.
ArqueiroHur