INFORME

Mediante os movimentos aos quais devo proceder e acatar, em respeito a vocês, meus Queridos Irmãos (ãs), ainda estou aqui. Entretanto, pode acontecer que as postagens não ocorram de forma como vinham se dando: diariamente.
Desta forma, não estranhem caso haja tal situação.
Que a Ordem Divina, permaneça em nosso caminho.

domingo, 4 de dezembro de 2016

Pequenos Pensamentos - CXLI


Postagem original, em 24.02.2012

            Sim!...
            É necessário ver-se na ignorância da formatação,
            praticando-a, agindo por seus conceitos...
            
            Mas para que isto, 
            será que é para "achar-se pequeno", menor,
            sempre se comparando com algo ou alguém?


            Não!
            O objetivo desta revisão, 
            é para que se reconheça a SI MESMO, 
            ao SEU SER em sua grandeza, 
            como parte do TODO.


            E assim, 
            se desprendendo destas "sensações" 
            e emoções...,
            da inferioridade, da comparação,
            LIBERTO,
            poder SER e cumprir o seu papel aqui.
                                                                                              ArqueiroHur





Minha indignidade...??

                      Postagem original aqui, em 10.04.2012





 Minha indignidade...??


“Senhor eu não sou digna 
que entreis em minha morada,
mas dizei uma só palavra e serei salva!”

Durante muito tempo de minha vida
repeti estas palavras de forma contrita,
cheia de sentimento de culpa 
pelos pecados todos
que imaginava ter cometido. 
Sabia que esta afirmação tinha um peso,
que dita com fervor faria 
Deus se comover com meu pedido
e olhar para mim... Outras vezes, ao repetir,
me sentia mais indigna ainda...

Nunca parei para pensar o que ela significava
ou podia significar.
Assim como nunca havia parado para pensar
sobre muitas coisas que fazia ou repetia... 
Dou-me conta agora do que, na verdade, 
eu estava afirmando
e o que estava atraindo...

Ao afirmar
“Senhor eu não sou digna 
que entreis em minha morada”
não parava para me perguntar
o que era minha “morada”, 
nem porque não era “digna”...
E olha que coisa...!
Olha o que eu negava cada vez 
que repetia a afirmação!
Negava a dignidade de minha morada,
negava a dignidade do meu Ser.
Com isso,
negava a dignidade do meu Ser 
em relação à Criação,
negava a dignidade de toda Criação
- negava-me como fruto da Criação, 
habitada pelo Ser.

Acaso não somos habitados por nosso Ser,
e este não é parte, coaduna 
e coincide com a Criação?

Pois é... Considerando que somos Ser,
que somos habitados e abrigados pelo Ser,
amparados e abrigados pela Criação,
ao proclamar-me indigna, “em minha morada”,
afirmava com isso 
que não confiava em meu Ser,
que não confiava na Criação.

[Por outro lado, ao dizer:
“...mas dizei uma só palavra e serei salva!”,
o que eu estava dizendo? 
Do que eu poderia ser salva?]

O Verbo (a palavra) só faz sentido
quando pronuncia/comunica 
e dar a entender o Ser,
quando nos faz sentir e compreendê-lo...

Então, na medida em que a palavra é dita, repetida
e me mantém nos padrões do mundo, 
o que acontece?
Me mantém sob qual energia?
Se fico repetindo indefinidamente minha “indignidade”,
ao que me prendo? 

Esta afirmação, por si só,
é um contra-senso, 
(como tantas outras) é estéril,vazia, 
pois é fruto do que somos levados pelas formatações,
padrões, dogmas 
e conveniências culturais e religiosas.


CONVÉM REFLETIR SOBRE ESSAS COISAS...


[Usee]




TUDO TEM UM SENTIDO



Postagem original, em 20.05.2013



TUDO TEM UM SENTIDO


Nada, nenhum acontecimento ou fato,
é à-toa, vazio ou insignificante
na rede/cadeia do TODO.
Tudo tem um sentido e acabará sendo absorvido
(afetando/interagindo)
pelo TODO.


Nem sempre este sentido é o que esperamos ou desejamos,
pelo simples fato de que
o sentido do TODO/Criação é o crescimento,
a evolução em comunhão de TODOS.

O que destoa, e muito, do que imaginamos e queremos,
alimento do nosso egoísmo...


Se eu não compreender e aceitar
este sentido do TODO,
perderei as oportunidades que me são ofertadas diariamente
para o meu crescer e revisão.

Quando você se depara com alguém que lhe mostrou 
uma consciência nas suas atitudes/atividades,
apontando-lhe as suas deficiências,
como você “reage, se sente”:
tendo a noção da oferta de crescimento que o exemplo lhe proporciona,
e assim se percebe agraciado e como parte do TODO
ou tem ‘sentimentos’ de ‘inveja’, 
de impossibilidade de seguir o exemplo (inferioridade)?...

Também é comum “entregar-se” a este “outro”,
pela idolatria, 
atribuindo-lhe as “benesses” na vida. 
Situação em que também, não se busca o crescimento
e interação no TODO.

Em qualquer fato/situação ocorrida,
posso tanto me sintonizar com o TODO,
entregando-me ao crescer/rever,
ou com a manutenção do estado em que encontro,
de ignorância e egoísmo.
Dando o sentido as situações,
dentro daquilo a que me proponho.

Sou eu que determino ao que me sintonizo.

E a Criação esta sempre de braços abertos,
em toda e qualquer situação,
me ofertando o crescimento/rever,
a comunhão e amparo do TODO.
Ou seja: o Seu AMOR. 
ArqueiroHur



Até aqui, era assim...


Postagem original, em 04.01.2012


Até aqui, era assim...

“Os opostos se atraem”

Sim!... Até aqui, foi assim...

Este era o propósito: fazer com que as “diferenças” tornassem o crescimento possível ou não. 
Dando pela oposição este parâmetro, o exemplo!

Mas agora se instala o NOVO, a Ordem Divina!...

Neste NOVO, os iguais se atraem... se encontram... se fundem!... Tornam-se UM!


Sendo para que lado for: os iguais se atrairão!

Quer se queira ou não, se goste disto ou não, a “separação” se dará!

Concordando você ou não com isto, a Ordem Divina está se instalando, independente do que você acha, acredita ou espera disto e tudo se voltará ao caminho Evolutivo.

É a Vontade Divina atuando e agindo!... 
E não mais a sua, com seus caprichos e “mimos”, dentro do tempo que você supõe ser seu.

Todos nós neste exato momento, como em cada situação vivida aqui, neste agora, estamos “escolhendo” e determinando qual lado nos atrai e para onde iremos...

Quantos souberam tirar proveito do “modelo antigo”, 
de perceber a “oposição” como lição, de poder pela observação “crescer”?...

Poucos, não?!... 

O “grosso”, a maioria, preferiu e prefere “julgar o oposto” ou “gosta de ficar” na posição de se sentir “umas pobres coitadas” (almas), culpando aos “opostos”, sem, no entanto, repararem no seu “próprio interesse” no envolvimento...

Ainda há tempo!... Um tempo curto, muito curto, mas há!...

Agora, qual a sua decisão?...
Saiba que ao não tomá-la conscientemente, estás tomando-a de qualquer jeito!... A indecisão, o se esconder, o fugir, faz pender a “balança” para um lado... 
A inércia, o “deixar acontecer” é o não assumir a LUZ!


A escolha está entre:

O mergulho em si mesmo, no Todo que és ou a manutenção dos seus “velhos” padrões.


Saiba que você não é, nem nunca foi “dono do tempo”!...


O NOVO que se instala não compactua com a falta da verdade, com a irresponsabilidade, com a suposta “inconsciência”.

O que “serviu” a formatação do mundo, aos “caprichos” do ego não cabe no NOVO e é você quem “decide”, quem escolha aonde quer ficar. 

Assim... É você o “dono” do seu caminho. 
Só não vale dizer, com aquele toque de “João sem braço”, que: 
não sabia... que ninguém lhe avisou... que você foi “excluído”, tá?!

Não há NOVO, conduzindo os “velhos padrões”.
ArqueiroHur