INFORME

Mediante os movimentos aos quais devo proceder e acatar, em respeito a vocês, meus Queridos Irmãos (ãs), ainda estou aqui. Entretanto, pode acontecer que as postagens não ocorram de forma como vinham se dando: diariamente.
Desta forma, não estranhem caso haja tal situação.
Que a Ordem Divina, permaneça em nosso caminho.

quarta-feira, 15 de março de 2017

Pequenos Pensamentos - CCXII


Postagem original, em 22.01.2013


           Hoje,
           fala-se (e) muito,  se mostra (e) muito
           sobre "si mesmo", enaltecendo-se com orgulho:
           "sou" isto ou disto,
           aquilo ou daquilo...
           Baseados no que se "conhece",
           naquilo em que se "formatou"
           e no que se deseja e gosta.

           Porém,
           na prática e em Verdade,
           pouco realmente se É!



           Pois quem É (o SER)
           não fala nem se mostra! 
           Porque cabe em si a consciência
           de que se é ínfimo diante da imensidão 
           do TODO,
           apenas uma pequena peça 
           nesta grandiosa engrenagem
           da Criação.

           E creia, é você que decide/escolhe
           e determina o que "é",
           pelas atitudes e ações diárias.
                                                                         ArqueiroHur



As profundezas da violência e TODA VEZ...


Postagem original, em 21.03.2015



As profundezas da violência

Violência não é só matar outra pessoa.
É violência usarmos palavras ferinas,
fazermos um gesto para afastar uma pessoa,
obedecermos por medo.

Portanto, violência não é somente matança organizada em nome de Deus, em nome da sociedade ou do país.

Violência é coisa muito mais sutil, 
mais profunda, 
e estamos investigando-a em toda a sua profundidade.

Quando você se denomina indiano, muçulmano, cristão, europeu, ou qualquer outra coisa, está sendo violento.

Sabe por que isso é violência?
É porque você está se destacando do resto da humanidade.

Quando você se separa por crença, por nacionalidade, por tradição, isso produz violência.

Portanto, um homem que busque compreender a violência,
não pertence a nenhum país, a nenhuma religião, a nenhum partido ou sistema político;
ele está interessado na compreensão total da humanidade.
- J.Krishnamurti, Freedom from the Known, pp 51-52-



http://www.jkrishnamurti.org/pt/krishnamurti-teachings/view-daily-quote/20150320.php?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+JKOnline_DailyQuotes_PT+%28JKOnline+RSS+PT%29









TODA VEZ...

Toda vez que:

- me qualifico como qualquer coisa
(profissionalmente, por "cor", por classe social, por nacionalidade, por isto ou aquilo...)
- me considero "diferente ou superior'" à qualquer um 
(de qualquer reino ou espécie),
- ignoro ao SER do outro, com o qual me deparo
(de qualquer reino ou espécie),

agrido diretamente ao meu Ser e a Criação; 
alimento a ignorância e a sombra.
Violento ao Amor Universal e ao princípio da Igualdade que o rege.

Mantenho-me, desta forma, individualizado, caminhando pelos conceitos e padrões, apartado do processo evolutivo.
ArqueiroHur



Caminhos Diferentes V – Pontos de Vista - Série: Momento Atual e Único (minha visão)

Postagem original, em 25.11.2011


Caminhos Diferentes V – Pontos de Vista - Série: Momento Atual e Único (minha visão)


Olhem bem as imagens dos castelos e respondam: 
o que mais lhes chamou a atenção?

Não se preocupe que não é alguma tentativa de hipnose, de indução ou de convencê-lo de algo. É tão somente para que você observe o que lhe atraiu.

Espero que tenham feito...

Agora, vejam estas imagens de ruínas...



- O que ficou da beleza, brilho e suntuosidade dos castelos, templos ou santuários que um dia estiveram erguidos ali, 
você consegue responder?

É!... o que fica, “sobra”, permanece é a base, o alicerce, 
a “pedra fundamental”.  
O que manteve toda a grandiosidade do castelo em pé, erguida.
(Adendo: o que em nós, humanos, significa nosso SER, espírito, Eu Superior, mônada... 
Toda a matéria, como nossos desejos, querer e conceitos, desmoronam com o passar dos "dias, tempo e eras”. 
“Restando” somente, o que ignoramos e ou desprezamos: a eternidade, o TODO!)

E que pela capacidade e tecnologia da humanidade, em matéria de construção, foi construído em primeiro.  
As últimas peças da construção são as que os nossos olhos vêem, mas que em contrapartida,  
serão sempre as primeiras, por qualquer evento, a cair.


Mas é claro, que isto é só um ponto de vista... 
Posso dizer até, que seja um pouquinho incomum... 
Mas, está aí, para quem quiser ver. 
Afinal, somos livres para escolher o que “ver”, “sentir”, 
o “que propagar” e qual o caminho seguir.


Poderia eu agora, elucubrar  e aventar, 
dentro deste aspecto energético e da “nova morada”, 
sobre esta questão dos "últimos e primeiros". 
Sua “ordem de chegada” e destino.


Entretanto, a “quem” interessa este imbróglio*?... 
Não há nesta “proposta”, uma “certa separação”, discriminação?...
Uma negação de que TODOS SOMOS FRUTOS DA CRIAÇÃO e de que a "oportunidade" é igual e para TODOS?... 
Além de uma "pitada" de desprezo e desconsideração
para com TODOS os que durante várias e várias encarnações se doaram e TRABALHARAM por este momento?...


Prefiro deixar uma pergunta, que vira e mexe é “solta pelo ar”:


“Onde está a consciência?”



Consciência é perceber, SENTIR a "origem", o propósito, a sustentação, o TODO... 
Não, manter o olhar voltado para o que a qualquer momento, 
apesar de "belo",  é efêmero e pode desabar.


Está muito próximo o "momento" da VERDADE e Justiça Divina se revelarem e se pronunciarem.
ArqueiroHur


ps: os sinônimos de "imbróglio", estão abaixo, coloquem (traduzam) do jeito que mais lhes convierem. 



*1. imbróglio






É tudo tão...


Postagem original, em 28.04.2012

É tudo tão...
É tudo tão desmedido, exacerbado...
Valores incrustrados
Conceitos enaltecidos
Desejos exaltados
Paixões descabidas
Visões distorcidas
Notícias aviltadas
Palavras adulteradas
Reações excessivas
Importâncias, importâncias, importâncias...

Tudo tão à flor da pele,
elevando forçosamente as contrariedades
do nosso querer,
sensibilizando-nos...

Tudo tanto em demasia,
que quando a LUZ nos anuncia a VERDADE,
a clareza sobre o caminho,
o equilíbrio para discernir o incabível
e enfrentar o descabido;
revelando-nos o horizonte,
dando-nos “o norte” em seu prumo,
duvidamos!
Por sua exuberante delicadeza, sem exageros.
Pela simplicidade nas palavras,
no enunciado que busca o concílio,
o entendimento sem forçar, barganhar 
ou intimidar.
Sem ameaçar, mas sem esconder...

E talvez, por estarmos tão acostumados 
ao demasiado,
estranhemos a “opção”, 
o acolhimento sem intenção;
o “olhar para frente”, sem caça as bruxas;
a preparação.   

ArqueiroHur