INFORME

Mediante os movimentos aos quais devo proceder e acatar, em respeito a vocês, meus Queridos Irmãos (ãs), ainda estou aqui. Entretanto, pode acontecer que as postagens não ocorram de forma como vinham se dando: diariamente.
Desta forma, não estranhem caso haja tal situação.
Que a Ordem Divina, permaneça em nosso caminho.

quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

Pequenos Pensamentos - CLXVI


Postagem original, em 24.05.2012

          
           Não há um só coração solitário 
           no Universo Evolutivo.
           A solidão decorre 
           do homem individualizado,
           em separado, apartado de si,
           seguindo a ilusão.



           O coração é o TODO, a Criação!
           E jamais,
           em tempo algum
           ou qualquer lugar
           estará ou se sentirá só.

                                                              ArqueiroHur



Consciência!

Postagem original, em 30.11.2012


Consciência!

Consciência Filhos Amados!
Observem as árvores, contemple-as...





Elas fazem parte,
como tantas outras maravilhas,
da natureza DIVINA,
Criadas pelo TODO...

Distribuídas, ofertam-se
e seguem o caminho evolutivo.


Enquanto que vós com suas insatisfações, inventam,
criam ilusoriamente meios para distraírem-se 
nos tempos atuais.

Distanciam-se da LUZ  VERDADEIRA, 
distribuindo luzes falsas, fitas e laços...
não em vós mesmos,
pois não suportariam tamanha agressão.
Mas naquelas que se ofertam por AMOR
a todos os Irmãos.


Vocês as reconhecem mesmo, como irmãs 
nesta caminhada evolutiva?

Consciência Filhos AMADOS!
Consciência...

Francesco, o Mentor
Por Lei-fio




A GRANDE CORRENTE NO “UNO” UNIVERSAL - Revisto

Postagem original, em 04.11.2011


A GRANDE CORRENTE NO “UNO” UNIVERSAL - Revisto


Como em qualquer corrente, tudo o que ocorre com um “elo” afeta ou é sentido por todos os outros “elos”.  Se um “elo” é exposto ao calor ou frio, TODOS os outros “elos”, por propagação, acabam sentindo o mesmo efeito... Como também, se um “elo” se parte, afeta TODA corrente...

Há diversas “correntes” no Universo, onde cada uma realiza uma função, seja: de educação, cura, defesa, enfim... 

Estas correntes se fundem e atuam pelo AMOR e só nele podem manter-se.

Somos, enquanto encarnados, a ponta de uma destas correntes, o “gancho” que ancora este trabalho aqui, nesta dimensão. Isto foi assumido antes de “encarnarmos neste planeta”, pelo nosso SER em comum acordo com os outros “elos”, que desde então, ficaram e estão junto a nós.

Assim, tivemos e temos sempre próximos a nós, os seguintes “elos”: Anjos, Arcanjos, Orientadores Espirituais, Mestres Ascensionados, Seres de LUZ, Elementais e diversos Seres dos outros Reinos (plantas, animais, pedras...), além de alguns também “encarnados” que fazem parte da nossa “corrente”. 
Jamais estivemos sozinhos!

Estes “elos” da nossa corrente mantêm-se sempre por perto, procurando dar-nos orientações e esperando nosso “comando/pedido” de sermos a "âncora em consciência"... 

Só assim o trabalho pode ser efetuado: em consciência!

E embora sejamos TODOS seres individuais, neste princípio de “elo/âncora” não existe o “individualismo”. 

Todos têm a consciência do que deve ser efetuado e só visam a isto.

Quando fazemos o movimento (pedido) de sermos a “âncora” e trabalhando nossos corpos fisco, etérico, emocional e mental(limpando-os e revendo conceitos e condutas), nossa “corrente” que andava meio frouxa pela inconsciência, fica com a “tensão” devida e TUDO passa a ser “sentido” por TODOS os outros “elos da nossa corrente”, mas visando única e prioritariamente, o “fortalecimento” e defesa desta corrente para a realização do compromisso...

Na nossa visão de “ego/personalidade” costumamos ver isto (a propagação do que sentimos, pensamos e efetuamos aos outros “elos”), como uma invasão ao nosso “individualismo”, pois, embora tenhamos a noção da Criação em TUDO, nos vemos sempre como em separado. E tendemos "negar" este UM UNIVERSAL...

Sentimo-nos agredidos por esta "invasão", mas não percebemos que efetuamos com várias atitudes deste “individualismo” que lutamos em manter, um desequilíbrio e agressão à nossa corrente e que ela, visando o trabalho, possa dar um "tranco" para manter a "tensão" necessária e não se romper.

“... Olhamos para quem nos ofende, mas nos esquecemos com facilidade das ofensas proferidas e cometidas contra outros.......” 
-Chantal-

Busquemos a Consciência de que no caminho da LUZ não existe “livre-arbítrio”* ou “individualismo”... Que em tudo que efetuarmos, deve ser objetivado e percebido a “corrente” e o propósito desta; e que qualquer atitude nossa em contrário, afeta a este conjunto.

Deixemos a ilusão do "individualismo" e livre-arbítrio*! Se assim, desejamos realmente SER o NOSSO SER!


“... Mesmo não nos lembrando de como ou quando, a ESCOLHA DE ESTAR AQUI E AGORA foi NOSSA!!
Aceitemo-la com Amor, com dignidade, com alegria, com a certeza de que a LUZ vive em nós!!...” -Chantal-

Até quando manteremos nossa corrente "frouxa", por estarmos no aguardo?

“... Todas as ferramentas nos foram fornecidas, todos os conhecimentos nos foram implantados, muitos de nós têm é ainda preguiça de os colocar em prática!!!...” -Chantal-

Assim, meus amigos, deixem de “procurar” fazer somente o que lhes agrada ou é bem visto aos “olhos alheios”... Isto, em geral, é uma grande armadilha para lhe tirar do caminho e pode permitir o desequilíbrio da sua corrente.

Mantenha-se “ciente” e atue por sua corrente e pelo trabalho a ser realizado.
Que a Ordem Divina atue em Vós.
ArqueiroHur


*livre-arbítrio no sentido que foi muito propagado e encampado na nossa sociedade, da irresponsabilidade e inconsequência. De que tudo nos é permitido.
Este realmente não existe no caminho evolutivo! É algo fomentado e alimentado pela sombra.   
Entretanto, o real livre-arbítrio que surge da consciência da escolha, mas que também revela a responsabilidade sobre cada ato, é um direito sagrado fornecido pela Criação, que nada nem ninguém pode negar ou alterar.



Celebrações



Postagem original, em 21.12.2014



Celebrações

O ser humano é uma espécie que gosta de celebrar.
Ele se lança na celebração de datas, eventos, acontecimentos e etc.,
não importando muito a origem, o que determinou-a;
o que vale é a celebração.
Tanto faz que seja uma festividade cívica
(independência nacional, mudança política ou 'status social', “lembrança/fim de uma guerra que tenha sido vitoriosa”...),
religiosa (dia do santo, padroeiro/a...)
ou uma familiar (casamento, aniversário e etc.),
lá está o ser humano celebrando.

Mas o que em realidade se celebra?...

A natureza, em seus diversos reinos e espécies, celebra a todo tempo, a oportunidade ofertada pela Criação de aqui se estar, ou seja:
a vida.
Assim, há os cantos e as danças, o floreio, a frutificação, a reprodução para que esta oportunidade (vida) permaneça.
É por onde toda a natureza demonstra sua alegria.

Respondendo à pergunta, celebramos um momento, uma situação
e traduzimos a alegria, como sendo o prazer/curtição sobre/daquela celebração, o que nos leve ao êxtase (música, bebida/droga, sexo, conquistas e “reconhecimento” e etc.). Onde tudo se finda ali, naquele acontecimento, naquela data; ficando somente a memória do ocorrido, a sensação gerada e as suas sequelas/consequências. 
É a realização do vazio, do nada!...


Enquanto a natureza celebra o princípio (em todo instante), nós celebramos o fim (propósito).
Em nossa grande maioria, cultuamos o “dia do parto” o qual qualificamos como o “dia do nascimento”;
em contrapartida, a natureza preza/respeita a fecundação, que é onde se desenvolve a possibilidade de “um bom fruto”, com mais condições de sobrevivência e perpetuação da espécie.   

Todavia, permanecemos livres na escolha do ao que nos entregamos.
Este é um direito que ninguém, pela Luz, pode nos privar.

ArqueiroHur