INFORME

Mediante os movimentos aos quais devo proceder e acatar, em respeito a vocês, meus Queridos Irmãos (ãs), ainda estou aqui. Entretanto, pode acontecer que as postagens não ocorram de forma como vinham se dando: diariamente.
Desta forma, não estranhem caso haja tal situação.
Que a Ordem Divina, permaneça em nosso caminho.

quinta-feira, 10 de novembro de 2016

Pequenos Pensamentos - CCXCIII

Postagem original, em 11.12.2014


Não são os "testes", as situações
ou os acontecimentos
que possuem a capacidade de "mudar alguém".
Não!...
Estes são apenas oportunidades,
são particularidades dentro do contexto.

O que faz alguém "mudar",
é a percepção e entrega à uma "outra visão"
dentro daquilo que vive, 
pelo qual está passando.
É a aceitação de algo que contradiz 
o que se "pensava saber ser assim".
É o SENTIR da realidade que se distingue
da usual. 

Ou seja, não é externo!
Nem vindo de alguém ou por alguma coisa.
É INTERNO
e de cada um.
                                                ArqueiroHur



Entendimento - VIII


Imagem: Aleh
Postagem original aqui, em 29.10.2013

Entendimento - VIII

As provações, desafios, empecilhos, desilusões
e ilusões que emperram o caminho de uma pessoa,
são testes, mas também são oportunidades
para que ela possa “se” enxergar,
reconhecer suas fraquezas e/ou equívocos,
e então se reparar.

Mas, quem os sabe identificar, reconhecer, observar?
Quem, diante destes, se coloca com humildade,
firmeza e serenidade,
para aprender e se trabalhar?

Cada um sabe seus efeitos,
ou pelo menos deles maldiz, reclama e até sofre...
As ações e reações que estes produzem
são as mais diversas:
uns desistem, outros insistem,
outros tantos persistem...
E são estes os “pontos” que é preciso perceber,
identificar e observar,
a fim de rever e reparar ali,
diante do que o fez/faz desistir, persistir ou insistir.

Os “pontos”,
e o desequilíbrio que estes fizeram/fazem aflorar,
não deve servir para (nos) julgar,
mas para perceber onde cada um se deixou fraquejar...

É importante ter o entendimento:
somos nós a permitir que o desequilíbrio se instale,
pela abertura que damos, pelo descuido,
pela falta de atenção e observância interior.

Só para exemplificar:
a permissão cada um se dá quando 
se abre e sintoniza com “situações”, posturas, atitudes, 
modos de ser, crenças, credos, convicções, etc.,
seja pela empatia, aceitação, adesão, omissão, deferência,
ou por não dar conta do peso que isto acaba tendo
sobre seu modo de ser e de “olhar”...
É por aí que cada um deixa de se observar...
E é por aí que os “testes” se manifestam
e desequilibram...

É preciso ter claro:
provações, desafios, empecilhos, desilusões e ilusões
são “estações” de um caminho,
quando nos dispomos/pomos a caminhar.
Nestas, é preciso parar,
para se refazer e tomar fôlego,
para as voltas que o caminho dá...

Usee




OS MEUS PASSOS

Postagem original, em 24.06.2012


OS MEUS PASSOS

Se eu fui ou parei,
se recuei ou me desviei...
Se cedi ou atribui,
se desisti ou me bastou;
Meus passos foram meus.


Se fiquei ou cai,
se levantei ou corri...
Se me ouvi ou me calei,
a quem escutei ou falei;
Meus passos foram meus.

Para onde fui ou com quem,
se aprendi ou esqueci...
Se escorreguei ou me escorei,
se me finquei ou estanquei;
Meus passos foram meus.

Se teimei ou me abri,
se imputei ou assumi...
Ao que olhei ou me importou,
se me iludi ou me fechei;
Meus passos foram meus.

Sim!
Por mais que eu “busque”
e encontre “saídas”,
os passos foram meus.

E por que, se sei que
os passos foram e são meus,
tento ser o que não sou?

Se, sei da “chance” de rever,
devo agradecer pela oportunidade
que me é dada
e marcar Meus Passos
no rumo do Meu SER,
indo aonde ele levar;
não para onde penso ser
o limite do meu caminhar.
ArqueiroHur



Um “deus” vingativo



Postagem original, em 07.01.2012



Um “deus” vingativo

O mesmo princípio que fundiu este conceito do “deus vingativo”, criou também a “benevolência desmesurada” fazendo-nos “esquecer” de leis básicas da Criação e da natureza: 
ação e reação; causa e efeito.

Sim!... Pois estas leis básicas nos dão a noção da responsabilidade e consciência sobre cada ato efetuado
e não ficarmos entregues ao domínio externo.

Desta forma, por estes conceitos, uma hora “serei castigado” 
e em outro momento, “tudo será perdoado”...

Reparem bem! 
Onde ficou a responsabilidade, a consciência, 
a “mão do Universo” a promover em cada ato o aprendizado, 
nestes conceitos?...

A Justiça Divina se aplica a TODOS, 
dentro das Leis da Criação e de acordo com a Vontade Divina, 
que presa o nível de consciência de cada um, individualmente. 

Da mesma forma, o AMOR DIVINO é, e atinge a TODOS! 
Não havendo “ninguém em especial”, medido pelo que já sofreu, pela cor ou espécie...

Ora!... Você "quer o colo de deus" para as suas mazelas, para as suas questões, certo?! 
Mas então, por outro lado, não liga a mínima para os outros que estão em pior situação que você, vivendo ao relento, passando fome, com doenças terminais, simplesmente ignora os de outras espécies... 

Exige a "justiça divina" dentro deste mesmo “quadro”, 
ou seja, ao que lhe convêm, sobre o que lhe afetou, 
lhe contrariou 
(coitado do "cachorro do vizinho", aquele mesmo que "atacou" o seu "bichinho de estimação", o seu "mimo")... 
Jamais vendo que para “lhe agradar”, "deus", teria que desagradar ao outro... 
São tantos os interesses!...




No entanto, quando se tem a consciência do crescer, 
de que esta estada aqui tem por propósito e fim a Evolução, sabe-se que a Vontade e a Justiça Divina estão sempre presente (em cada momento e situação) 
e assim, não se “invoca” ou se pede aquilo que ali já está e se dá!... 

Não se “julga” os acontecimentos, procura-se sim, vê-los como 
aprendizado ou limpeza e oportunidade para mudar o nosso rumo. 
E que somos responsáveis (direta ou indiretamente) 
pelos “acontecimentos” ou pelo que nos “recai”. 

Tem-se este entendimento e consciência!...


Mas, como conceber que a Criação tenha qualquer predileção por alguns dos seus “filhos” (de qualquer reino)?...

Como pode ser possível que “quem fale eu sou luz”, 
que vive “proclamando o amor incondicional” e “somos todos um”; possa achar-se/ver-se como “diferenciado”, “escolhido”?... 
Que “queira” a aplicação da benevolência para si 
e a justiça para o outro?...

Será isto consciência?... 

NÃO!... 

Isto é manter este padrão de segregação e soberba 
muito bem fincado pela formatação.

Poderia, neste ponto, discursar sobre “quem” os difundiu, 
mas para quê?...
O que lhe têm mais valia: “conhecer o passado” 
(mantendo-se “atrelado” a ele) 
ou VIVER o NOVO 
(desvencilhando-se das suas garras)?   


Assim, somente deixarei esta pergunta acima, dentro deste quadro.

E:

Que a LUZ da Sabedoria Divina banhe sua alma e personalidade.
ArqueiroHur

ps: de onde "tirei" a foto acima postada, haviam alguns comentários que ressaltavam: "que gracinha", "lindo", "adorei"... 
E lhes pergunto: 
-Vocês conseguem "ver/sentir" a expressão de terror que a mão humana imprimiu no filhote de gato?... 
É!... Cada um "vê/sente" aquilo que mais lhe atrai!... Demonstrando sempre a sintonia/vibração em que se encontra.
Mas quem "sabe ver" um olhar, "sentiu" o que Ele estava vivendo.