INFORME

Mediante os movimentos aos quais devo proceder e acatar, em respeito a vocês, meus Queridos Irmãos (ãs), ainda estou aqui. Entretanto, pode acontecer que as postagens não ocorram de forma como vinham se dando: diariamente.
Desta forma, não estranhem caso haja tal situação.
Que a Ordem Divina, permaneça em nosso caminho.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

Pequenos Pensamentos - CCLVIII






Postagem original, em 22.03.2014


Enquanto eu me mantiver sem reconhecer
a tudo como energia
(pensamento, palavra escrita ou falada, 
olhar/intenção, ações/movimentos...);
e assim me respeitar,
atuando com ou sobre esta energia;
ficarei no plano/sintonia da teoria/ilusão,
"respondendo" pelos conceitos, sensações e emoções,
guiado pelo "brilho" que olhar captar.

Manterei-me preso nesta vibração do descaso/separação,
negando o SENTIR e a Voz Interior.
                                                ArqueiroHur



Saber SER o SER - Polkjy das Plêiades

Postagem original, em 10.03.2012


Saber SER o SER - Polkjy das Plêiades

Vos saúdo em LUZ!

Neste momento tão importante, onde tanto se fala de ascensão, eu chamo a atenção primordial, fundamental e essencial 
para a abertura da consciência do SER e de se conhecer.

Como querem ascender se não se conhecem?
Como querem  ascender sem saber quem são?
Como querem ascender sem humildade e saberem o que são?

Acordem meus filhos para vós mesmos 
antes de entrarem na roda da moda da ascensão desmesurada, sem sequer saberem o que É e como se processa.

Cada um de vós ascenderá SIM, 
no seu tempo, no seu momento, 
no tempo crucial da vossa evolução interior e espiritual.

Não se ascende porque se QUER, 
não se ascende porque os "outros" dizem 
que assim vai acontecer...


Ascender em LUZ e na LUZ 
é um estado de consciência interior 
do saber ser "O SER" na sua totalidade 
e livre das capas que ainda tanto atrapalham, castram 
e baralham o pensamento de cada um.

Sejam conscientes filhos!!

Vos deixo envoltos na minha LUZ e AMOR

POLKJY DAS PLÊIADES

Canalização de Manu em 01/11/2011

ps: extraído de email particular.



SOBRE A IGUALDADE UNILATERAL – Um depoimento


Postagem original, em 31.12.2011


Sobre a "igualdade unilateral" - um depoimento    
   
   
Igualdade! Sabe que esta noção nunca esteve muito presente em minha vida e falas? É..., pensando bem sobre, me dou conta de que esta nunca foi nem nunca esteve muito bem resolvida aqui dentro de mim. Talvez por isso não seja assunto caro em meus escritos.

Esta “noção” nunca me disse muito. Aliás, esta e outras que a implica, nunca me causaram comoção, admiração, assim como nunca me despertou para um impulso de “luta pela igualdade”, por exemplo. Ceticismo? Será?
  
O que penso é resultado do que observo, do que tenho experienciado, do que tenho tomado conhecimento, de várias maneiras. 
E a igualdade, para mim, nunca conseguiu sair do discurso (em todos os tempos, e mais especialmente na modernidade e contemporaneidade, provocou muitos filósofos e muitas filosofias – as mais variadas). 
Os vários discursos sempre estiveram encerrados no campo da idealidade 
(a igualdade é ideal, é bonito pensar e falar dela!), 
e sempre permeou toda e qualquer reivindicação, e o desejo de todo mundo (de toda gente).
    
Homens, Mulheres, instituições, governos, etc., todos engrossam a fila dos que “lutam” e “buscam” a igualdade, mas, não conseguem ultrapassar, sair do “discurso”, ou como se diz, “a igualdade não sai do papel”. 
Na prática, a igualdade não existe!
      

Resolvi escrever sobre isto porque fui instigada... Precisava refletir e registrar o refletido (coisa minha...rss). 
Dia desses estava a conversar com um amigo, esbarramos na questão da igualdade. Foi quando ele me falou da noção de “igualdade unilateral”. 
Ao escutá-lo fiquei pasma, em silêncio, sem jeito até, diante da ênfase que ele imprimia ao dizer o que significava. 
Enquanto o escutava me perguntava: 
que coisa! 
Como pode uma igualdade unilateral, uma vez que a unilateralidade por si só exclui a igualdade?... 
Como pensar uma e outra, sem ficar tonta e abismada?... 
Pois foi isto que me aconteceu, fiquei tonta e abismada! 
Mas o escutei (e tenho escutado)... Logo “caiu a ficha”, tive que concordar com o dito!... 
Claro que ele tem razão!
   
O que me desconcertou inicialmente me levou a refletir... 
Desde então, tenho procurado “rever meus conceitos”, o da igualdade especialmente, ainda que este não seja foco de minhas falas e reivindicações.
   
Todos nós estamos impregnados de conceitos concebidos culturalmente, e fazemos destes nossas verdades. A força com que eles incidem sobre nós parece ser irreversível pela forma como estão incrustados; 
determinando nosso “eu”, tanto que os tomamos como verdade 
(como nossa verdade) 
e os colamos em nós como uma segunda pele, e os repetimos automaticamente (feito autômatos); 
sem jamais pensar em seu significado. Talvez por isso estranhou-me escutar a idéia de “igualdade unilateral”.
    
Não me lembro de ter deixado me atrair ou levar pela ideia de igualdade 
(fora da erudição acadêmica, quero dizer), pelo menos não de forma enfática. Voltando atrás, constato que são as idéias de desigualdade/diferença que marcam nosso modo de pensar. 

Volto a perguntar: ceticismo? Pessimismo?... 

Não! Nem um pouco! Na prática, é o que vivencio, é o que todos vivenciam a revelia do discurso. 
E é por aí que me foi possível considerar a noção de “igualdade unilateral”. Efetivamente o significado/sentido desta tem a ver com a falta de prática da tão discursada igualdade.
    
Sim! Muitos falam e a reivindicam sem, contudo, se dispor a praticá-la.

Segundo a noção da igualdade unilateral, a unilateralidade reside no fato de que aquilo que penso e espero (e cobro) ser “igual” “serve” só a mim, 
naquilo que me interessa, 
e diz respeito à “obrigação” que suponho que o outro deva ter para comigo, 
sem que eu, do meu lado, 
me obrigue a ter para com ele. 

Não preciso dizer que esta condição está sempre bem explicita nas várias relações e relacionamentos, 
gerando desentendimentos, conflitos, rupturas... desigualdade.
      
O “pretexto” da igualdade sempre esteve e sempre vai estar aí, marcando e permeando nossa vida, sem que esta faça muito efeito, ou sem produzir o efeito que verdadeiramente ela exige. 
Somos hipócritas o bastante para fazer do pretexto da igualdade a “aparência” da nossa vida, e desta, o “móvel” das nossas relações e ações. 
De nós, além do discurso, nenhuma intenção de nos propor a rever-nos e por em prática o que falamos.
     
É mais fácil estar encobertos, protegidos, atrás de um discurso, do que admitir que não somos capazes de ser o que dizemos ser e fazer o que é preciso fazer.
     
Há hipocrisia o bastante para nos mantermos sob o véu da igualdade sem, no entanto, admitirmos que não há outro caminho senão o da “consciência de ser e estar” (como diz meu amigo). 
Só por esta via a igualdade deixará de ser unilateral e sairá do discurso.
[Usee]



O que mais posso eu dizer-lhes, além de reafirmar alguns pontos:

- Não há “tempo” (predeterminado) para “rever-se”!... O “tempo” é o agora, o anunciado pelo Universo, não “um amanhã” indefinido.

- Mesmo com todas as “crenças” da formatação, tanto religiosa ou acadêmica como neste exemplo que nos dá minha “doce” amiga, aquele que cria o propósito em si de rever-se, o fará!... Aceitando os “apontamentos” e não deixando o “ego” fazer dos que indicam algo: o inimigo, aquele que deve ser ignorado ou “combatido”. Ao contrário, irá perceber sempre que há algo para ser revisto ou aprendido com o outro, mesmo que seja o “como não fazer ou ser”.

- Que é necessário ter humildade para perceber e aceitar “rever-se”, pois os “apontamentos” surgem das mais variadas formas e fontes... E são “tocados” em nossa Verdade Interior, atraídos por Ela.

- Que não procurar ao menos tentar praticar o que se conhece e propaga, é manter-se “atrelado” a hipocrisia, falsidade... É faltar com a VERDADE para, em princípio, consigo mesmo.

- Enfim, SER e ESTAR é a atuação pelo que se SENTE, não uma “imagem”, algo que se mostra.

ArqueiroHur




MOLDES e Evolução humana-Krishnamurti

Postagem original, em 02.08.2014



MOLDES

Em tudo o que realizamos, fazemos e pensamos,
temos um molde, um modelo como “espelho”.
Seja para idolatrá-lo ou para refutá-lo.
Para deseja-lo ou negá-lo,
para segui-lo ou evitá-lo,
lá está este molde como padrão.

Seja para “um deus” com uma benevolência ímpar
(que a mim e aos meus tudo permite e “dá”,
mas que ignora o que se passa no “submundo” das grandes cidades ou nos países “menos favorecidos”),
ou para o objetivo do que “ter e ser”
e do que fugir/evitar e condenar,
lá está o molde a “nos guiar”.

Um molde de como se portar
e um outro do que não efetuar.
Um molde para o que ansiar
e um outro para o de que se esquivar...



Observemos estas palavras:

Evolução humana

Devemos conhecer a embriaguez para conhecer a sobriedade?
Devemos passar pelo ódio a fim de saber o que é ser compassivo?
Temos que passar por guerras, destruir a nós e aos outros,
para saber o que é paz?

Certamente este é um modo de pensar totalmente falso, não é?

Primeiro você admite que existe evolução, crescimento,
um movimento do mau para o bom,
e aí você ajusta seu pensar nesse padrão.

Obviamente, existe crescimento físico,
a plantinha se tornando uma grande árvore;
existe progresso tecnológico,
a roda evoluindo através dos séculos para o avião a jato.
Mas existe progresso psicológico, evolução?

É isso que estamos discutindo,
se existe um crescimento, uma evolução do “eu”,
começando com o mal e chegando ao bem.
Através de um processo de evolução, através do tempo, pode o “eu”, que é o centro do mal, se tornar nobre, bom?
Obviamente, não.

Aquilo que é mal, o “eu” psicológico permanecerá sempre mal.
Mas nós não queremos enfrentar isso.
Consideramos que através do processo de tempo, através de crescimento e mudança, o “eu” se tornará, finalmente, realidade.
Esta é nossa esperança, esse é nosso anseio
– que o “eu” se tornará perfeito com o tempo.

O que é este “eu”, este “meu”?
Ele é um nome, uma forma, um fardo de memórias, esperanças, frustrações, anseios, dores, sofrimentos, alegrias passageiras.

Queremos que este “eu” prossiga e se torne perfeito,
e, assim, dizemos que além do “eu” existe um “super eu”, um ego superior, uma entidade espiritual que é eterna,
mas, desde que pensamos nela, essa entidade “espiritual” está ainda no campo do pensamento, não está?
Se podemos pensar nela, ela está, obviamente, dentro do campo de nosso raciocínio.

-J. Krishnamurti, The Book of Life-





Devemos compreender e aceitar que estamos num “mundo formatado”,
em que, seja pelo o que socialmente é dito ou imposto
(com leis, costumes, “funções” e etc.),
pela “educação” ou religiosidade,
tudo é fruto desta formatação, 
seguindo assim, à um molde pré-estabelecido,
onde, como nos exemplifica Krishnamurti, 
comportamentos, conduta e passos devem ser os mesmos dos “ditos” e apontados “por alguém” como os devidos.

... É por aí que temos e vivemos
o “amor” permissivo, possessivo e pernicioso,
a igualde unilateral e a justiça dos interesses,
entre outras contradições que ‘podemos observar’/SENTIR.


Mas, quem pode e deve reconhecer os moldes a que sigo/sirvo?

Onde se encontra o rever que liberta quando meus olhos e atenção estão voltados, presos aos caminhos alheios?


Será que devo ser um mártir como Joana D’arc, entre tantos outros,
tomar cicuta como Sócrates ou ser crucificado como Jesus;
ficar "nesta posição" durante tantas horas,  jejuar por "x" dias,
proferir tais palavras "n" vezes...,
para encontrar a mim mesmo, a “minha iluminação”?
Se for pelos moldes, tenho de 'me encaixar' em alguma das questões que a história/mundo nos fornece.

Mas, NÃO!...
Não tenho que ser um clarividente, um médium, um vidente ou canalizador, um paranormal..., 
não tenho de fazer parte disto ou daquilo, 
de integrar aquele grupo, inserido naquela facção e etc.;
nem de ser e estar enquadrado nesta ou naquela situação/condição,
com esta ou aquela "ferramenta"
para perceber e SENTIR a energia e o TODO, 
e ter atitudes conscientes e condizentes com a Evolução/LUZ.

Que cada um se permita à que o Seu SER revele e seja
o “seu espelho”, o seu molde.

ArqueiroHur