INFORME

Mediante os movimentos aos quais devo proceder e acatar, em respeito a vocês, meus Queridos Irmãos (ãs), ainda estou aqui. Entretanto, pode acontecer que as postagens não ocorram de forma como vinham se dando: diariamente.
Desta forma, não estranhem caso haja tal situação.
Que a Ordem Divina, permaneça em nosso caminho.

segunda-feira, 14 de novembro de 2016

Pequenos Pensamentos - CCCXIV



Postagem original, em 12.01.2016


Não tenho tudo o que quero,
pois é claro que como encarnado, com um ego,
sempre se quer mais alguma coisa.

Todavia, 
é mais certo ainda que me foi, e é ofertado 
tudo o que me é necessário 
para o cumprimento do meu plano evolutivo;
muito embora nem sempre eu consiga enxergar 
ou mesmo aceitar a oferta.
                                                                             ArqueiroHur



SOBRE O ELO COM O TODO - I - O ELO ROMPIDO

Postagem original, em 09.02.2.13




SOBRE O ELO COM O TODO – I
O ELO ROMPIDO


O Universo sempre providenciou e providencia
para nos reunir, para unir-nos ao Todo,
no Amor...

Vejamos alguns exemplos, só para ilustrar,
já que são muitos:

Sócrates, filósofo grego, buscou cultivar o Amor
como raiz da Justiça e da Verdade.
Em conversa com Críton,
que tentava convencê-lo a fugir para não tomar cicuta;
que o mataria, questiona-o:

Achas que isto aqui é Sócrates?...
Pois é isto que eles vão matar,
este invólucro material; mas não a mim.
EU SOU A MINHA ALMA.
Ninguém pode matar Sócrates.”
[Críton]

Pela recusa à fuga da morte,
reafirmou os princípios nos quais acreditava.
Em outra fala sua, num escrito platônico, ponderava:

“Ao longo de toda a minha vida,
a voz divina que me é familiar
nunca deixou de fazer-se ouvir,
mesmo a propósito de atos de menor importância,
para me deter se eu estivesse para cometer
alguma coisa de mal.”
 – [Apologia de Sócrates].


Segundo Huberto Rhoden, em sua obra
“Sócrates: Imortalidade D’Alma”:
“Sócrates conhecia a si mesmo.
O seu verdadeiro Eu Divino. Eterno. Imortal”.

Acrescentando a afirmação de Rhoden:
o filósofo reconhecia
e se atinha ao ELO que o ligava ao Eterno e Imortal...,
dando exemplo disto ao longo de sua vida.


Séculos depois a humanidade tomaria conhecimento
dos exemplos de Jesus de Nazaré:

“[...], se eu, vosso Senhor e Mestre, lhe lavei os pés,
também vos deveis lavar-vos
uns os pés uns dos outros.
Dei-vos o exemplo para que, como eu vos fiz,
assim façais também vós.
Em verdade, em verdade vos digo:
o servo não é maior do que o seu Senhor,
nem o enviado é maior do que aquele que o enviou.
Se compreenderdes estas coisas,
sereis felizes,
sob condição de as praticardes.”
(João 13; 14-17).


E para finalizar, um último exemplo,
mostrado em um entendimento/consciência
de um índio Sioux, que diz:

“Não ande atrás de mim, talvez eu não saiba lidera-lo.
Por favor, nem ande em minha frente,
talvez eu não saiba segui-lo.
Ande ao meu lado, para que juntos possamos crescer
e galgar os degraus da elevação da consciência”.
(Sioux).


... São vários os exemplos daqueles que propagaram
e buscaram a Verdade, o Amor, a Unidade;
o Princípio Divino Universal!

Motivo pelo qual, diante do que a humanidade produziu,
Teilhard de Chardin (em nosso tempo),
vem reclamar em seus escritos,
pela Unidade e Amor a Terra,
pela pertença ao Universo evolutivo, à Unidade do Ser,
através da negação do afastamento do homem
desta sua origem, condição e destino.



Porque esses exemplos se perderam?
Pelo simples fato de que o “Elo” deixou de ser mantido,
foi rompido
e estes princípios observados...

As sociedades e civilizações,
dentro do que lhes interessou (e interessa),
providenciaram para que isto acontecesse,
para que homem, submetido à sua formatação,
não se reconhecesse na Unidade,
se separasse de sua origem e Ser.

É por isto que, em lugar de exemplos,
surgiram os Mestres e discípulos,
seguidos e seguidores, partidos e partidários,
orientações e orientados...

Religiões, filosofias, grupos, facções,
tribos, guetos...
com seus conceitos, ilusões.
Induções, seduções...

Que princípios nos orientam, que valores nos dão?
Se olharmos bem, com um mínimo de esforço,
concluiremos pela SEPARAÇÃO.

Uma separação promovida pelo jogo da sombra,
que as sociedades e os homens
se incumbiram de propagar/disseminar
através de suas atitudes...

A história dá conta de como estas “relações”
(de “separação”; seguir e ser seguido...)
se constituíram ao longo do tempo,
sua origem, seus desdobramentos, etc.,
e o que produziram:
doutrinas, dogmas, separação, dominação,
manipulação, escravidão, segregação,
individualismo, isolamento, destruição...

Estes aspectos sobressaíram e puderam
(e podem!)
ser identificados e reconhecidos numa sociedade,
pais ou grupo, família, trabalho.

Ainda hoje, cada um de nós,
movido por algum interesse, procuramos
e apressamos em “nos identificar”, aderir,
fazer parte, defender...
Orientar, conduzir, seguir e/ou ser seguido... ,
não importando se nossa posição,
postura e anuência,
nos põem uns apartados dos outros
(toda Criação),
negando, desprezando e menosprezando,
usando, perseguindo, violentando...

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Hoje, como no passado,
não se prestA e não se prestOU atenção
aos exemplos de SócratesJesusSioux 
e outros que vieram antes e depois deles:
a quem seguiam?...

De quem eram seguidores?...

Certamente que não há uma resposta
que se consiga ser pensada...,
simplesmente
porque eles não se viam como diferentes,
como mestres, como melhores...,
nem tinham ou eram movidos por interesses...



Não nos “vemos” ou reconhecemos,
ora de um lado ora de outro,
produzindo e/ou reproduzindo separação,
dominação, manipulação, isolamento, etc.,
numa adesão cega e consentida.

Não reconhecemos, no dia a dia,
os dogmas ou doutrinas que nos mantém dominados,
manipulados, separados, isolados,
idolatrando, etc.
Ou que se usa e usamos com “meio”,
recurso ou suporte para fazê-los
(dominar, separar, isolar...).

Não reconhecemos que,
de uma forma ou de outra, na posição que estivermos,
estaremos alimentando, produzindo
e reproduzindo um jogo de poder que segrega,
individualiza, discrimina...,
pessoas, grupos, povos, nações,
disseminando e incentivando egoísmo,
o desprezo, o preconceito, o conflito...

Afastamo-nos, irremediavelmente,
do Amor e do Amparo da Criação,
desconsiderando o Universo Evolutivo,
crendo e nos entregando ao mundo
com suas “orientações”.
Não reconhecemos, por outro lado, que este jogo alimenta e se alimenta da ignorância... Tampouco reconhecemos os valores que disseminam e a vibração que propagam...

Reféns da ignorância
ou confortáveis numa ou noutra posição,
deixamos de reconhecer-nos na Unidade,
no Amor, na Luz, na Verdade,
que reúne e agrega ao Todo...

Preferimos manter-nos alheios,
submetidos, separados,
do nosso Ser e Essência...



O (nosso) retorno ao Ser e ao Todo,
passa e deve passar
por uma mudança profunda em nós mesmos,
pela consciência do que nos cabe e é devido,
e esta não se dá na e pela dependência ao externo,
com seus mestres, gurus, líderes e induções.

Passa, principalmente, pela atitude necessária,
evidenciada no entendimento Sioux,
de que:
“[...] precisamos crescer e galgar os degraus da elevação da consciência.”.
Consciência, que reside em cada um,
e que precisa ser despertada, reconectada, restaurada.
Usee



PROCURA-SE!

Postagem original, em 30.06.2012


PROCURA-SE!

Quem já não pensou que "perdeu", 
quando esqueceu onde colocou alguma coisa?

Nestes momentos, fuçamos tudo ao redor,
perguntamos aos outros
e vamos ficando "meio perdidos" pela 
suposta perda...

E se foi uma chave? rsrsrsrs....
Por ser algo pequeno, mas necessário, 
ficamos "desesperados" 
e, invariavelmente, 
deixamos por último para colocar "as mãos" no lugar mais óbvio: 
o bolso da calça ou a bolsa.
Onde em muitas ocasiões, a chave lá estava...

É, nesta busca de si mesmo, também fazemos isto:
vamos ali, acolá; voltamos a outros lugares, enfim... 
Ficamos "olhando" para fora, "perdidos na procura" 
e esquecemos do lugar mais óbvio: 
O NOSSO INTERIOR!

Você quer se achar,
quer PAZ, SERENIDADE?

Então "olhe" para você mesmo!
Pare e escute o pulsar do seu Coração,
sua Voz Interior. 
Este deve ser o seu Mestre Guia!

Deixe de lado o que "os outros" disseram ou dizem.
Acredite na VERDADE do Seu SER.
É Ele o detentor do seu caminho.

PROCURE-SE EM VOCÊ e SEJA VOCÊ!
E não se perca realmente, 
procurando fora de onde você está.
ArqueiroHur



Os sentidos ‘perdidos’

postagem original, em 16.09.2012



Os sentidos ‘perdidos’

Por que será que ainda nos causa espanto, admiração:
- ‘ver’ além dos olhos, do palpável;
- ‘ouvir’ do que não vejo;
- ser entendido/atendido sem a fala ou escrita;
- perceber/SENTIR o que nos circunda?... 
Por que consideramos isto ‘estranho’ ou como
‘dom de alguns’, de escolhidos?

A resposta é simples:
Porque não nos vemos, nem incorporamos que
SOMOS ENERGIA!

Sim, se estivermos realmente no caminho do SER,
não temos como ainda mantermos estes conceitos
que nos causam estranheza ou distinguem ‘a’ ou ‘b’!

Como energia, todos nós que aqui estamos,
seja de qualquer reino, 
somos transmissores e receptores de energia.

A cada momento estamos neste ‘jogo’ de captar
ou enviar energia, mesmo inconscientemente.

Não há como se mudar isto!

O que nos faz passar a ‘saber jogar este jogo’ e aí,
captar quando necessário sem ser permissivo ao meio,
é a consciência.

É a consciência que nos faz perceber/SENTIR 
a energia que nos circunda, 
a ‘comunicação’ que outros seres de outros reinos estão fazendo (tentando) conosco a cada instante.

Não há nada de ‘especial’ nesta percepção, SENTIR
ou comunicação. 
Apenas o silenciar e o aceitar.




A CRIAÇÃO não fez nem faz distinção entre seres ou
espécies. 
Quem propagou esta distinção, não foi a LUZ!

Lembrem-se destas palavras:
“Somos todos iguais diante da Criação!”

Não se esquecendo deste princípio/lei, iremos observar
com humildade, sem comparações ou ‘endeusamentos’.
Apenas compreendendo!

O animal ‘vê’, a planta ‘sente/percebe’.
Nós também nascemos assim: 
‘vendo’, ‘ouvindo’, percebendo e SENTINDO.

O bebe e a criança ‘veem, SENTEM e escutam’além da matéria, 
dos 'olhos'.
Somente não sabem discernir ou compreender o que se dá,
pois ‘os que os rodeiam’ (familiares e sociedade) e deveriam lhes instruir, não lhes dão o entendimento. 
Muito pelo contrário, mantendo-se ‘nos padrões do mundo’, 
levam a estas crianças a se ‘enquadrarem no sistema’, 
perdendo estes sentidos...




E agora, nós neste caminho do SER, 
devemos através do trabalho recuperar alguns destes sentidos. 
Que nos servem tanto como condição de comunicação, 
como também de proteção 
e  ir instruindo, mostrando  a naturalidade destes sentidos
inerentes a TODOS. 
  
ArqueiroHur