INFORME

Muitos devem estar se perguntando a razão de não ter havido aqui, nenhuma mensagem ou texto sobre a situação que a humanidade está vivenciando.

Muito simples: tudo o que foi aqui exposto e proposto, foi para que pudéssemos ter a condição e o equilíbrio de transpor, em comunhão com o Universo Evolutivo, toda e qualquer situação/momento. Sem se ater ou embrenhar por algum ponto e, voltados sempre para o TODO.

O que está chamando muito a atenção e incomodando mais(para muitos), é o fato desta situação estar atingindo a toda humanidade e somente a ela (com seus parentes, vizinhos, amigos, conhecidos, conterrâneos, parceiros, enfim...), independente da classe social, da cor, do credo e da localização geográfica.

Mas, a fome (nos quatro cantos do planeta), a violência e assassinatos diários, as guerras, os extermínios de animais inocentes, as agressões às florestas, aos oceanos, ao solo e ao ar (a toda Mãe Terra), sempre estiveram presentes no cotidiano humano. E, estas barbáries (matanças) se mantiveram sendo ignoradas ou mantidas em segundo plano pela grande maioria de nós; mesmo elas não diferindo em nada ao que a humanidade está experimentando, em termos de massacre/mortes. Então, por qual razão tudo agora deve ser voltado a este ponto específico?

Assim, tecer qualquer comentário sobre esta situação (de onde veio e para onde irá...; a cura surgirá como... e etc..), será negar a tudo o que aqui foi transmitido, caindo no campo da especulação e alimentando à ilusão/sombra.

No mais, cuidem da sua energia/vibração (atentando aos pensamentos e atitudes), como estão sendo orientados a cuidar da higiene pessoal.

Que o Poder e a Ordem Divina se façam presentes em nosso caminhar.

ArqueiroHur


quarta-feira, 6 de março de 2019

Celebrações



Postagem original, em 21.12.2014



Celebrações

O ser humano é uma espécie que gosta de celebrar.
Ele se lança na celebração de datas, eventos, acontecimentos e etc.,
não importando muito a origem, o que determinou-a;
o que vale é a celebração.
Tanto faz que seja uma festividade cívica
(independência nacional, mudança política ou 'status social', “lembrança/fim de uma guerra que tenha sido vitoriosa”...),
religiosa (dia do santo, padroeiro/a...)
ou uma familiar (casamento, aniversário e etc.),
lá está o ser humano celebrando.

Mas o que em realidade se celebra?...

A natureza, em seus diversos reinos e espécies, celebra a todo tempo, a oportunidade ofertada pela Criação de aqui se estar, ou seja:
a vida.
Assim, há os cantos e as danças, o floreio, a frutificação, a reprodução para que esta oportunidade (vida) permaneça.
É por onde toda a natureza demonstra sua alegria.

Respondendo à pergunta, celebramos um momento, uma situação
e traduzimos a alegria, como sendo o prazer/curtição sobre/daquela celebração, o que nos leve ao êxtase (música, bebida/droga, sexo, conquistas e “reconhecimento” e etc.). Onde tudo se finda ali, naquele acontecimento, naquela data; ficando somente a memória do ocorrido, a sensação gerada e as suas sequelas/consequências. 
É a realização do vazio, do nada!...


Enquanto a natureza celebra o princípio (em todo instante), nós celebramos o fim (propósito).
Em nossa grande maioria, cultuamos o “dia do parto” o qual qualificamos como o “dia do nascimento”;
em contrapartida, a natureza preza/respeita a fecundação, que é onde se desenvolve a possibilidade de “um bom fruto”, com mais condições de sobrevivência e perpetuação da espécie.   

Todavia, permanecemos livres na escolha do ao que nos entregamos.
Este é um direito que ninguém, pela Luz, pode nos privar.

ArqueiroHur