INFORME

Mediante os movimentos aos quais devo proceder e acatar, em respeito a vocês, meus Queridos Irmãos (ãs), ainda estou aqui. Entretanto, pode acontecer que as postagens não ocorram de forma como vinham se dando: diariamente.
Desta forma, não estranhem caso haja tal situação.
Que a Ordem Divina, permaneça em nosso caminho.

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Pequenos Pensamentos - CCLXXXIII

Postagem original, em 31.08.2014


Quanto mais eu busco meios
para fugir dos problemas
(de qualquer ordem ou natureza:
"doenças", desagrados, "traições" e etc.),
mais que os fortaleço
e crio condições para que eles se deem.
Pois, "pensando em evitá-los", 
garanto viva a sua vibração
pela sintonia que mantive.
                                      ArqueiroHur




O SER e o ‘outro’

Postagem original, em 27.08.2012


O SER e o ‘outro’

O caminho do Ser nos remete/lança ao TODO. E no TODO,
percebemos tudo e todos ao redor.
Damos aquilo que podemos ‘dar’ e ‘recebemos’ aquilo que
nos é cabido de frequências acimas da nossa.
Pois, vibramos sempre neste sentido/propósito do TODO.

Esta ‘troca natural’ que se dá no caminho do Ser 
(dar e receber sem intenções ou interesses)
não nos faz ‘esquecer’ de onde estamos, 
ou seja: 
Não ignoramos tanto o nível/estágio, como a ‘sintonia/vibração’ do que  nos cerca.
O que nos faz evitar, com esta percepção e consciência,
‘cair/entrar’ na sintonia/vibração alheia, ou indevida.
Exemplo: a sintonia do ‘medo’, da preocupação,
da possessividade, do interesse...

Porém, sem ignorarmos a ‘este outro’.

Observem este ‘pensamento’ que chegou à minha amiga
Corina, o qual expôs em comentário ao texto em 

"... o cotidiano está em cada detalhe da oração,
ao olhar,
olhe o outro como a ti mesmo,
assim poderás amá-lo como a ti mesmo!
Sinta na tua carne, a carne dele,
para compreender a alma sem julgar.
A água da lágrima apaga o fogo da mágoa,
da raiva efervescentes no peito.
Aproximar-se de Deus
muitas vezes
é mais um gesto do que oração..."

Sim! O caminho do Ser/do NOVO, é, em geral, antagônico
ao que nos disseram, aos nossos conceitos e práticas...
Como também, mais difícil, exigente e responsável!

Pois não é falando, ‘se ajoelhando’ que nos aproximamos
da Criação.
Nem tampouco é ‘pedindo’ ou ‘prometendo’
(promessas e mais promessas) que isto se dá.


São nas atitudes voltadas para este propósito,
no respeito as Leis da Criação;
no esforço do desaprender e desapegar ao que 
‘os olhos veem’  e no que desejo, quero;
na conduta respeitosa, de União, de harmonia 
e de igual para com TODOS
(de todos os Reinos e ‘sintonias’);
na prática da responsabilidade
(para consigo mesmo e com a energia que lhe envolve);
na reverência e reconhecimento à Criação e ao TODO,
é que esta aproximação se dá.

Efetuando cada ato, voltado e SENDO este TODO
e assim, realizando por e no AMOR.
Não 'um amor que se fala'... mas o AMOR que se É
e se propaga na simplicidade da LUZ.

ArqueiroHur



Entendimento VI

Postagem original aqui, em 27;08;2013

Entendimento VI


Tendemos a “achar”, imaginar e “pensar” algo,
diante das pessoas
– com seus comportamentos e atitudes –,
das situações, acontecimentos,
e mesmo diante da Criação e da Providência Divina;
no que Estas nos ofertam para aprendizado,
revisão e perdão.

Tendemos a formar “impressões”
e sair propagando como se fossem “verdades”
(e costumam ser nossas verdades!).
A olhar com olhos de malícia
(ainda que não assumamos),
a nos limitar às aparências,
e achar "normal" fazê-lo,
deixando de ter ou buscar o entendimento
do que estas atitudes significam.

Não compreendemos ou aceitamos
que o “achar”, “imaginar”, “pensar”
que orientam nossas atitudes costumeiras,
no sentido que tem; de suposição,
é precipitação, é julgar.
E que esta “propensão” interior
(que nos leva a julgar)
nos coloca e mantêm na sintonia do julgamento
e impede de reconhecer esses impulsos
e rever-nos.

Em nós, esta propensão é formada pelas permissões
e concessões que fazemos à vibração inferior,
contrária ao nosso Ser.
E esta nos atinge, envolve
e leva a individualizar, segregar, negar,
anular, a nós e aos outros...

O julgamento, 
a consciência nos deve revelar
(e revela),
não é conforme o SENTIR,
não é conforme o SER.

O SENTIR faz vibrar e vigorar o Ser em nós!
Mostra e faz saber seu propósito e trabalho
àqueles que o sabe perscrutar e escutar. 

Assim sendo, ilumina, aclara e orienta,
oferecendo as ferramentas para o entendimento,
para tirar as lições necessárias, do que nos chega
(coisas, pessoas, situações)
e do que experienciamos
(situações, acontecimentos).

Em nós a LUZ se manifesta pelo sentir,
a VERDADE se manifesta pelo sentir.
É a Providência Divina atuando!

A Luz, a Verdade e o sentir nos libertam...
Quando isto ocorre,
o pensar traduz o entendimento,
sem “achismo” ou “imaginação”.
Aí, sem a vibração do julgamento,
atuamos com consciência,
dando espaço e condição para que o Ser haja em nós...

A partir daí
nos eximimos de “achar” e “imaginar”
o que quer que seja.
Vigiamos nosso modo de pensar,
a propensão para julgar
e mudamos atitudes, comportamentos e práticas,
sobretudo a de nos permitir a esta vibração.

Devemos aprender a distinguir a Luz
que ilumina nosso interior;
que nos faz ver, aprender
e tender para a Verdade,
da escuridão;
que nos limita ao aparente e nos leva a julgar;
pelo que achamos, imaginamos e “pensamos” 
– expedientes que nos apartam
da Unidade da Criação.


Usee





Onde está...? e Onde a luz está, a escuridão não está

Postagem original, em 26.08.2013



Onde está...?

Onde se encontra o que lhe incomoda.
Estará nas atitudes de “um outro”,
em algum fato/fator no externo?...

Onde será que que ele, incomodo, está e reside?...

  
Dizer que não há a tentativa externa, da sombra,
de nos desestabilizar, 
de nos colocar/manter em sua vibração,
afastados e apartados da consciência eterna;
seria negar ou ignorar a todos os ensinamentos
e orientações que nos foram dadas.
Seria não reconhecer onde, em qual dimensão estamos
e desconsiderar o processo na/da Mãe Terra.

Mas, pode a sombra penetrar/ofuscar a LUZ?

Não!... a sombra só se desenvolve aonde já exista.
Ela não tem a capacidade e condição
de penetrar ou ofuscar a LUZ...

Então, o externo apenas salienta/demonstra
o já existente em nós
(desequilíbrio, incompreensões, carências...),
nos fazendo assim reagir,
muitas das vezes pelo “espelho”/reflexo;
por revelar, 
ainda que sem o entendimento,
a desarmonia em nossos corpos, personalidade,
alma e ego...


Por a sombra não poder penetrar na LUZ,
nas tentativas que ocorrerem por pura pretensão e ignorância,
a LUZ atuando dentro da Lei da Criação da ação e reação,
efetuará o que for necessário na situação,
sem porém sentir algum incomodo.
Ela apenas irá refutar o indevido,
atuando pela Ordem Divina, Sua Vontade e LUZ,
sem a sintonia no emitido.

Assim, procure reconhecer ou conhecer o incomodo 
como uma chance de “limpar”/transmutar em si a desarmonia.
Pois este entendimento e determinação
para não sintonizar-se no externo e em sua proposta,
somente pode ser seu.

ArqueiroHur





Onde a luz está, a escuridão não está

O conflito no qual vivemos
não é uma disputa entre o bem e o mal,
entre o ego e o não-ego.
A disputa está em nossa própria dualidade autogerada,
entre nossos vários desejos autoprotetores.

Não pode haver um conflito entre luz e escuridão;
onde está a luz, a escuridão não está.

Enquanto existir o medo, o conflito deve continuar
embora esse medo possa se disfarçar sob diferentes nomes.
E como o medo não pode se libertar através de nenhum meio,
pois todos os seus esforços emanam de sua própria fonte,
deve haver a cessação de todas as defesas intelectuais.

Essa cessação chega espontaneamente
quando a mente revela para si seu próprio processo.
Isto acontece apenas quando há consciência integral,
que não é resultado de disciplina,
ou de um sistema moral ou econômico, ou de coação.

Cada um tem que estar cônscio do processo da ignorância,
as ilusões que a pessoa criou.

O intelecto não pode guiá-lo para fora deste presente caos, confusão e sofrimento.
A razão deve se esgotar, não por retirada,
mas pela compreensão integral e amor da vida.

Quando a razão não tem mais a capacidade de protegê-lo através de explicações, fugas, conclusões lógicas,
então, quando há completa vulnerabilidade, total nudez de seu próprio ser,
há a chama do amor.

Só a verdade pode libertar cada um do sofrimento e confusão da ignorância.

A verdade não é o fim da experiência, é a própria vida.
Não é do amanhã, não está no tempo.
Não é um resultado, uma aquisição,
mas a cessação do medo, querer.

-J. Krishnamurti,Collected Works Volume 3, Ommen 8th Public Talk 10th August, 1937-