INFORME

Mediante os movimentos aos quais devo proceder e acatar, em respeito a vocês, meus Queridos Irmãos (ãs), ainda estou aqui. Entretanto, pode acontecer que as postagens não ocorram de forma como vinham se dando: diariamente.
Desta forma, não estranhem caso haja tal situação.
Que a Ordem Divina, permaneça em nosso caminho.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Pequenos Pensamentos - CCXCVI


Postagem original, em 24.01.2015



Ainda que 
o destino final possa ser o mesmo:
evoluir,
o rumo, as curvas, as ladeiras, 
"voltas", pedras e etc., do caminhar
são meus (individuais)!

Então, 
de que me vale a busca por
conhecer a fundo as "conquistas alheias",
sendo que, na grande maioria dos casos,
os desvios e quedas por eles percorridas
(o que fornece a oportunidade do aprendizado),
são sonegadas na 'história contada'?
                                                   ArqueiroHur



A verdade não nega quem verdadeiramente és



Postagem original, em 16.07.2013

A verdade não nega quem verdadeiramente és


A verdade é única,
não existem meias verdades ou invenções verdadeira.
Ela é tudo aquilo que não corrompe, não induz,
não mente, não engana, não envenena...

O que for contra isso, é sombra ou até mesmo escuridão,
porém, não há, nem deve haver, julgamentos externos
ou condenações terroristas.
O Juiz é seu espírito,
que revela sua consciência na revisão de seus atos
e aceitação de si.

Respeito, humildade , verdade é amor...

Na busca do reconhecimento de si mesmo,
é aonde se aplica o perdão verdadeiro.
A verdade não nega quem verdadeiramente és,
o que traz a indução
é a falsa ilusão de viver buscando uma razão,
na intensão.

Permitir-se SER, sem se corromper,
é o que todos temos que aprender.

"É só o amor...É só o amor... Que conhece o que é a verdade".
Amar é, permitir-se ser o que verdadeiramente se é...

Um SER de LUZ junto à vós

Por Luz da Alma



QUEM PODE...?

Postagem original, em 24.07.2013


QUEM PODE...?

Quem pode fazer/realizar
ou curar, sentir, aprender, crescer...,
por você?


É certo que fomos levados a crer no externo
e nele apostarmos todas as nossas fichas,
sem jamais questionarmos aonde isto nos levava ou leva.
Pois em geral, este culto e ou aposta,
visa ao atendimento/saciar dos nossos desejos e vontades.

Nos fechamos nos nossos interesses
e assim, não observamos que deixamos de lado o essencial, 
a razão da existência aqui
ou em qualquer outro plano, espécie ou reino,
que é: o crescer/evoluir.

Não nos apercebemos que estas práticas
nos remetem a dúvida, geram o medo
e nos afastam da real solução
que se encontra dentro de cada um de nós:
o nosso SER/essência/espírito/mônada ...

Não observamos que com esta dúvida e medo,
passamos a atuar com restrições para obtermos “a graça”
(procurando estarmos sempre “certos”),
como também passamos a flutuar na vibração
da barganha e da chantagem.                                     
  
Entregamo-nos a dependência de “um outro”
(seja um encarnado, um “santo” ou outra coisa qualquer)
e desconfiamos da Criação,
por Ela não atender  com presteza aos nossos desejos.
Colocando o nosso SER como algo da fantasia,
distante da “nossa realidade”.

Mas, “quem pode” mudar este quadro,
a não ser você mesmo?...

“Quem pode” romper com os conceitos e rever suas atitudes,
a não ser você mesmo?...


Sou responsável somente pelos meus saltos ou quedas.
Pelas minhas percepções e aprendizado.
Pelas minhas “amarrações” ou entrega,
sem poder atribuí-los a ninguém mais.


ArqueiroHur



"A prova" e o "rito de passagem"




Imagem: Aleh
Postagem original aqui, em 13.09.2013



"A prova" e o "rito de passagem"

Constitui uma ilusão
pensar que enquanto existirmos estaremos isentos
e livres dos entraves, fardos, limites e limitações
que porão à prova nossa determinação ao caminho.

A “prova” é um “rito de passagem” necessário
que nos chega para despertar e sacudir
do estado de acomodação, do habitual, do costumeiro,
que tendemos a cair quando nos sentimos confiantes
e certos de estar "dando passos"...

Falta-nos um entendimento
e uma consciência fundamental:
não há linearidade no horizonte da existência!
Não há um traçado sobre o qual temos o controle
e pelo qual possamos nos determinar a seu "fim",
tendo como certo, aonde e como vamos chegar.

O caminho da existência encarnada é digressivo,
pelo que temos que passar, aprender, realizar...
E ele tanto nos dá condição para voltar atrás,
rever, recomeçar,
seguir firmes, atentos, vigilantes...,
como para recuar, estagnar, nos perder.

Neste caminho, movemo-nos pelo que presumimos,
não a partir do aparente, do óbvio,
do que nos dizem os conceitos, as crenças arraigadas,
mas pelo que nosso Ser revela,
pelo que é sentido, pelo que o coração aquiesce.

Nossos esforços para nos manter no caminho
não devem cessar enquanto durar nossa existência
(e só com ela finda, para dar lugar a outra dimensão).
A nós cabe buscar compreender a origem
e as causas do que temos que passar,
para então transpor e vencer os limites,
obstáculos e desvios,
para então aprender, rever,
superar e avançar.

Cabe-nos, ainda e principalmente, a humildade! 
Só pela humildade
podemos reconhecer nossa condição
e saber que sempre seremos postos à prova.
E que esta é a condição para alcançarmos à vitória,
no caso, o aprendizado, a superação...
Tudo isso faz parte do caminhar...!


Usee