INFORME

Muitos devem estar se perguntando a razão de não ter havido aqui, nenhuma mensagem ou texto sobre a situação que a humanidade está vivenciando.

Muito simples: tudo o que foi aqui exposto e proposto, foi para que pudéssemos ter a condição e o equilíbrio de transpor, em comunhão com o Universo Evolutivo, toda e qualquer situação/momento. Sem se ater ou embrenhar por algum ponto e, voltados sempre para o TODO.

O que está chamando muito a atenção e incomodando mais(para muitos), é o fato desta situação estar atingindo a toda humanidade e somente a ela (com seus parentes, vizinhos, amigos, conhecidos, conterrâneos, parceiros, enfim...), independente da classe social, da cor, do credo e da localização geográfica.

Mas, a fome (nos quatro cantos do planeta), a violência e assassinatos diários, as guerras, os extermínios de animais inocentes, as agressões às florestas, aos oceanos, ao solo e ao ar (a toda Mãe Terra), sempre estiveram presentes no cotidiano humano. E, estas barbáries (matanças) se mantiveram sendo ignoradas ou mantidas em segundo plano pela grande maioria de nós; mesmo elas não diferindo em nada ao que a humanidade está experimentando, em termos de massacre/mortes. Então, por qual razão tudo agora deve ser voltado a este ponto específico?

Assim, tecer qualquer comentário sobre esta situação (de onde veio e para onde irá...; a cura surgirá como... e etc..), será negar a tudo o que aqui foi transmitido, caindo no campo da especulação e alimentando à ilusão/sombra.

No mais, cuidem da sua energia/vibração (atentando aos pensamentos e atitudes), como estão sendo orientados a cuidar da higiene pessoal.

Que o Poder e a Ordem Divina se façam presentes em nosso caminhar.

ArqueiroHur


sexta-feira, 24 de junho de 2016

Paciência


Postagem original, em 02.07.2014



Paciência

Muitos difundem que:
a paciência deve ser praticada ou desenvolvida.
A tratam como um algo palpável ou que se possa regar/adubar.
E assim, distribuem técnicas para que se alcance este objetivo:
Ter paciência!

Mas a paciência não é uma mercadoria,
ela não está aqui, neste momento, e em outro falta;
sendo ofertada para uns ou para algo,
e sonegada para outros 
(estas são as ações do interesse,
que surgem e desaparecem sempre pela ordem da volúpia).

Ela não é passiva, condescendente ou submissa,
não se rende a “caprichos” ou é segregativa...

A paciência não é estática,
nem atua sob um padrão ou molde,
não “sobra em um” ou é “ausente em outro”.
Não está vinculada ao "tempo e a nossa cronologia".

A paciência é mais uma das condições inerentes
do estado de consciência assumido.
Um dos atributos inseparáveis do estado do SER,
como o Amor ou a Verdade.
E se revela a cada instante, sobre toda situação,
mesmo nas reações imediatas e vigorosas;
pois estas são oriundas do SENTIR,
de acordo com a Ordem divina.




Lembrando as afirmações:

- A Verdade e a Justiça Divina, guiam e caminham em meus passos.

- O Amor Divino se perpetua em cada ato de minha vida.

Obs: afirmações contidas na postagem: "CONFIE, AFIRME, ENTREGUE-SE!  e  CONFIE, AFIRME, SEJA!"


Sim!...
É sobre cada ato, momento
(nas tarefas diárias, no lavar de uma louça ou varrer um chão...),
em todo o meu caminhar
(percebendo o TODO em cada passo)
que a consciência deve estar presente!

Portanto, não busque um atributo ou deseje uma condição,
mas entregue-se ao trabalho para
SER e ESTAR neste estado permanente de consciência.

ArqueiroHur




quinta-feira, 23 de junho de 2016

Pequenos Pensamentos - CLXXIII


postagem original, em 14.07.2012


           A LUZ está 'no ar', ao nosso redor
           nos 'chamando';
           disponível à TODOS.
           Pronta para nos acolher e guiar.

           Mas somos nós, que a Ela temos de ir!

           Somos nós, que precisamos 'retirar'
           as capas, as cascas e couraças
           (do emocional e conceitos),
           os desejos e 'vontades'
           para permitir a Sua entrada, acolhida
           e estar com Ela.

           Sem este 'rever' e limpeza,
           Ela estará onde está 
           ('no ar', ao nosso redor);
           e nós, como estamos...
           Encolhidos pelo medo de SER.
                                                                      ArqueiroHur



segunda-feira, 20 de junho de 2016

VÉU SOBRE MEU EU... I

Postagem original aqui, em 14.01.2012


VÉU SOBRE MEU EU... I

Em tudo eu acreditava
Nada a mim desagradava
De nada eu desconfiava
Tudo estava em seu lugar...
Tudo certo e aceitável
Conformado, confortável...
A vida seguia seu curso
Por ali me (re) conhecia...

Por mim não dava conta
Das verdades que me moviam
Tampouco sabia do véu
Que ao meu eu envolvia
Tudo em mim foi formatado
Contornos bem delineados
E a forma que a mim moldava
Deu-me um molde que me servia...

Não era meu o “meu eu”
Eu não o havia escolhido
As verdades que me serviam
Eram sombras sobre mim
Não eram verdades minhas.
E eu que “por mim” não dava
Fiz deste mundo o véu
Que ao meu eu recolhia...

[Poema Comum]





sábado, 18 de junho de 2016

Por que elegemos “deuses e ídolos”?

Postagem original, em 01.01.2015



Por que elegemos “deuses e ídolos”?

Por que nós, enquanto humanidade, em/de qualquer sociedade elegemos “deuses e ídolos”, você já se perguntou?...

Uma resposta mais evidente é a da transferência de responsabilidade, onde atribuímos a “eles” os nossos “sucessos ou derrocadas”. Mas há outras mais enrustidas e que também são ardilosas pelo seu intento, que é o de utilizar-se dos mais diversos meios (crenças, dependências e etc.) para a manutenção do estado de ignorância, de individualização.

Com os “eleitos”, nos sentimos agraciados quando da conquista de alguns dos nossos desejos ou quereres, como também superiores por termos esta “proximidade com ele”;
e se a proximidade for com um “deus ou ídolo encarnado”, aí fica mais salientado estes aspectos, como também, possui um segundo plano,
que é o de se procurar pegar/achar ‘falhas nele/dele’, para assim, descrer em tudo o que foi 'mostrado' e seguir pelo caminho praticando os seus interesses.
É..., forjamos esses “deuses e ídolos encarnados” no mais fino e frágil vidro, com a finalidade de que ao menor contato ele se transforme em cacos, fornecendo as condições para que o ego possa tanto ter o que criticar pela decepção que aquele humano causou, como seguir com suas convicções sem se reconhecer, ou seja, mantendo os seus padrões.
Embora seja um complemento da transferência de responsabilidade, agindo para a sua manutenção, este artifício/artimanha é um tanto quanto mais sutil e danoso, por suas intenções escusas de sempre procurar as ‘imperfeições alheias’ (como se os “eleitos” não fossem humanos), para justificar sua própria conduta.

Este artifício é cria do conceito da “perfeição além da humanidade” 
(vide a imagem criada para Jesus, onde embora obtivesse a profissão de carpinteiro, no mais ele não era humano/homem, não tendo uma vida como seus semelhantes. Não tinha dores, prazeres, desejos..., nem precisou se rever/trabalhar ou crescer)
impondo a "nossa incapacidade/inferioridade" e condição de "pecadores imperfeitos"; negando o nosso SER, o Universo Evolutivo e a própria Criação que nos ofertou a oportunidade do crescimento aqui, neste plano.

Reconhecer este conceito/padrão da incapacidade/imperfeição que está escondido/oculto e nos foi "implantado pela sombra", 
é fundamental para que possa sobre ele atuar.

ArqueiroHur