INFORME

Muitos devem estar se perguntando a razão de não ter havido aqui, nenhuma mensagem ou texto sobre a situação que a humanidade está vivenciando.

Muito simples: tudo o que foi aqui exposto e proposto, foi para que pudéssemos ter a condição e o equilíbrio de transpor, em comunhão com o Universo Evolutivo, toda e qualquer situação/momento. Sem se ater ou embrenhar por algum ponto e, voltados sempre para o TODO.

O que está chamando muito a atenção e incomodando mais(para muitos), é o fato desta situação estar atingindo a toda humanidade e somente a ela (com seus parentes, vizinhos, amigos, conhecidos, conterrâneos, parceiros, enfim...), independente da classe social, da cor, do credo e da localização geográfica.

Mas, a fome (nos quatro cantos do planeta), a violência e assassinatos diários, as guerras, os extermínios de animais inocentes, as agressões às florestas, aos oceanos, ao solo e ao ar (a toda Mãe Terra), sempre estiveram presentes no cotidiano humano. E, estas barbáries (matanças) se mantiveram sendo ignoradas ou mantidas em segundo plano pela grande maioria de nós; mesmo elas não diferindo em nada ao que a humanidade está experimentando, em termos de massacre/mortes. Então, por qual razão tudo agora deve ser voltado a este ponto específico?

Assim, tecer qualquer comentário sobre esta situação (de onde veio e para onde irá...; a cura surgirá como... e etc..), será negar a tudo o que aqui foi transmitido, caindo no campo da especulação e alimentando à ilusão/sombra.

No mais, cuidem da sua energia/vibração (atentando aos pensamentos e atitudes), como estão sendo orientados a cuidar da higiene pessoal.

Que o Poder e a Ordem Divina se façam presentes em nosso caminhar.

ArqueiroHur


segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Atenção Interior



Postagem original aqui, em 15.09.2012


Atenção Interior


Pela observação e atenção interior,
comecei a identificar sentimentos
que eu pensava serem produzidos
apenas em/por meu interior:
sentimento de medo, indignação, 
culpa, perda, posse, tristeza, 
de estar sendo iludida, e tantos outros.

Dei-me conta de que estes sentimentos
não foram e nem são produzidos em meu interior,
senão pela ignorância e/ou desatenção
para com o meu Ser.

É nesta condição que abro guarda
e dou guarida ao meu ego...
deixando-me guiar pelo externo,
pelo que este produz e alimenta em mim:
"vontades", "desejos" e  "intenções" egoístas,
reações, energias e vibrações pesadas;
nocivas ao meu caminhar...

Na medida em que (procurei) procuro
“reparar-me” interiormente,
curo-me (curei-me) de seus sintomas
liberto-me (libertei-me) de seus efeitos.

Usee






sábado, 10 de setembro de 2016

Nossas cascas...


Postagem original aqui, em 13.02.2012


Nossas cascas...

Estive pensando numa imagem de minha infância... A imagem de um réptil que trocava de pele; deixando para trás uma “casca” transparente. Lembro-me que ficava intrigada, sem saber por que acontecia, só bem mais tarde, na minha meninice, vim saber de que animal se tratava e porque a troca de pele.
Outros seres também deixam suas cascas perdidas em algum lugar em certo momento da vida, outros, ainda, são revestidos de cascas, como proteção, e se mantém assim...

Mas, e as "nossas cascas", por que as mantemos?

...Não pude deixar de fazer uma analogia, e me colocar uma pergunta: porque nós, que nos revestimos tanto, de tantas cascas, não conseguimos deixá-las perdidas por aí?

É certo que temos nossas cascas...

Desde muito cedo somos revestidos e nos revestimos de valores, crenças, certezas, hábitos, manias, preconceitos, etc. e vamos deixando tudo isso grudar como uma ‘segunda pele’ 
(cada vez mais aderente), 
que passa a fazer parte de nós como se fosse nós próprios, e acaba por determinar o que, só aparentemente, somos.

Somado a isto, nossos medos, decepções, agonias, egoísmo, arrogâncias, etc. também vão se colando, feito ‘casca sobre casca’..., 
sem que tenhamos o entendimento de que tudo isso nos aparta do que verdadeiramente somos, constituindo uma “pessoalidade” que não é a nossa.


O que verdadeiramente somos...!?

Somos nosso Ser! 

E é ele que deve constituir e determinar nossa pessoalidade; nosso jeito, nossa singularidade, e por aí, nossa Unidade com toda Criação.
Para isso, é preciso que voltemos para nosso interior – nosso Ser –, que aí busquemos o entendimento, e nos revistamos... 
Que assim possamos abandonar nossas cascas...



[Usee]





A mente inocente não tem medo

Postagem original aqui, em 02.12.2014




A mente inocente não tem medo

O que traz libertação do medo,
e eu lhes asseguro que a libertação é completa,
é estar consciente do medo sem a palavra, sem tentar negar ou fugir do medo, sem querer estar em algum outro estado.

Se, com completa atenção você está consciente do fato de que existe medo, então descobrirá que o observador e o observado são o mesmo:
não há divisão entre eles.
Não existe observador que diz:
“Eu estou com medo”;
só existe medo, sem a palavra que indica esse estado.

A mente não está mais fugindo, não está mais tentando se livrar do medo, não mais tentando descobrir a causa e, portanto, não é mais escrava das palavras.
Existe apenas um movimento de aprendizagem,
que é resultado da inocência, e uma mente inocente não tem medo.

-JKrishnamurti, Collected Works, Vol. XIII,250,Choiceless Awareness-


http://www.jkrishnamurti.org/pt/krishnamurti-teachings/view-daily-quote/20141121.php?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+JKOnline_DailyQuotes_PT+%28JKOnline+RSS+PT%29





Nota do Arqueiro:  
A 'mente inocente' é aquela que não está racionalizando, que não está comparando nem esperando/desejando algo. 
Assim, livre das intenções (ganhos e perdas), se permite a ousar SER, ignorando os conceitos/estatísticas e dissolvendo/anulando o medo.

quinta-feira, 8 de setembro de 2016

A Escola do SONO - Omraam Mikhaël Aïvanhov:

Postagem original, em 25.09.2012



A Escola do SONO

"Para imensas pessoas,
dormir é ainda unicamente considerado como
uma função fisiológica. 
Elas estão fatigadas e adormecem.
Exatamente como comem porque têm fome,
sem tomarem consciência de que o sono,
tal como a nutrição e todas as outras funções fisiológicas,
pode ser vivido a um nível mais elevado
do que o plano físico.

Vós verificareis isso se adquirirdes o hábito de,
no momento de adormecerdes,
vos preparardes dizendo:

«Senhor,
durante o meu sono, eu quero instruir-me.
Aceita-me na tua escola de amor,
de sabedoria e de verdade,
para que eu aprenda a dar um sentido
cada vez mais rico à minha existência.»

No dia seguinte, quando despertais,
abri os olhos conscientemente e, durante alguns minutos,
começai por analisar o vosso estado interior,
os pensamentos e os sentimentos que vos vêm.
Descobrireis que recebestes
uma solução para um problema,
esclarecimentos sobre uma questão 
que vos preocupa…
Não vos levanteis sem ter feito esse exame."

-Omraam Mikhaël Aïvanhov-
Edições Prosveta