Postagem original, em 22.01.2014
O
alarme do relógio ou, despertador?
Você considera que o relógio, seja ele de
qualquer tipo,
tenha a condição de lhe despertar?...
Fomos levados a crer que sim,
que o relógio, ou algo externo, tenha este poder
e atributo;
mas...
O que qualquer relógio faz é nos alertar/comunicar/informar
sobre a hora, determinada ou não.
Uns
(como “os cucos”, os de igreja
e ou com a
função alarme ativada),
com sons ou luzes, informando sobre a ‘hora
cheia’ ou programada.
Porém, todos, independente desta função
programada,
estão sempre alertando, comunicando e
informando-nos sobre ela.
Os de sol com a sombra indicando, os de
ponteiros com suas passagens sobre os números, os digitais com os próprios
números,
e outros, com suas marcações...
O relógio foi criado/desenvolvido com a
finalidade de:
informar/comunicar/alertar/mostrar
sobre a hora/tempo decorrido dentro do dia ou de
parte dele.
Entretanto o que fazemos com isto, se: desempenhar alguma
tarefa ou compromisso, despertar/acordar ou mesmo nada;
isto é com cada um, é individual e
intransferível.
Repare se não é assim:
- Por quantas vezes no dia você escuta o sino da
igreja
ou o alarme do relógio de alguém,
olha para os ponteiros do relógio
ou vê os números em algum digital;
e não executa absolutamente nada,
ignora o alarme ou viu apenas por
curiosidade?...
- Em quantas situações o alarme do seu próprio
relógio
foi acionado e você o travou ou ativou a função
soneca?...
- Em outra via,
em quantas outras situações em que você se
encontrava extremamente envolvido com o horário de se levantar,
antes do alarme disparar no horário programado,
você já se encontrava acordado,
tendo-o feito uns 5 ou 10 minutos antes da
programação?...
Em todas as situações acima
(que em algum momento desta sua passagem
você as vivenciou e ou experienciou),
ficou
claro que o relógio não nos desperta!
Esta atribuição do ‘despertador externo’ teve e
tem o propósito
de nos manter atrelado ao controle dele,
externo.
De fazer com que não reconheçamos nossa
capacidade e condição
de interação e participação no TODO.
De nos considerarmos incapazes e dependentes,
sempre precisando de algo ou alguém para nos
conduzir,
impulsionar,
curar e etc...
Muitos estão fazendo uso da ‘programação mental’
com o intuito de substituir o ‘despertador
externo’,
trocando somente de programação,
seguindo os conceitos humanos, apartados que
julgam ser razoável, suficiente e até mesmo “um
avanço”/vitória
este “poder de reprogramação”;
sem ‘questionarem’ ou mesmo se preocuparem
de aonde isto as leva e ao que vincula...
Devemos lembrar que a LUZ não atua com
condicionamentos,
com manipulações ou controle.
Que Ela atua com o necessário, sem chantagens ou "vantagens";
e se nos entregarmos em confiança para atuarmos com e por Ela,
Ela atuará com
e por nós naquilo que nos for
necessário e devido;
alertando-nos/comunicando-nos
e informando-nos
sobre o caminho e situações ao nosso redor.
Mas, em momento algum Ela poderá nos despertar.
Esta “condição de despertar/acordar”, é nossa!
De cada um individualmente,
de acordo com o propósito, entrega e
entendimento.
Ou seja:
Nem o
relógio, a LUZ ou “qualquer mecanismo externo”,
pelo
Universo Evolutivo,
pode
efetuar este “poder de despertador”.
Isto seria
“ferir”, desrespeitar ou negar as Leis
que regem
o processo Evolutivo da Criação,
invadindo
o sagrado direito do livre-arbítrio
e do
crescimento pela experiência/vivência.
ArqueiroHur