INFORME

Muitos devem estar se perguntando a razão de não ter havido aqui, nenhuma mensagem ou texto sobre a situação que a humanidade está vivenciando.

Muito simples: tudo o que foi aqui exposto e proposto, foi para que pudéssemos ter a condição e o equilíbrio de transpor, em comunhão com o Universo Evolutivo, toda e qualquer situação/momento. Sem se ater ou embrenhar por algum ponto e, voltados sempre para o TODO.

O que está chamando muito a atenção e incomodando mais(para muitos), é o fato desta situação estar atingindo a toda humanidade e somente a ela (com seus parentes, vizinhos, amigos, conhecidos, conterrâneos, parceiros, enfim...), independente da classe social, da cor, do credo e da localização geográfica.

Mas, a fome (nos quatro cantos do planeta), a violência e assassinatos diários, as guerras, os extermínios de animais inocentes, as agressões às florestas, aos oceanos, ao solo e ao ar (a toda Mãe Terra), sempre estiveram presentes no cotidiano humano. E, estas barbáries (matanças) se mantiveram sendo ignoradas ou mantidas em segundo plano pela grande maioria de nós; mesmo elas não diferindo em nada ao que a humanidade está experimentando, em termos de massacre/mortes. Então, por qual razão tudo agora deve ser voltado a este ponto específico?

Assim, tecer qualquer comentário sobre esta situação (de onde veio e para onde irá...; a cura surgirá como... e etc..), será negar a tudo o que aqui foi transmitido, caindo no campo da especulação e alimentando à ilusão/sombra.

No mais, cuidem da sua energia/vibração (atentando aos pensamentos e atitudes), como estão sendo orientados a cuidar da higiene pessoal.

Que o Poder e a Ordem Divina se façam presentes em nosso caminhar.

ArqueiroHur


sábado, 30 de setembro de 2017

O que aconteceria se...? Talvez... - II e Ficar consciente do condicionamento


Postagem original, em 29.03.2014


O que aconteceria se...?  Talvez... - II

O que aconteceria se você se apercebesse
do seu controle e imposição da vontade aos do "seu redor"
e a si mesmo,
e deles procurasse abdicar?


Talvez viesse a compreender e aceitar 
que o caminhar é individual
(inclusive o seu),
e que a LUZ/Criação atua com a liberdade;
e quem sabe percebesse as oportunidades que foram,
e lhe são dadas para o seu caminhar/crescer.


E é "um talvez" sim!... Pois enquanto seus atos não forem 
geridos e gerados pela consciência, 
haverá sempre a possibilidade da negação ou das recaídas. 

Arqueiro
Hur




Postagem original, em 24.04.2015

Ficar consciente do condicionamento

Agora, pode a mente ficar consciente de seu próprio condicionamento e não tentar lutar contra ele?

Quando a mente está consciente de que é condicionada 
e não luta contra isto,
só então a mente está livre para dar sua completa atenção a este condicionamento.

A dificuldade é estar consciente do condicionamento sem a distração de tentar fazer alguma coisa a respeito dele.

Mas se a mente está constantemente consciente do conhecido,
isto é, dos preconceitos, das suposições, das crenças, dos desejos, do pensamento ilusório de nossa vida diária,
se ela está consciente de tudo isto sem tentar ficar livre,
então essa própria consciência traz sua própria liberdade.

Então talvez seja possível para a mente ficar realmente imóvel,
não apenas imóvel em certo nível de consciência e espantosamente agitada abaixo.

Pode haver total imobilidade da mente apenas quando a mente compreende a totalidade do problema do condicionamento,
como ela é condicionada,
o que significa olhar, de vez em quando,
cada movimento do pensamento, estar consciente das suposições, crenças, medos.

Então talvez haja uma total imobilidade da mente na qual alguma coisa além da mente pode surgir.

-J. Krishnamurti, Sydney 5th Public Talk 23rd November, 1955 The Collected Works-

-http://www.jkrishnamurti.org/pt/krishnamurti-teachings/view-daily-quote/20120616.php?t=Conditionning




sábado, 23 de setembro de 2017

Prática do silêncio - Francesco, o Mentor


Postagem original, em 10.07.2012



Prática do silêncio

É no silêncio interior que ouvirão
os Verdadeiros ensinamentos
advindos da FONTE do UNIVERSO,
que nada pede... respeitando seu livre-arbítrio.

Distraídos, 
não ouvem
nem sentem a PRESENÇA,
por demais estarem vivendo
suas próprias construções.

Filhos amados, pratiquem o silêncio,
sintam em silêncio...,
e confiem na LUZ, que em silêncio,
permanece UNA com O TODO iluminando.

Fiquem na Paz 
Francesco, o Mentor

por Lei-Fio



quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Pequenos Pensamentos - LXVI


Postagem origina, em 09.10.2011



             Quem se dá conta de que
             as pontes/atalhos que tomamos,
             são meras fugas que partem do nada
             e nos levam para lugar nenhum?


             Reconhecer as situações/questões
             e buscar saná-las, pelo entendimento,
             é o que nos põe no caminho
             do crescer e SER.
                                                                     ArqueiroHur





quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Perguntinhas “inocentes”

Postagem original, em 01.02.2013


Perguntinhas “inocentes”

Você consegue ou conhece alguém que possa:
- “prender” a LUZ ou ser seu proprietário?...
- atribuir-Lhe um peso, uma medida ou dimensão;
cor, cheiro ou textura?...
- emoldura-La, “molda-La”?...

É a LUZ não se manipula, não tem “dono”!

Então, como posso concordar em “enviar”,
mandar a LUZ para alguém,
se não a pego?...

Como posso “partilhar” algo que não
tem forma ou matéria para ser “dividido”?...

A “luz” que penso partilhar,
é fruto dos conceitos impostos,
do que desejo, para ‘quem quero’,
do que imagino (pelo que me disseram) 
ser o ‘certo e devido’;
sendo assim, algo denso .
Algo que imagino ‘possuir’, ter cor  e dar-lhe forma;
podendo, como tudo o mais aqui neste plano,
manipular por estar aqui, a minha disposição.


O que não percebo, entre outras coisas,
é a minha arrogância e pretensão
em ‘ter’ e poder enviar “luz”,
tendo-a e 'o outro' não.
Colocando-me, veladamente,
como superior e ‘mais poderoso’ que ‘o outro’.

Não distingo que esta ‘intenção’
(por melhor que nos pareça)
é manipuladora e controladora,
atuando dentro da ilusão;
e que dificilmente está em harmonia
e comunhão com a VONTADE DIVINA.

Ficando então escondidas,
as "perguntinhas inocentes" que não me faço:
- O que realmente envio e partilho,
pelo 'meu querer' e conceitos?
- Será que está de acordo com a Vontade Divina,
sendo assim o que o outro realmente precisa?

ArqueiroHur