Postagem original, em 03.12.2013
A quem deveria
pertencer...?
A quem deveria pertencer a dádiva, o princípio
e o destino da
vida?...
Esta resposta, na fala é do conhecimento de todos,
além de estar contida na essência da cada um...
Então,
o motivo de espanto não deveria ser ela, pergunta,
mas sim, a prática em negação a resposta,
pela conduta diária dos desejos e querer.
Sim!...
Entregamos a dádiva, o princípio e o destino da vida/passagem
aos nossos interesses/ego,
procurando de todas as formas e maneiras,
negar a própria Criação.
Desprezamos todos os seus princípios,
para termos os nossos desejos e vontades realizados/atendidos.
O que deixamos de perceber, com esta nossa conduta e postura,
é o “efeito” reverso da “vida que atraímos”.
Pois, quando “esquecemos” da Criação/Todo
para termos nossas carências e caprichos atendidos
(com as mais diversas formas, como: clones, inseminação artificial, "segurança", conforto, prazeres momentâneos,
“posição social” e status, “beleza” e aparência, “bens”
e etc., etc. e etc.),
ignoramos a dádiva
e o princípio, e alteramos o
destino da vida;
produzindo automaticamente a nulidade dela,
ou seja: decretamos a sua morte.
Sim!...
Produzimos um corpo doente
(incapaz de ancorar a LUZ
e ou de acompanhar a transição da Mãe Terra
-elevação energética da sua vibração-
pelas deficiências geradas e baixa vibração sintonizada);
automatizado, egocêntrico
e totalmente distante do seu propósito aqui,
que é entre outras “tarefas”: Evoluir.
Extirpamos a vida (nossa e alheia)
pela ignorância e violência,
estimuladas pela inveja, preconceito, raiva.
Fomentadas pelos conceitos, desejos e querer
e ou “sua contrariedade”...
Anulamos e ou “matamos” o Plano Divino do SER
e a oferta da Criação para esta passagem...
Assim, se você reconhece que
a dádiva, o princípio
e destino da vida pertencem à Criação,
verifique se você, no seu dia a dia, na sua prática,
atua de acordo com o "seu saber"
e se entrega ao propósito Dela.
Mens sana in corpore sano ("uma
mente sã num corpo são")
é uma famosa citação latina, derivada da Sátira X
do poeta romano Juvenal.
No contexto, a frase é parte da resposta do autor à
questão sobre o que as pessoas deveriam desejar na vida
(tradução livre):
"Deve-se pedir
em oração que a mente seja sã num corpo são.
Peça uma alma
corajosa que careça do temor da morte,
que ponha a
longevidade em último lugar entre as bênçãos da natureza,
que suporte
qualquer tipo de labores,
desconheça a
ira, nada cobice e creia mais
nos labores
selvagens de Hércules do que
nas
satisfações, nos banquetes e camas de plumas de um rei oriental.
Revelarei
aquilo que podes dar a ti próprio;
Certamente, o único caminho
de uma vida tranquila passa pela virtude."
... É algo que devemos observar:
"ao que" e "a quem" entregamos nosso corpo, mente
(pensamentos e atividades)
e caminho.
ArqueiroHur