INFORME

Muitos devem estar se perguntando a razão de não ter havido aqui, nenhuma mensagem ou texto sobre a situação que a humanidade está vivenciando.

Muito simples: tudo o que foi aqui exposto e proposto, foi para que pudéssemos ter a condição e o equilíbrio de transpor, em comunhão com o Universo Evolutivo, toda e qualquer situação/momento. Sem se ater ou embrenhar por algum ponto e, voltados sempre para o TODO.

O que está chamando muito a atenção e incomodando mais(para muitos), é o fato desta situação estar atingindo a toda humanidade e somente a ela (com seus parentes, vizinhos, amigos, conhecidos, conterrâneos, parceiros, enfim...), independente da classe social, da cor, do credo e da localização geográfica.

Mas, a fome (nos quatro cantos do planeta), a violência e assassinatos diários, as guerras, os extermínios de animais inocentes, as agressões às florestas, aos oceanos, ao solo e ao ar (a toda Mãe Terra), sempre estiveram presentes no cotidiano humano. E, estas barbáries (matanças) se mantiveram sendo ignoradas ou mantidas em segundo plano pela grande maioria de nós; mesmo elas não diferindo em nada ao que a humanidade está experimentando, em termos de massacre/mortes. Então, por qual razão tudo agora deve ser voltado a este ponto específico?

Assim, tecer qualquer comentário sobre esta situação (de onde veio e para onde irá...; a cura surgirá como... e etc..), será negar a tudo o que aqui foi transmitido, caindo no campo da especulação e alimentando à ilusão/sombra.

No mais, cuidem da sua energia/vibração (atentando aos pensamentos e atitudes), como estão sendo orientados a cuidar da higiene pessoal.

Que o Poder e a Ordem Divina se façam presentes em nosso caminhar.

ArqueiroHur


sábado, 11 de agosto de 2018

Quem precisa...? – III

imagem G1.com
Postagem original, em 20.11.2013




Quem precisa...? – III

Quem precisa da indumentária, de uma "beca",
de uma aparência 
para se ver e se fazer respeitado?...


Antes de que se responda pelos padrões e conceitos vigentes
(gostos e fantasias),
vamos ponderar:

- O SER, que é cônscio de que qualquer um
(independente do nível de consciência em que esteja,
do reino/espécie que seja,
da vibração em que atue
ou tarefas que efetue aqui nesta passagem),
é fruto da Criação,
tendo sua importância no TODO,
devendo assim ser respeitado;
necessita de (ou deve ter) 
algum aparato para “ser/se fazer identificado”
neste plano da ilusão e ignorância e interesses?...

- A “comunhão” pela identificação (sintonização),
deve ocorrer pela percepção/SENTIR da vibração
ou pelo “chamariz”/atrativo
(brilho, cor, aspecto...)
que faz o olhar se fixar, se embevecer;
que o inebria e hipnotiza?...



Pelo que você compreende e “concorda”
dos questionamentos acima,
dê sua resposta a pergunta inicial:

Quem precisa da indumentária, de uma "beca",
de uma aparência 
para se ver e se fazer respeitado?...



Ao que você cede e segue,
e o que pratica diariamente
é o que determina o seu rumo/destino.
O rumo da entrega ao crescimento/evolução
que lhe revela e atua com a Verdade;
ou o da estagnação/ilusão que lhe apresenta/mostra algo,
que falta com a veracidade, manipulado ou induzido.

ArqueiroHur



quarta-feira, 8 de agosto de 2018

Sobre a aura humana






Sobre a aura humana

Temos, já, o conhecimento de que a ‘aura humana’ é formada pelo conjunto dos corpos inferiores (etérico, emocional e mental). 
É também do nosso conhecimento, de que ela é suscetível às energias/vibrações externas, seja de almas (nossa e outras mais), do meio/ambiente em que nos encontramos e das de ‘outras pessoas’ (como inveja, raiva, magias e etc.).  E, portanto, algo variável e não previsível de se dizer como estará daqui a pouco.

Então, dentro desta constituição e condição que aqui neste plano nós estamos sujeitos; podemos afirmar ou aceitar, como é muito comum por aí, que a “aura de alguém é assim ou assado”, desta magnitude ou cor?...

Vejamos: o que podemos ‘ver/enxergar’, que seja por meio de ‘instrumentos’/aparelhos ou percepção, é, em geral, a situação momentânea. Nada mais do que isto! 

Sendo, realmente, poucos os que conseguem “ver/Sentir” além da aura ou da alma; ou seja, que percebem a vibração do SER ou da entidade, que ali naquele momento se faz presente. 
O nível de consciência do SER fica ‘escondido/adormecido’ quando encarnamos (sendo pelo trabalho de REVER/UNIFICAR que podemos ‘restaura-lo’ aqui neste plano), não sendo perceptível (ou reconhecida) para a grande maioria das pessoas em ‘seu estado normal’.

Que muitos já nascem com uma ‘relação energética’ superior ao ‘estado da maioria dos encarnados’, é correto!... 
E isto é devido ao processo evolutivo do planeta, que hoje ‘flutua’ numa vibração superior a de décadas passadas, fazendo desta forma que ‘outros chakras’ já venham abertos em quem está encarnando, estando em harmonia/adequado com a vibração permitida no planeta. 
Mas isto não quer dizer que ‘estes sejam superiores em consciência’ ou estejam numa vibração mais elevada. Apenas que seus corpos já estão ‘prontos/adaptados’ a sintonizar na vibração do planeta. 
Aqui, na Terra, sempre  foi assim; tanto que numa era remota na Terra, a humanidade dispunha apenas dos 3 primeiros chakras (básico, esplênico e solar) e, conforme foi havendo a mudança vibratória no planeta, foram sendo disponibilizados outros chakras, por onde os hindus nos orientaram com os “7chakras”. Mas que como bem já o sabemos, por nossa própria constituição e pelo processo planetário ser contínuo, possuímos mais alguns abertos além dos 7 que nos servem de referência. E, conforme damos continuidade ao nosso trabalho de REVER/UNIFICAR, outros mais poderão ser abertos de acordo com a vibração planetária. 
Ex: até o final da década de 50/início de 60, o 8º chakra era vinculado somente para alguns considerados como ‘especiais’ e ou “avatares”. No entanto, alguns que encarnaram neste período, já vieram com este chakra aberto, pois ele era/é necessário para o cumprimento do plano Divino do SER, além, de obviamente, estar em compatibilidade com a vibração planetária; deixando de ser assim, algo de extraordinário. E já na década de 80/90, tornou-se ‘normal esta abertura’ em todas as crianças nascidas neste período.   
Outro exemplo que podemos ter é a adaptação das ‘gerações mais novas aos eletrônicos’, superando sempre às anteriores, atuando de forma cada vez mais ‘íntima’ com os aparelhos e inovações surgidas, mas não denotando isto, de forma alguma, uma condição de ‘ser mais evoluído’ ou de consciência mais aflorada. Apenas esta interação e afinidade com a 'modernidade'.

   
Lembrando OROMASIS, em:A DISCIPLINA DO ENTENDIMENTO E DA ESCOLHA”:
“... O PRINCÍPIO BÁSICO,
É A IDENTIFICAÇÃO DAS ENERGIAS QUE CIRCUNDAM VOSSOS CORPOS (estão ao redor)...”

E este “princípio básico”, deve ocorrer levando-se em consideração à própria energia emitida/sintonizada pelo mental e emocional, e não só a externa.


Mas, o que ocorre quando aceito/me entrego às afirmações de que ‘a aura de alguém é especial e ou a de outro é negra/escura’?...
Será então que estou lidando com uma “entidade”/SER não encarnado, que não está sujeito as influências das energias densas e condições deste plano?...

A não identificação das energias é um dos maiores, se não o maior alimento da ilusão!
Por ela se propaga a dependência, a submissão, além das “permissões” mais nefastas, afastando-nos do caminhar.


Toda teoria e ou mesmo ‘vontade de atuar pela Luz’,
torna-se vã, se perde,
quando é ignorada a condição e energia existente e atuante neste plano/dimensão.

ArqueiroHur



sábado, 4 de agosto de 2018

Pequenos Pensamentos - CCLXVII

Postagem original, em 02.05.2014


Não é pelo desespero,
com súplicas, "promessas" e afins
que se coloca a LUZ sobre o caminhar,
situações e questões.

A LUZ se instala pela busca
da compreensão/serenidade,
pela prática da Verdade e entrega a Justiça Divina.
Pelos passos que reflitam a humildade/igualdade.

Pois, é você quem muda a sua vibração,
atuando com consciência
e assim, se sintonizando com Ela, LUZ
à cada momento, em todo lugar.
Pelo rompimento com o 'medo',
com o querer e com os conceitos/vontade.
                                                  ArqueiroHur




Nível e estágio - nuances

Postagem original, em 04.09.2013



Nível e estágio - nuances

Tentando entender:

Nível: é o ponto de consciência que adquirimos e praticamos,
onde as situações são do nosso conhecimento/entendimento
e não nos causam “surpresas” ou entraves.
Temos atitudes de acordo com a necessidade
que o momento requer, sem romper  o equilíbrio
ou desconsiderando as Leis da Criação.

Estágio: é a fase em que nos encontramos
dentro de cada nível,
onde as situações servem-nos de “testes”,
revelando pelas nossas reações
o conhecimento/entendimento que adquirimos.    


Então, pode-se mudar de nível de consciência
sem se ter reconhecido o estágio em que
se encontrava ou se encontra?...

Pelos conceitos, regras e vibração emanadas pela e na sociedade,
acredita-se que sim,
que se possa mudar de nível/ascender
mantendo os mesmos padrões, práticas, crenças...

Mas e o seu interior, que carrega em si a centelha Divina 
e a sua Verdade,
o que ele lhe aponta?...

Ele, com certeza, não crê que haja evolução sem trabalho,
e sabe que para que possa ocorrer o devido trabalho,
têm-se de ter reconhecido o estágio em que se encontra,
pois é por  este reconhecimento que se dá aprendizado.

Vejamos:
Se uma criança na pré-alfabetização não reconhecer que
necessita da orientação da professora para ler e escrever,
negando/resistindo ao seu auxílio
(sem humildade para reconhecer seu estágio e situação:
analfabeta ou iletrada),
irá ter a mesma tramitação, facilidade e desenvoltura
na escrita e sua identificação como os “seus coleguinhas
de classe que aceitaram a ajuda”?...

Ok!... alguns podem ‘estar dizendo’ que há exceções.
Sim! Na educação formal do mundo,
pode sim ocorrer exceções,
por influência da família e de outros fatores,
como o próprio nível de consciência do SER.
Porém, no processo Evolutivo da Criação, NÃO!
Pois não ‘se queimam etapas’ Nele.

Nele não há variantes ou ponderações,
uma vez que Ele é regido pela Justiça, Igualdade
e Verdade Divina.
Sendo o nível de consciência determinado pela
prática e comunhão com o TODO efetuada.

Não pela “fala, desejo ou pretensão”,
muito menos pela “consideração de A, B ou C”...
 


Assim, devemos antes de procurar “passar de nível”
ou ascender, “ser algo maior”,
reconhecer o estágio em que nos encontramos
e trabalharmos nele,
para que a partir deste ponto/condição/limitação,
possamos “despertar”
(aprendendo a “ler e escrever”,
rompendo com os entraves, transpondo as limitações)
e acessar o nível de consciência do nosso Ser,
aceitando-o
(mesmo que ele contradiga e contrarie seus conceitos
e desejos)
e realizando, por permissão, as tarefas que a Ele cabem.

Deixando a “passagem de nível” ser algo coordenado
e determinado pelo Universo Evolutivo,
nosso orientador e guia mestre neste processo/caminho.

ArqueiroHur