INFORME

Mediante os movimentos aos quais devo proceder e acatar, em respeito a vocês, meus Queridos Irmãos (ãs), ainda estou aqui. Entretanto, pode acontecer que as postagens não ocorram de forma como vinham se dando: diariamente.
Desta forma, não estranhem caso haja tal situação.
Que a Ordem Divina, permaneça em nosso caminho.

quinta-feira, 15 de setembro de 2016

MAZELAS HUMANAS

Postagem original, em 09.08.2014



MAZELAS HUMANAS

Qual a "maior mazela" que enfrentamos:
a dos “véus da ignorância”, que nos colocam sob a tutela dos conceitos, desejos, do medo, dos prazeres, da dor e etc.,
ou a que promovemos para não reconhecer e ter de enfrentar, confrontar a ignorância em nós mesmos ou no nosso meio.
Todo o nosso esforço para negarmo-nos como formatados?

Mas de qual mazela, afinal de contas, estamos a falar aqui?

MAZELA
n substantivo feminino
1     falha moral, mácula na reputação; estigma, labéu
Ex.: ele já não engana mais, suas m. são bem conhecidas do público
2     Derivação: por analogia.
ferida que apresenta lesão externa; pisadura, chaga
3     Derivação: por extensão de sentido.
conjunto de perturbações patológicas; doença, moléstia
4     Derivação: sentido figurado, por extensão de sentido.
aquilo que aflige, consome
Ex.: mazelas da alma
5     Derivação: sentido figurado.
falta de recursos; pobreza, penúria
6     Derivação: sentido figurado.
grande desgosto

fonte: HOUAISS


Pois é!..., a mazela humana está bem enquadrada  em todas as definições acima,  sem exclusão nenhuma,
com as “doenças físicas ou psicossomáticas”,
com as “ações egoístas” efetuadas pelos interesses,
com a “ambição do ter”, enfim...

... Se pudéssemos colocar os “véus da ignorância” e a sombra
em um lado/prato da balança,
e do outro lado,
o entendimento/alertas e proteção que o Universo Evolutivo sempre nos proporcionou e proporciona;
poderíamos verificar que não há uma diferença tão notória entre eles, quanto imaginamos, supomos e consideramos.   
Basta para tanto, que ao invés de ficarmos nos lamentando diante dos fatos ou do estado em que nos encontramos, preocupados com o que possamos “perder” ou vislumbrando o que “ganhar”,
tenhamos a postura de nos permitir à observar 
(mesmo que depois das ocorrências) 
o que nos era/foi/é ofertado diante de cada situação.

É!..., sob cada momento, em toda e qualquer situação, por seguirmos ao nossos interesses 
(que pode ser até mesmo o de não “enfrentar  o medo”), 
instituímos que a balança pende para o lado da sombra/ignorância;
negando, ignorando e desprezando as ações provenientes da LUZ,
que se apresentou fornecendo-nos o “caminho diferente dos nossos conceitos e vontades” e “equilibrando a balança”.

Portanto,
assim como não é o medo o maior vilão, mas o que produzimos para negá-lo e escondê-lo;
a “maior mazela humana” não são “os véus da ignorância”
e sim,
tudo o que produzimos para que a nossa fragilidade, pequenez,
carência, ganância, inveja e etc., não sejam detectados.
Onde, como exemplo, chega-se mesmo a ter a postura/conduta de “pobre coitado” com o intuito de que seja encoberto/disfarçado o controle/atenção que queremos obter ali.  

As “modificações” só ocorrem diante daquilo que reconhecemos.
Tudo o mais, que negamos, fica apenas 
“mais escondido/camuflado” e fortalecido.

As mazelas nada mais são do que as consequências do que evitamos.
Não havendo cura para elas, senão pelo reconhecimento/aceitação das suas origens.
ArqueiroHur