INFORME

Muitos devem estar se perguntando a razão de não ter havido aqui, nenhuma mensagem ou texto sobre a situação que a humanidade está vivenciando.

Muito simples: tudo o que foi aqui exposto e proposto, foi para que pudéssemos ter a condição e o equilíbrio de transpor, em comunhão com o Universo Evolutivo, toda e qualquer situação/momento. Sem se ater ou embrenhar por algum ponto e, voltados sempre para o TODO.

O que está chamando muito a atenção e incomodando mais(para muitos), é o fato desta situação estar atingindo a toda humanidade e somente a ela (com seus parentes, vizinhos, amigos, conhecidos, conterrâneos, parceiros, enfim...), independente da classe social, da cor, do credo e da localização geográfica.

Mas, a fome (nos quatro cantos do planeta), a violência e assassinatos diários, as guerras, os extermínios de animais inocentes, as agressões às florestas, aos oceanos, ao solo e ao ar (a toda Mãe Terra), sempre estiveram presentes no cotidiano humano. E, estas barbáries (matanças) se mantiveram sendo ignoradas ou mantidas em segundo plano pela grande maioria de nós; mesmo elas não diferindo em nada ao que a humanidade está experimentando, em termos de massacre/mortes. Então, por qual razão tudo agora deve ser voltado a este ponto específico?

Assim, tecer qualquer comentário sobre esta situação (de onde veio e para onde irá...; a cura surgirá como... e etc..), será negar a tudo o que aqui foi transmitido, caindo no campo da especulação e alimentando à ilusão/sombra.

No mais, cuidem da sua energia/vibração (atentando aos pensamentos e atitudes), como estão sendo orientados a cuidar da higiene pessoal.

Que o Poder e a Ordem Divina se façam presentes em nosso caminhar.

ArqueiroHur


segunda-feira, 10 de outubro de 2016

CICLOS

(Foto Ivan Dementievskiy) - G1.com
Postagem original, em 12.12.2012


CICLOS

Embora não tenhamos sido ‘preparados’ para lidar
devidamente com isto, 
mas a vida sobra a Mãe Terra, nesta dimensão,
se desenvolveu e se desenvolve em torno de ciclos, 
tanto individualmente, como na própria humanidade
e planeta.

Quem não ouviu falar na ‘era’ dos Egípcios, dos Romanos;
recentemente na ‘revolução industrial’ ou mesmo nesta que
vivemos: a  ‘era tecnológica’?
Cada uma destas citadas e tantas outras, formam ciclos que
marcaram e marcam com suas características próprias,
a vida aqui na terra...


(Foto Ivan Dementievskiy) - G1.com


Em termos individuais, nós humanos, temos nossos ciclos
próprios de desenvolvimento: 
o da gestação, o do bebê de colo,
o da criança aprendendo a ler e escrever, o da adolescência,
e assim por diante... 
o famoso “nascimento, vida e morte”.

Cada período deste (ciclo), fez parte do nosso caminho
e aprendizado e deveriam, após suas conclusões,
ficarem lá, onde eles se deram.
Assim como fizemos, em termos de humanidade, 
com o chanti egípcio (roupa) e as bigas romanas (carroça),
que foram substituídas por carros e vestimentas como calças
e vestidos.
Mas o desconhecimento apropriado sobre eles, nossos ciclos,
nos fazem carrega-los
(mesmo devendo estarmos muito adiante),
com as suas marcas e incompreensões, 
por apego e ou posse, 
criando travas no nosso caminhar.

(Foto Ivan Dementievskiy) - G1.com

Alguns podem estar questionando, o por quê deste
‘meu falatório todo’ neste momento; e mesmo dando-lhes razão,
é simples o motivo:
o final de um dos ciclos da Mãe Terra
Sim!... a Mãe Terra esta 'deixando um ciclo'
(saindo de um estado de vibração/dimensão),
como foi anunciado,profetizado e nos apontado, 
para que tivéssemos o entendimento sobre ele.
Pois, é um fator que afeta diretamente à tudo que aqui, 
abrigado Nela, se encontra.


E como não se entra na ‘faculdade’ sem ter-se o primário,
também não se poderá acompanhar o processo da Mãe Terra
se nos mantivermos ‘presos’, atrelados aos ciclos que já
deveriam terem sido desapegados, ‘deixados lá’.

Assim, se desejamos viver este momento único 
(da transição Planetária), 
devemos assumir que já sabemos “ler e escrever”,
deixando este ciclo de aprendizado, 
ou de ver-nos como 'bebes'
(desfazendo-nos, dos desejos, da vontades, dos apegos...)
e nos responsabilizarmos pelo nosso caminhar,
permitindo ao nosso SER ditá-lo, conduzi-lo.
ArqueiroHur