INFORME

Mediante os movimentos aos quais devo proceder e acatar, em respeito a vocês, meus Queridos Irmãos (ãs), ainda estou aqui. Entretanto, pode acontecer que as postagens não ocorram de forma como vinham se dando: diariamente.
Desta forma, não estranhem caso haja tal situação.
Que a Ordem Divina, permaneça em nosso caminho.

sábado, 15 de outubro de 2016

Os caminhos de nossa Mente.



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Os caminhos de nossa Mente.

UM EXEMPLO: Por três vezes (Talvez para crer! Rss...), estive envolvida em situações de conflito com colegas, em meu ambiente de trabalho. Quando isto ocorreu (na primeira e segunda vez), uma vez em casa, começava a sentir meu corpo diferente, pesado, a sentir incômodos físicos (calafrios, dor até) e emocionais, a sentir a mente retraída, “martelando” pensamentos raivosos e de indignação, pois me considerava com a razão. Então, me fechava em meu quarto, e como vítima deixava correr solta essa coisa. No dia seguinte, depois de saturar (de cabeça fria), começava a melhorar, ainda que continuasse a remoer por dias certos pensamentos e sentimentos (que vinham sem que eu conseguisse barrar). 
Na terceira vez, procurei observar como e porque havia me deixado contaminar, não pelos outros, mas por mim mesma, por dar espaço ao que minha mente produzia e alimentar isto, diante de uma situação de conflito ou de uma expectativa frustrada. Observei que a própria situação de conflito e expectativa não tinha outra origem senão em mim, na abertura que eu dava para que aquilo ocorresse... E o efeito dessa observação foi a “gota d’Água” para que meu corpo e emocional não se abatesse como das primeiras vezes... 

Então pude entender...

Se nos colocarmos na condição de observadores de nós mesmos, dos nossos processos mentais (diante dos conflitos externos e internos), veremos que somos os únicos responsáveis pela saúde ou pela doença que nosso corpo e mente gozam ou padecem. Além de compreender, como se formam em nós o conhecimento, as opiniões, as crenças, conceitos, dogmas, valores etc. (Esse último, mote para outro escrito).

Observe-se! Observe sua mente e pensamentos por um momento! Observe o que são aí produzidos! E observe suas reações!

A grandessíssima parte dos pensamentos que nossa mente produz é negativa (são depreciativos, tristes, rancorosos, cármicos, produzem o ódio, o medo, potencializa a violência...), e pouca parte é positiva (de alegria, amorosidade, etc.).

(Risos). A experiência de auto-observação pode produzir em nós a necessidade vital de silenciar os pensamentos negativos, e dar vida aos positivos... (que maravilha isto!). Me pego muitas vezes neste esforço! E chego a rir de mim...

Mas, para opor à involuntariedade da mente seria preciso substituir ou suprimir os pensamentos negativos, e seria preciso um afastamento completo de tudo que a estimula, 'o que é impossível, uma vez que estamos no mundo, suscetíveis de sermos atingidos'...(Sério que penso assim?? Ooooh!! Mas que desculpa genial para continuar a não me observar!).

(Tenho pra mim que só uma mente completamente iluminada chega a este estágio, da mais completa consciência da mente, do que ela é, de suas ações, de seus caminhos, etc.).

Bom, podemos fazê-lo por alguns segundos (afastar-nos voluntariamente de tudo que estimula nossa mente e afastar ou substituir os pensamentos negativos). E podemos repetir muitas vezes esses poucos segundos, através da prática do silêncio, e do concomitante exercício de respiração e inspiração (Meditação). Experimente! E veja o que acontece! (sobre isso falarei noutro momento).

(Quiçá, de tanto praticar, manteremos nossa mente iluminada, consciente do que ou quem, ela é..., do que e como age e reage).

O fato a considerar imediatamente é que os nossos processos mentais podem produzir danos seríssimos ao nosso corpo mental e físico, vindo a incidir nos demais corpos (emocional, etérico, espiritual); como em cadeia. E nós somos os únicos responsáveis por esse processo, estado e consequências, uma vez que deixamos de observar a origem de cada pensamento que a mente produz (a fim de saná-lo, repará-lo ou deixa-lo ir, com a mesma liberdade que chegou).

Sim! Somos os responsáveis por todos os estados que se instalam em nossos corpos, quer de saúde, quer de doença, quer de tristeza, quer de alegria, quer de ignorância, quer de consciência! (Permito com satisfação que me contrariem quanto a isto!).

Neste sentido, “a consciência examinando a si mesma”, é a condição para uma vida emocional, física e espiritual saudável...

E partindo do Princípio de que somos parte de um Todo, e que encerramos em nós esse Todo; na Unidade, cabe-nos a tarefa de estar conscientes dos caminhos de nossa mente (de nossos processos mentais), bem como de assumirmos a responsabilidade por estes.

Este é o entendimento a que cheguei, auxiliada por muitos irmãos, de todos os reinos, direta ou indiretamente, sobretudo em situações limites..., de muito aprendizado.



Usee