INFORME

Mediante os movimentos aos quais devo proceder e acatar, em respeito a vocês, meus Queridos Irmãos (ãs), ainda estou aqui. Entretanto, pode acontecer que as postagens não ocorram de forma como vinham se dando: diariamente.
Desta forma, não estranhem caso haja tal situação.
Que a Ordem Divina, permaneça em nosso caminho.

sábado, 7 de janeiro de 2017

Sobre o querer

Postagem original, em 08.12.2014




Sobre o querer

Há de se romper com o “querer” que é fruto dos conceitos, calcado nos interesses.

Ele reflete as carências, as ambições, a ignorância; conflitua e guerrilha com a Vontade Divina, com o processo evolutivo do TODO.
Ele é o que fortalece o egoísmo, a separação...



Queremos “o melhor para os nossos filhos”.
Mas, em que isto se baseia?... O “melhor” aos olhos de quem?...

Este “melhor” é sempre fruto da cultura, da formatação, das condições sociais (financeiras, educacionais) e de seus valores morais. Fatores que acabam se chocando/contrapondo com os ‘valores dos que cresceram’ sob outra cultura/formatação.

Tivemos em nossa historia planetária, como exemplo, sociedades que consideravam uma honraria ter algum de seus filhos/filhas ou parentes, “escolhidos para serem oferecidos em sacrifícios aos deuses”. Sentiam-se, estes familiares (pais, irmãos, cosanguíneos), “superiores” por terem uma proximidade sanguínea com o “escolhido”. Afinal isto gerava uma “proximidade com o deus agraciado” e óbvio, alguma benesse social.
Hoje, a grande maioria da nossa sociedade, considera esta prática do sacrifício humano uma barbárie, uma atrocidade. Contudo, sem a observância das próprias mazelas produzidas, como: a fome, a desigualdade social/econômica, a separação por “cor”/etnia e mesmo de localidade (bairros, cidades, regiões, países). Com o descaso com os idosos na maioria dos “cantos” deste planeta.
Não seriam estas atitudes/postura, também “um sacrifício aos deuses do ter, do conforto, do progresso”; onde não importa se “um outro” passe fome ou viva relegado, em condições de abandono ou necessidade, desde que eu possua “meus bens”, meu status?...
    
Ou seja, pode-se mudar as sociedades, por eras, continentes, línguas e etc., que, enquanto o que nos nortear for o individualismo (o “meu” isto ou aquilo), os conceitos, a desconsideração da energia e do TODO, nada em principio/base se modifica. Tudo acabará tendo o “mesmo fim”.

A mudança da vibração de uma sociedade somente ocorre quando os valores individuais foram modificados pela consciência e não pela força, pelo poder ou hábito/interesse.

Assim, procure atuar sobre o “seu querer”, reconhecendo-o, para que possa vir a permitir à consciência do Ser/TODO se instaurar. 
ArqueiroHur