INFORME

Muitos devem estar se perguntando a razão de não ter havido aqui, nenhuma mensagem ou texto sobre a situação que a humanidade está vivenciando.

Muito simples: tudo o que foi aqui exposto e proposto, foi para que pudéssemos ter a condição e o equilíbrio de transpor, em comunhão com o Universo Evolutivo, toda e qualquer situação/momento. Sem se ater ou embrenhar por algum ponto e, voltados sempre para o TODO.

O que está chamando muito a atenção e incomodando mais(para muitos), é o fato desta situação estar atingindo a toda humanidade e somente a ela (com seus parentes, vizinhos, amigos, conhecidos, conterrâneos, parceiros, enfim...), independente da classe social, da cor, do credo e da localização geográfica.

Mas, a fome (nos quatro cantos do planeta), a violência e assassinatos diários, as guerras, os extermínios de animais inocentes, as agressões às florestas, aos oceanos, ao solo e ao ar (a toda Mãe Terra), sempre estiveram presentes no cotidiano humano. E, estas barbáries (matanças) se mantiveram sendo ignoradas ou mantidas em segundo plano pela grande maioria de nós; mesmo elas não diferindo em nada ao que a humanidade está experimentando, em termos de massacre/mortes. Então, por qual razão tudo agora deve ser voltado a este ponto específico?

Assim, tecer qualquer comentário sobre esta situação (de onde veio e para onde irá...; a cura surgirá como... e etc..), será negar a tudo o que aqui foi transmitido, caindo no campo da especulação e alimentando à ilusão/sombra.

No mais, cuidem da sua energia/vibração (atentando aos pensamentos e atitudes), como estão sendo orientados a cuidar da higiene pessoal.

Que o Poder e a Ordem Divina se façam presentes em nosso caminhar.

ArqueiroHur


sexta-feira, 15 de abril de 2016

“Não consigo ver diferente”... - Pensamento



“Quem busca a LUZ para atuar
com e pela Mãe Terra,
procura se libertar das suas carências.
Vê o processo como o objetivo,
não a si mesmo, com seus caprichos.”

Sim!
Quem busca a Luz para atuar deve estar liberto 
e deve ver o processo como objetivo!

“Não consigo ver diferente”...


                                  
                                            Postagem original, em 24.07.2012


Não há dúvida de que nossas carências
(de toda natureza, não apenas afetiva)
e nossos caprichos
(todos eles, mesmo os mais sutis)
emperram o caminhar,
põe barreira na relação com nosso Ser,
mina nossa determinação,
produz maus pensamentos, julgamentos...
e, por isso, nos desvia do objetivo,
quando a este nos dispomos...

Evidentemente que encaramos nossas carências
e caprichos como algo natural (nosso),
porém, se os outros nos acusam de sermos “carentes”
e de agirmos por “capricho” ofende e dói;
dói muito!
Reconhecer-nos nesta condição nos minimiza,
evidencia nossa fraqueza...

Sequer nos damos conta
que estes têm origem no externo;
vem de fora
(de situações, condições, apegos,
das “coisas”, etc.),
que apenas nos servem de “muleta” e "escora"...
Seu assento? Sentimentos fúteis e efêmeros
(nunca reconhecidos nesta condição).
Fato é que incide sobre nós
e determina nosso modo de ser,
nosso jeito de viver, nossas atitudes,
relações e relacionamentos.

A carência e o capricho
tem por companheira a “solidão”.
E aí, para “resolvê-las”,
há quem se “joga no mundo”
(da diversão vazia, do consumo,
dos relacionamentos fáceis, vazios e superficiais,
das supostas “amizades”...).

Felizmente as carências,
assim como o capricho e a solidão,
não integram nosso Ser;
são externos a Ele,
estão em nós feito “crosta”, feito véu, feito capa...

Deste modo, na medida em que
“reconhecemos” esta nossa condição,
podemos “revê-la” e afastá-las.
Não para “perdermos o rótulo de “carente”
(da solidão e do capricho),
mas para não nos permitirmos mais
a esta “sintonia e vibração”...

Só assim nos tornamos libertos, livres de todos os apegos,
e capazes de nos sintonizar com nosso Ser...

Há um caminho a seguir, sim!
E há um objetivo e um fim; um ponto de chegada!
Que eu tenha determinação (que tenhamos).
Que eu busque a Luz para atuar e Ser... em vista desse fim...
Assim seja!

Usee






quinta-feira, 14 de abril de 2016

Pequenos Pensamentos - XXIV

                             



Postagem original, em 13.08.2011
                                                     
                  
                  
                  O que se aprende,
                  não se fala nem se esquece.
                  Apenas se pratica e se É.


                  O que se recorda,
                  se comenta...

                  São os ecos das sombras
                  que teimamos em esconder.
                                                           ArqueiroHur





quarta-feira, 13 de abril de 2016

Pequenos Pensamentos - CXXV


Postagem original, em 19.12.2011


              "Se Jesus não tivesse tido 
              os inimigos que teve,
              não teria Ele vencido nada."
                                            -Pai Joaquim de Aruanda-




             Desta forma,
             mais vale "ser visto" como "inimigo"
             pelos que faltam com a verdade
             e manter-se ereto no caminho, 
             do que ter como "companhia" e "amigos"
             os hipócritas,
             "fechando-se", por tal conduta e escolha,
             para a LUZ.

                                                                          ArqueiroHur



segunda-feira, 11 de abril de 2016

Quando nossas escolhas nos aprisionam...

Postagem original, em 25.04.2012


Quando nossas escolham nos aprisionam...

Há quem afirme “ser livre”
por ter feito ou por fazer escolhas.
E é comum pensar-nos livres
quando “podemos” escolher.

Na medida em que escolhemos,
decidimos por um caminho ou destino
(que, em geral, supomos e/ou cremos ser o melhor),
então, convém perguntar se “tais” escolhas
constituem um ato de liberdade.

Muitas vezes, as escolhas que fazemos
nos levam ao aprisionamento a algo,
a alguém, a alguma situação ou condição...
Então, ao invés de constituírem um ato livre,
constituem uma prisão.

Em geral o que nos aprisiona (mais)
se mostra (muito) atraente, seduz, enreda...,
enche os olhos, alimenta a vaidade...
São coisas, objetos, pessoas,
situações, condições, lugares, ambientes, etc.,
que nos habituam, viciam,
levam a dependência,
a falta de amor próprio, etc.

Além de nos aprisionar (e por fazê-lo), 
muitas das nossas escolhas nos limitam,
conserva-nos na ilusão,
alienados a valores
ou situações que nos impedem
de olhar para dentro de nós mesmos...

As consequências destes “limites”
e “impedimentos” estão aí, bem explícitas...

Então, que tal perguntar-nos:

Aonde minhas escolhas
tem me levado (ou levam).

A/ao que elas me prendem? E como o fazem?

Por outro lado, 
é preciso ter clareza das escolhas
que nos fazem verdadeiramente livres...

Temos a clareza?

Usee