INFORME

Muitos devem estar se perguntando a razão de não ter havido aqui, nenhuma mensagem ou texto sobre a situação que a humanidade está vivenciando.

Muito simples: tudo o que foi aqui exposto e proposto, foi para que pudéssemos ter a condição e o equilíbrio de transpor, em comunhão com o Universo Evolutivo, toda e qualquer situação/momento. Sem se ater ou embrenhar por algum ponto e, voltados sempre para o TODO.

O que está chamando muito a atenção e incomodando mais(para muitos), é o fato desta situação estar atingindo a toda humanidade e somente a ela (com seus parentes, vizinhos, amigos, conhecidos, conterrâneos, parceiros, enfim...), independente da classe social, da cor, do credo e da localização geográfica.

Mas, a fome (nos quatro cantos do planeta), a violência e assassinatos diários, as guerras, os extermínios de animais inocentes, as agressões às florestas, aos oceanos, ao solo e ao ar (a toda Mãe Terra), sempre estiveram presentes no cotidiano humano. E, estas barbáries (matanças) se mantiveram sendo ignoradas ou mantidas em segundo plano pela grande maioria de nós; mesmo elas não diferindo em nada ao que a humanidade está experimentando, em termos de massacre/mortes. Então, por qual razão tudo agora deve ser voltado a este ponto específico?

Assim, tecer qualquer comentário sobre esta situação (de onde veio e para onde irá...; a cura surgirá como... e etc..), será negar a tudo o que aqui foi transmitido, caindo no campo da especulação e alimentando à ilusão/sombra.

No mais, cuidem da sua energia/vibração (atentando aos pensamentos e atitudes), como estão sendo orientados a cuidar da higiene pessoal.

Que o Poder e a Ordem Divina se façam presentes em nosso caminhar.

ArqueiroHur


quinta-feira, 28 de julho de 2016

Nossos movimentos interiores...




Foto: Aleh
Postagem original aqui, em 07.10.2012

Nossos movimentos interiores...
Que sentido (direção) tomam nossas atitudes ou ações?
De qual vibração origina e que vibração produz
(do que resulta e o que provoca ou gera)?
Sabemos?

Constitui um ato de observação
e atenção interior (consciência) 
identificá-las.

Nossos movimentos interiores,
 'se frutíferos" – nos fazem 'crescer'
(generosidade, solidariedade, amorosidade...)
'se estéreis' – nos deixam/mantêm na ignorância
(arrogância, interesse, egoísmo...)

Então, uma vez reconhecidos,
podem ser conscientemente irradiados
ou reparados e revistos.

Esta é uma “condição necessária”
para dirigir nossas atitudes e/ou ações.

Usee




Atenção não é concentração - J. Krishnamurti

Postagem original, em 18.03.2014 



Atenção não é concentração - J. Krishnamurti 

Atenção não é concentração.
Quando você se concentra, como a maioria das pessoas tenta fazer
- o que acontece quando você está se concentrando?

Você está se isolando, resistindo, afastando todo pensamento,
exceto aquele determinado pensamento, aquela determinada ação.
Assim, sua concentração gera resistência,
e, portanto a concentração não traz liberdade.

Por favor, isto é muito simples se você observar a si mesmo.

Mas desde que você esteja atento,
atento a tudo o que está acontecendo com você, atento à sujeira,
à imundície da rua, atento ao ônibus que está sujo,
atento a suas palavras, seus gestos,
à maneira como você fala com seu chefe,
à maneira como você fala com seus funcionários,
seu superior, seu subalterno,
o respeito, a insensibilidade com aqueles que estão abaixo de você,
as palavras, as ideias
- se você estiver atento a tudo isso, não corrigindo,
então nessa atenção você pode conhecer um tipo diferente de concentração.

Você estará então cônscio da paisagem, do barulho das pessoas,
pessoas conversando ali no telhado,
você tentando abafa-las, pedindo a elas para não falarem, virando sua cabeça;
você estará cônscio das diversas cores, as roupas
e mesmo assim a concentração continua.

Esse tipo de concentração não é exclusivo, nela não há esforço.
Ao passo que a mera concentração exige esforço. 

- J. Krishnamurti ,The Collected Works vol XV, p 321-



Nota do Arqueiro: A "meditação" é muito praticada, erroneamente, pela atitude da concentração,
fixando-se num ponto/questão. Situação em que "nos encerramos" nela, fechando a porta para a solução pela LUZ. 
E mais, "o esvaziamento da mente" não pode ser uma coisa forçada ou mesmo manipulada por qualquer técnica ou pessoa. 
Ela deve ocorrer de forma natural, pelo entendimento deste silêncio.  

A LUZ observa, percebe e RESPEITA ao Todo e à Vontade Divina (sua ATENÇÃO está nisto, no TODO); ofertando soluções que visam ao crescimento/consciência, 
e de acordo com a Justiça Divina e Sua Igualdade.
E não ao agrado das nossas vontades.



segunda-feira, 25 de julho de 2016

Enganamo-nos ou nos iludimos?


                                                           Google imagem              
                          Postagem original aqui, em, 17.04.2012     





Enganamo-nos ou nos iludimos?

Na origem dos nossos enganos estão nossos interesses.
Mas, obviamente o negamos...

Convém pensar: quando é que nos sentimos enganados
ou sentimos que equivocamos em relação a algo,
alguém, a uma situação ou condição esperada?

Quando desejamos ou queremos, quando planejamos,
traçamos objetivos, esperamos delas,
é pelo interesse que isto acontece...

Não?

Analise o fundo de um engano qualquer!
Por que julgamos que nos enganamos?
Por qual motivo o engano ocorreu?

Façamos o caminho de volta, partido do engano,
atentos a cada aspecto do caminho... 
A conclusão certamente vai nos remeter
a uma perspectiva não atendida
(algo esperado não aconteceu
ou não saiu como o esperado),
e isto está ligado a um interesse
(seja ele qual for!)... 
O não atendimento desse interesse
gerou nossa frustração, nos desestabilizou,
por isso o reconhecemos como “engano”.

É fato que isto acontece! 
No entanto, raramente nos serve de exemplo
ou aprendizado,
pouco ou quase nunca nos leva a refletir,
pelo contrário,
no decorrer da nossa vida vamos nos enganando
e reconhecendo o engano,
sem sair deste do circulo vicioso...

O engano decorre mais concretamente
da(s) ilusões que nos damos,
ilusões a que submetemos nosso Ser,
pelo distanciamento que tomamos dele.

Costumamos “nos reconhecer”
pelo conjunto de impressões que temos de nós mesmo
ou pelo efeito dessas sobre os outros.
Nosso “ego” é a forma mais óbvia desse reconhecimento...
E este, longe de nos levar ao reconhecimento do nosso Ser
(longe de nos fazer voltar para nós mesmos),
aparta-nos dele.

É aí que experimentamos o engano de forma mais concreta:
vivemos a ilusão de “ser” o que não somos...
O pano de fundo desta ilusão? 
Nossos interesses!
                                                    Usee


sexta-feira, 22 de julho de 2016

De que adianta?


Imagem: Aleh
Postagem original aqui, em 26.07.2013

De que adianta?


De que adianta ter ouvidos e não escutar,
ter olhos e não ver, poder falar,
falar, e nada (ou não) compreender?

É por escutar, ver e falar
sem compreender verdadeiramente,
que nos limitamos, ignoramos
e nos entregamos à promiscuidade*
e volatilidade do mundo
– no modo de ser e estar, viver e agir –,
que nos perdemos de nós mesmos
e do sentido mais fundamental da existência,
embotando o coração
e limitando a consciência ao “bel prazer” da ‘voga’,
da conveniência, do interesse, etc.

Fruto de nossa permissão!
Tudo isto porque permitimos!

E esta permissão, como diz o ArqueiroHur**,
vai crescendo como uma bola de neve,
ocorrendo pelas nossas posturas diárias,
que são calcadas nesta ignorância, na ganância
(desejos, quereres, caprichos, sonhos...);
na presunção
(carência, soberba, prepotência...);
na soberba ‘do tudo poder’ e ser imune...”.

Alguém há de retrucar:
mas eu escuto, vejo, falo, compreendo
e sou consciente dos meus atos!
Certamente!
Mas, dentro de qual padrão escutas, vês,
falas e compreendes?
Ou, perguntando de outra forma:
o que é que escutas, vês, falas e compreendes?
O que está por trás, movendo esses atos?
Sabes, ou imaginas saber? 

São perguntas que devem ser feitas o tempo inteiro,
como forma e condição de revisão e reparo!

E é necessário buscar a resposta
no mais fundo de si, para saber, efetivamente,
escutar, ver e falar.
Para compreender
e assumir o compromisso para consigo,
de libertar o coração dos grilhões
que lhe é imposto através das permissões.
Para expandir a consciência
no sentido de uma vida digna, íntegra e simples,
dirigida pelo Amor
e condizente com a Vontade Divina  
– Vontade que a Criação evidencia e revela,
que o coração da a conhecer...

Usee


NOTAS:
Promiscuidade” aqui tem a ver com a confusão e desordem a que submetemos nossa vida, pelas atitudes que tomamos. Posturas, escolhas, comportamentos..., que ilude e anarquiza nossa existência diante da Ordem Divina.
** ArqueiroHur. Permissões. http://arqueirohur.blogspot.com.br. Postado em:17.07.2013.

http://luzsobremeuser.blogspot.com.br/