INFORME

Muitos devem estar se perguntando a razão de não ter havido aqui, nenhuma mensagem ou texto sobre a situação que a humanidade está vivenciando.

Muito simples: tudo o que foi aqui exposto e proposto, foi para que pudéssemos ter a condição e o equilíbrio de transpor, em comunhão com o Universo Evolutivo, toda e qualquer situação/momento. Sem se ater ou embrenhar por algum ponto e, voltados sempre para o TODO.

O que está chamando muito a atenção e incomodando mais(para muitos), é o fato desta situação estar atingindo a toda humanidade e somente a ela (com seus parentes, vizinhos, amigos, conhecidos, conterrâneos, parceiros, enfim...), independente da classe social, da cor, do credo e da localização geográfica.

Mas, a fome (nos quatro cantos do planeta), a violência e assassinatos diários, as guerras, os extermínios de animais inocentes, as agressões às florestas, aos oceanos, ao solo e ao ar (a toda Mãe Terra), sempre estiveram presentes no cotidiano humano. E, estas barbáries (matanças) se mantiveram sendo ignoradas ou mantidas em segundo plano pela grande maioria de nós; mesmo elas não diferindo em nada ao que a humanidade está experimentando, em termos de massacre/mortes. Então, por qual razão tudo agora deve ser voltado a este ponto específico?

Assim, tecer qualquer comentário sobre esta situação (de onde veio e para onde irá...; a cura surgirá como... e etc..), será negar a tudo o que aqui foi transmitido, caindo no campo da especulação e alimentando à ilusão/sombra.

No mais, cuidem da sua energia/vibração (atentando aos pensamentos e atitudes), como estão sendo orientados a cuidar da higiene pessoal.

Que o Poder e a Ordem Divina se façam presentes em nosso caminhar.

ArqueiroHur


sexta-feira, 29 de julho de 2016

Devo desistir?



Postagem original, em 13.02.3012

Devo desistir?

Devo desistir a cada percalço, a cada contrariedade ou pedra no caminho?...


Se eu possuir a consciência da Evolução, o entendimento de que a Evolução é o propósito Universal e se dá em cada canto, em cada espécie ou planeta, em cada galáxia... 
Tendo a clareza de que Evoluir é o objetivo da Criação, 
ainda devo pensar em desistir; 
sabendo assim, que o que irei fazer, desistindo, 
é somente adiar, ter de passar por tudo de novo, 
repetindo o mesmo estágio, estando (indo) onde estiver?...




Não é fraqueza ter falhado!... 
Fraqueza é não ter humildade, para levantar e seguir.


A “falha” é uma das formas de aprendizado. 
Tentativa e erro... Tentativa e erro... Tentativa e erro!...


É assim que se aprende a andar, esqueceu?!...



... Se já “me vi” sozinho?... 
Ah! Nem sei por quantas vezes... E pensei sim, em desistir...


Porém recordo-me, que sempre nestas ocasiões, o Universo, 
a Criação me fez “sentir” o seu amparo, a sua companhia. 
Fosse pela presença de um animal, 
através do sorriso de uma criança/bebe, 
por alguém que precisasse de um remédio ou orientação, 
por um sinal... 




Enfim, a Criação sempre me mostrou a Luz da manhã. 
O recomeçar da vida em cada “novo” segundo, instante!   


Não tenho “vergonha” destes meus momentos de fraqueza, 
pois sem eles, não teria dado valor ao amparo da Criação, 
ao seu AMOR!... 
Não os teria “sentido” e não teria crescido.




Cair e levantar faz parte... 
É caindo levantando que se vai (vamos) encontrar o “eixo” 
que dá o equilíbrio e permite caminhar!...


Assim, meus queridos (as), somos como uma criança aprendendo a andar no caminho da LUZ... 
E “desistir”, é negar este amparo e AMOR  da Criação.




Que a Sabedoria Divina banhe sua alma e personalidade.
ArqueiroHur




quinta-feira, 28 de julho de 2016

Nossos movimentos interiores...




Foto: Aleh
Postagem original aqui, em 07.10.2012

Nossos movimentos interiores...
Que sentido (direção) tomam nossas atitudes ou ações?
De qual vibração origina e que vibração produz
(do que resulta e o que provoca ou gera)?
Sabemos?

Constitui um ato de observação
e atenção interior (consciência) 
identificá-las.

Nossos movimentos interiores,
 'se frutíferos" – nos fazem 'crescer'
(generosidade, solidariedade, amorosidade...)
'se estéreis' – nos deixam/mantêm na ignorância
(arrogância, interesse, egoísmo...)

Então, uma vez reconhecidos,
podem ser conscientemente irradiados
ou reparados e revistos.

Esta é uma “condição necessária”
para dirigir nossas atitudes e/ou ações.

Usee




Atenção não é concentração - J. Krishnamurti

Postagem original, em 18.03.2014 



Atenção não é concentração - J. Krishnamurti 

Atenção não é concentração.
Quando você se concentra, como a maioria das pessoas tenta fazer
- o que acontece quando você está se concentrando?

Você está se isolando, resistindo, afastando todo pensamento,
exceto aquele determinado pensamento, aquela determinada ação.
Assim, sua concentração gera resistência,
e, portanto a concentração não traz liberdade.

Por favor, isto é muito simples se você observar a si mesmo.

Mas desde que você esteja atento,
atento a tudo o que está acontecendo com você, atento à sujeira,
à imundície da rua, atento ao ônibus que está sujo,
atento a suas palavras, seus gestos,
à maneira como você fala com seu chefe,
à maneira como você fala com seus funcionários,
seu superior, seu subalterno,
o respeito, a insensibilidade com aqueles que estão abaixo de você,
as palavras, as ideias
- se você estiver atento a tudo isso, não corrigindo,
então nessa atenção você pode conhecer um tipo diferente de concentração.

Você estará então cônscio da paisagem, do barulho das pessoas,
pessoas conversando ali no telhado,
você tentando abafa-las, pedindo a elas para não falarem, virando sua cabeça;
você estará cônscio das diversas cores, as roupas
e mesmo assim a concentração continua.

Esse tipo de concentração não é exclusivo, nela não há esforço.
Ao passo que a mera concentração exige esforço. 

- J. Krishnamurti ,The Collected Works vol XV, p 321-



Nota do Arqueiro: A "meditação" é muito praticada, erroneamente, pela atitude da concentração,
fixando-se num ponto/questão. Situação em que "nos encerramos" nela, fechando a porta para a solução pela LUZ. 
E mais, "o esvaziamento da mente" não pode ser uma coisa forçada ou mesmo manipulada por qualquer técnica ou pessoa. 
Ela deve ocorrer de forma natural, pelo entendimento deste silêncio.  

A LUZ observa, percebe e RESPEITA ao Todo e à Vontade Divina (sua ATENÇÃO está nisto, no TODO); ofertando soluções que visam ao crescimento/consciência, 
e de acordo com a Justiça Divina e Sua Igualdade.
E não ao agrado das nossas vontades.



segunda-feira, 25 de julho de 2016

Enganamo-nos ou nos iludimos?


                                                           Google imagem              
                          Postagem original aqui, em, 17.04.2012     





Enganamo-nos ou nos iludimos?

Na origem dos nossos enganos estão nossos interesses.
Mas, obviamente o negamos...

Convém pensar: quando é que nos sentimos enganados
ou sentimos que equivocamos em relação a algo,
alguém, a uma situação ou condição esperada?

Quando desejamos ou queremos, quando planejamos,
traçamos objetivos, esperamos delas,
é pelo interesse que isto acontece...

Não?

Analise o fundo de um engano qualquer!
Por que julgamos que nos enganamos?
Por qual motivo o engano ocorreu?

Façamos o caminho de volta, partido do engano,
atentos a cada aspecto do caminho... 
A conclusão certamente vai nos remeter
a uma perspectiva não atendida
(algo esperado não aconteceu
ou não saiu como o esperado),
e isto está ligado a um interesse
(seja ele qual for!)... 
O não atendimento desse interesse
gerou nossa frustração, nos desestabilizou,
por isso o reconhecemos como “engano”.

É fato que isto acontece! 
No entanto, raramente nos serve de exemplo
ou aprendizado,
pouco ou quase nunca nos leva a refletir,
pelo contrário,
no decorrer da nossa vida vamos nos enganando
e reconhecendo o engano,
sem sair deste do circulo vicioso...

O engano decorre mais concretamente
da(s) ilusões que nos damos,
ilusões a que submetemos nosso Ser,
pelo distanciamento que tomamos dele.

Costumamos “nos reconhecer”
pelo conjunto de impressões que temos de nós mesmo
ou pelo efeito dessas sobre os outros.
Nosso “ego” é a forma mais óbvia desse reconhecimento...
E este, longe de nos levar ao reconhecimento do nosso Ser
(longe de nos fazer voltar para nós mesmos),
aparta-nos dele.

É aí que experimentamos o engano de forma mais concreta:
vivemos a ilusão de “ser” o que não somos...
O pano de fundo desta ilusão? 
Nossos interesses!
                                                    Usee