INFORME

Muitos devem estar se perguntando a razão de não ter havido aqui, nenhuma mensagem ou texto sobre a situação que a humanidade está vivenciando.

Muito simples: tudo o que foi aqui exposto e proposto, foi para que pudéssemos ter a condição e o equilíbrio de transpor, em comunhão com o Universo Evolutivo, toda e qualquer situação/momento. Sem se ater ou embrenhar por algum ponto e, voltados sempre para o TODO.

O que está chamando muito a atenção e incomodando mais(para muitos), é o fato desta situação estar atingindo a toda humanidade e somente a ela (com seus parentes, vizinhos, amigos, conhecidos, conterrâneos, parceiros, enfim...), independente da classe social, da cor, do credo e da localização geográfica.

Mas, a fome (nos quatro cantos do planeta), a violência e assassinatos diários, as guerras, os extermínios de animais inocentes, as agressões às florestas, aos oceanos, ao solo e ao ar (a toda Mãe Terra), sempre estiveram presentes no cotidiano humano. E, estas barbáries (matanças) se mantiveram sendo ignoradas ou mantidas em segundo plano pela grande maioria de nós; mesmo elas não diferindo em nada ao que a humanidade está experimentando, em termos de massacre/mortes. Então, por qual razão tudo agora deve ser voltado a este ponto específico?

Assim, tecer qualquer comentário sobre esta situação (de onde veio e para onde irá...; a cura surgirá como... e etc..), será negar a tudo o que aqui foi transmitido, caindo no campo da especulação e alimentando à ilusão/sombra.

No mais, cuidem da sua energia/vibração (atentando aos pensamentos e atitudes), como estão sendo orientados a cuidar da higiene pessoal.

Que o Poder e a Ordem Divina se façam presentes em nosso caminhar.

ArqueiroHur


domingo, 16 de outubro de 2016

Pequenos Pensamentos - LVI




             O ser que tem atitudes conscientes,
             não se sente ferido pelas "reações".
             Elas lhe eram sabidas e até esperadas...


             Já os que agem por impulso, pela emoção,
             não percebem as "reações" 
             como cria das suas próprias ações.
                                                                                ArqueiroHur





O paradoxo da "sinceridade"






Postagem original aqui, em 17.06.2012
                                                                             Imagem Google




O paradoxo da "sinceridade"


Porque será que somos demasiados sensíveis 
ante a tão desejada “sinceridade”?

Esperamos dos outros em relação a nós;
Afirmamos sê-lo em relação aos outros,
No entanto, sabemos,
nos portamos “a dedos” ou melindramos,
Num caso e noutro

Aqui reside o paradoxo da “sinceridade”:

Na perspectiva do EGO
“supomos ser”
“Como” e “o que”
No fundo não somos;
Ou que somos superficialmente.  
E quando, justamente aí,
onde esperamos ser “reconhecidos”,
somos contraditos, reagimos...

Esquecemo-nos que a sinceridade é, em si, sincera
Que uma vez exercida, produz Verdade,
manifesta e reflete a Verdade.
Por isso se contrapõe à perspectiva do ego...

Usee
http://luzsobremeuser.blogspot.com.br/2012/06/paradoxo-da-sinceridade.html


sábado, 15 de outubro de 2016

Os caminhos de nossa Mente.




Google Imagem


Os caminhos de nossa Mente.

UM EXEMPLO: Por três vezes (Talvez para crer! Rss...), estive envolvida em situações de conflito com colegas, em meu ambiente de trabalho. Quando isto ocorreu (na primeira e segunda vez), uma vez em casa, começava a sentir meu corpo diferente, pesado, a sentir incômodos físicos (calafrios, dor até) e emocionais, a sentir a mente retraída, “martelando” pensamentos raivosos e de indignação, pois me considerava com a razão. Então, me fechava em meu quarto, e como vítima deixava correr solta essa coisa. No dia seguinte, depois de saturar (de cabeça fria), começava a melhorar, ainda que continuasse a remoer por dias certos pensamentos e sentimentos (que vinham sem que eu conseguisse barrar). 
Na terceira vez, procurei observar como e porque havia me deixado contaminar, não pelos outros, mas por mim mesma, por dar espaço ao que minha mente produzia e alimentar isto, diante de uma situação de conflito ou de uma expectativa frustrada. Observei que a própria situação de conflito e expectativa não tinha outra origem senão em mim, na abertura que eu dava para que aquilo ocorresse... E o efeito dessa observação foi a “gota d’Água” para que meu corpo e emocional não se abatesse como das primeiras vezes... 

Então pude entender...

Se nos colocarmos na condição de observadores de nós mesmos, dos nossos processos mentais (diante dos conflitos externos e internos), veremos que somos os únicos responsáveis pela saúde ou pela doença que nosso corpo e mente gozam ou padecem. Além de compreender, como se formam em nós o conhecimento, as opiniões, as crenças, conceitos, dogmas, valores etc. (Esse último, mote para outro escrito).

Observe-se! Observe sua mente e pensamentos por um momento! Observe o que são aí produzidos! E observe suas reações!

A grandessíssima parte dos pensamentos que nossa mente produz é negativa (são depreciativos, tristes, rancorosos, cármicos, produzem o ódio, o medo, potencializa a violência...), e pouca parte é positiva (de alegria, amorosidade, etc.).

(Risos). A experiência de auto-observação pode produzir em nós a necessidade vital de silenciar os pensamentos negativos, e dar vida aos positivos... (que maravilha isto!). Me pego muitas vezes neste esforço! E chego a rir de mim...

Mas, para opor à involuntariedade da mente seria preciso substituir ou suprimir os pensamentos negativos, e seria preciso um afastamento completo de tudo que a estimula, 'o que é impossível, uma vez que estamos no mundo, suscetíveis de sermos atingidos'...(Sério que penso assim?? Ooooh!! Mas que desculpa genial para continuar a não me observar!).

(Tenho pra mim que só uma mente completamente iluminada chega a este estágio, da mais completa consciência da mente, do que ela é, de suas ações, de seus caminhos, etc.).

Bom, podemos fazê-lo por alguns segundos (afastar-nos voluntariamente de tudo que estimula nossa mente e afastar ou substituir os pensamentos negativos). E podemos repetir muitas vezes esses poucos segundos, através da prática do silêncio, e do concomitante exercício de respiração e inspiração (Meditação). Experimente! E veja o que acontece! (sobre isso falarei noutro momento).

(Quiçá, de tanto praticar, manteremos nossa mente iluminada, consciente do que ou quem, ela é..., do que e como age e reage).

O fato a considerar imediatamente é que os nossos processos mentais podem produzir danos seríssimos ao nosso corpo mental e físico, vindo a incidir nos demais corpos (emocional, etérico, espiritual); como em cadeia. E nós somos os únicos responsáveis por esse processo, estado e consequências, uma vez que deixamos de observar a origem de cada pensamento que a mente produz (a fim de saná-lo, repará-lo ou deixa-lo ir, com a mesma liberdade que chegou).

Sim! Somos os responsáveis por todos os estados que se instalam em nossos corpos, quer de saúde, quer de doença, quer de tristeza, quer de alegria, quer de ignorância, quer de consciência! (Permito com satisfação que me contrariem quanto a isto!).

Neste sentido, “a consciência examinando a si mesma”, é a condição para uma vida emocional, física e espiritual saudável...

E partindo do Princípio de que somos parte de um Todo, e que encerramos em nós esse Todo; na Unidade, cabe-nos a tarefa de estar conscientes dos caminhos de nossa mente (de nossos processos mentais), bem como de assumirmos a responsabilidade por estes.

Este é o entendimento a que cheguei, auxiliada por muitos irmãos, de todos os reinos, direta ou indiretamente, sobretudo em situações limites..., de muito aprendizado.



Usee

sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Observação direta - J. Krishnamurti

Postagem original, em 12.07.2014



Observação direta

Por que as ideias se enraízam em nossas mentes?

Por que os fatos não se tornam importantíssimos,
não as ideias?

Por que as teorias, ideias, se tornam tão mais significativas do que o fato?

É que não podemos compreender o fato,
ou não temos a capacidade,
ou temos medo de encarar o fato?

Assim, ideias, especulações, teorias são meios de fugir do fato.

Você pode fugir, pode fazer todos os tipos de coisas;
os fatos estão aí:
o fato de que a pessoa é irada, 
o fato de que a pessoa é ambiciosa,
o fato de que é sexual, dezenas de coisas.
Você pode suprimi-los, pode transmutá-los, que é outra forma de supressão;
você pode controlá-los, mas eles são todos suprimidos, controlados, disciplinados com ideias.

As ideias não desgastam nossa energia?
As ideias não entorpecem a mente?

Você pode ser inteligente em especulação, citações;
mas, obviamente, é uma mente estúpida que cita,
que leu um bocado e cita.

Você remove o conflito do oposto com um golpe 
se viver com o fato e, assim, 
liberar a energia para enfrentar o fato.

Para a maioria de nós, a contradição é um campo em que a mente fica presa.
Eu quero fazer isto, e faço uma coisa inteiramente diferente,
mas se enfrento o fato de querer fazer isto, não há contradição;
e, portanto, com um golpe eu anulo todo o sentido de oposto totalmente,
e minha mente fica completamente participante no que é,
e na compreensão de o que é.

-J. Krishnamurti, The Book of Life-

http://www.jkrishnamurti.org/pt/krishnamurti-teachings/view-daily-quote/20140709.php?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+JKOnline_DailyQuotes_PT+%28JKOnline+RSS+PT%29