nem de obter a compreensão, o respeito e ou o “amor” alheio.
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INFORME
Muitos devem estar se perguntando a razão de não ter havido aqui, nenhuma mensagem ou texto sobre a situação que a humanidade está vivenciando.
Muito simples: tudo o que foi aqui exposto e proposto, foi para que pudéssemos ter a condição e o equilíbrio de transpor, em comunhão com o Universo Evolutivo, toda e qualquer situação/momento. Sem se ater ou embrenhar por algum ponto e, voltados sempre para o TODO.
O que está chamando muito a atenção e incomodando mais(para muitos), é o fato desta situação estar atingindo a toda humanidade e somente a ela (com seus parentes, vizinhos, amigos, conhecidos, conterrâneos, parceiros, enfim...), independente da classe social, da cor, do credo e da localização geográfica.
Mas, a fome (nos quatro cantos do planeta), a violência e assassinatos diários, as guerras, os extermínios de animais inocentes, as agressões às florestas, aos oceanos, ao solo e ao ar (a toda Mãe Terra), sempre estiveram presentes no cotidiano humano. E, estas barbáries (matanças) se mantiveram sendo ignoradas ou mantidas em segundo plano pela grande maioria de nós; mesmo elas não diferindo em nada ao que a humanidade está experimentando, em termos de massacre/mortes. Então, por qual razão tudo agora deve ser voltado a este ponto específico?
Assim, tecer qualquer comentário sobre esta situação (de onde veio e para onde irá...; a cura surgirá como... e etc..), será negar a tudo o que aqui foi transmitido, caindo no campo da especulação e alimentando à ilusão/sombra.
No mais, cuidem da sua energia/vibração (atentando aos pensamentos e atitudes), como estão sendo orientados a cuidar da higiene pessoal.
Que o Poder e a Ordem Divina se façam presentes em nosso caminhar.
ArqueiroHur
segunda-feira, 7 de novembro de 2016
O ganhar é perder
nem de obter a compreensão, o respeito e ou o “amor” alheio.
domingo, 6 de novembro de 2016
Os caprichos humanos
sua curiosidade ou a sua cupidez.
-Omraam Mikhaël Aïvanhov-
"um grande prato" de desrespeito ao TODO e à Criação.
A CORAGEM em dois momentos e sob o mesmo fim
Muitos vivem se justificando, dizendo que lhes falta coragem para promover qualquer mudança em seus hábitos, para praticar a Verdade que existe e se aponta em si, para se reconhecer...
Mas, será mesmo que “a falta” é de coragem?...
(é inerente a todo “animal”, nasce com ele, assim ele “defende” a si mesmo e a suas crias e busca seu alimento),
sendo a questão exata a ser observada é “onde e quando”, em que propósito ela é aplicada, para qual fim...
Será mesmo?...
Faça um pequeno esforço e se lembre de algumas situações...
Nem “olhou de esguelha” para a prova de um colega, procurando “aquela resposta” que você não sabia, daquela matéria que você "não gostava muito"?...
Ah! Já sei, nestes momentos em que “escondeu algo”, dissimulou ou omitiu os acontecimentos você “tinha” de agir assim, né?!...
Você teve seus “motivos”, aqueles interesses só seus...
E afinal, eram “coisas pequenas”, sem importância...
O quanto que algumas situações “cresceram”, pois, foram “meio que percebidas” por outros?...
Em todos estes momentos, os seus atos foram de coragem, pois, você lá no seu íntimo, sabia que estava contrariando algo ou alguém...
Coragem na sua efetuação, como também na sua manutenção!
O que levaria a condição e conclusão de você perceber que a coragem existe dentro de você e que ela só foi aplicada, nas questões do seu interesse.
Eu “sou” eu quando tenho coragem. Eu “estou” quando tenho coragem. Eu “faço” quando tenho coragem.
Trocadilho ou não, é assim mesmo!
Porque é arriscado estar “aberto” diante dos outros.
É exposição demasiada assumir-nos, ali, onde somos mais frágeis:
no nosso medo de ser.
Escondemos nosso ser por trás da inverdade e rolamos a bola de neve indefinidamente. Ser verdadeiro pesa, sinceridade pesa, frontalidade pesa.
Temos medo do quê, para ser verdadeiramente o que é preciso ser; para sermos verdadeiros?
“Viver é arriscado”.
Mas é um risco a se correr com bravura, dia após dia, até que não nos caiba mais fazê-lo.
É difícil estar aqui, diante da existência, diante do outro?
Claro!
Mas como passar pela vida sozinhos?
Em função do que ou de quem fazemos o que temos ou precisamos fazer, agimos como é preciso e temos que agir?
E esta implica risco, perigo, medo, obstáculo.
Implica também (virtudes) bravura, determinação, superação.
A força que nos pode impulsionar, e que impulsiona, a bravura, determinação e superação só nós podemos ter (e é uma questão de ser – ou não ser).
Mas não!
Deixamos incidir e ser determinante sobre nós o externo (risco, perigo, medo, obstáculo).
É por isso que nos escondemos (de nós mesmos e dos outros), evitamos (ser e estar) fazer, agir, e fugimos.
Afinal, é mais fácil fugir.





