INFORME

Muitos devem estar se perguntando a razão de não ter havido aqui, nenhuma mensagem ou texto sobre a situação que a humanidade está vivenciando.

Muito simples: tudo o que foi aqui exposto e proposto, foi para que pudéssemos ter a condição e o equilíbrio de transpor, em comunhão com o Universo Evolutivo, toda e qualquer situação/momento. Sem se ater ou embrenhar por algum ponto e, voltados sempre para o TODO.

O que está chamando muito a atenção e incomodando mais(para muitos), é o fato desta situação estar atingindo a toda humanidade e somente a ela (com seus parentes, vizinhos, amigos, conhecidos, conterrâneos, parceiros, enfim...), independente da classe social, da cor, do credo e da localização geográfica.

Mas, a fome (nos quatro cantos do planeta), a violência e assassinatos diários, as guerras, os extermínios de animais inocentes, as agressões às florestas, aos oceanos, ao solo e ao ar (a toda Mãe Terra), sempre estiveram presentes no cotidiano humano. E, estas barbáries (matanças) se mantiveram sendo ignoradas ou mantidas em segundo plano pela grande maioria de nós; mesmo elas não diferindo em nada ao que a humanidade está experimentando, em termos de massacre/mortes. Então, por qual razão tudo agora deve ser voltado a este ponto específico?

Assim, tecer qualquer comentário sobre esta situação (de onde veio e para onde irá...; a cura surgirá como... e etc..), será negar a tudo o que aqui foi transmitido, caindo no campo da especulação e alimentando à ilusão/sombra.

No mais, cuidem da sua energia/vibração (atentando aos pensamentos e atitudes), como estão sendo orientados a cuidar da higiene pessoal.

Que o Poder e a Ordem Divina se façam presentes em nosso caminhar.

ArqueiroHur


quarta-feira, 14 de novembro de 2018

Questione, para não se corromper! – II – os disfarces para a oposição.

Postagem original, em 22.02.2014


Questione, para não se corromper! – II –
os disfarces para a oposição.

Observando este entendimento: 

"O espírito crítico é essencial.
O questionamento é correto,
mas nós fomos treinados para não questionar, para não criticar,
fomos cuidadosamente treinados para nos opormos.

Por exemplo,
se eu disser algo que não vão gostar 
– como o farei, espero –
naturalmente começarão a opor-se,
porque a oposição é mais fácil do que descobrir
se o que digo tem algum valor.

Se descobrirem que o que eu digo tem valor, 
então há ação,
e por isso terão que alterar toda a vossa atitude perante a vida.

Por esse motivo, 
como não estamos preparados para fazer isso,
criamos uma hábil técnica de oposição.

Isto é, 
se não gostarem de qualquer coisa que estou a dizer,
apresentam todos os vossos preconceitos profundamente enraizados
e obstruem-na,
e se eu estiver a dizer algo que os possa magoar,
ou que os possa aborrecer emocionalmente,
refugiam-se nestes preconceitos, nestas tradições, 
neste pano de fundo;
e reagem a partir desse pano de fundo,
e a essa reação chamam crítica.

Para mim não é espírito crítico.
É apenas oposição habilidosa, que não tem valor."

-Jiddu Krishnamurti-



Podemos, por este entendimento, perceber que para a manutenção do nosso estado e "controle",
"pintamos o outro" para podermos criar a oposição a ele. 

Cabe a cada um, individualmente, observar estas ações e reações 
no seu caminhar/cotidiano
e revê-las
ou mantê-las "escondidas", disfarçadas na não concordância.
ArqueiroHur




O equilíbrio das emoções não quer dizer que deves anula-la.

Postagem original, em 30.05.2013


O equilíbrio das emoções não quer dizer que deves anula-la.


A constituição existente com os corpos:
físico, etérico, emocional, mental e alma
não irá deixar de existir neste  plano.

Mesmo com a mudança de consciência individual
e a unificação destes corpos com a consciência superior (SER).

Esta constituição faz parte das Leis da Criação para esta dimensão
e não pode ser modificada,
senão pela própria Criação, pela Sua Vontade.

Portanto, é preciso cuidado!
Não se deve criar ilusões,
achando que o emocional ou o mental
irão desaparecer ou devam serem anulados.

E sim buscar reaprender, 
"desencaixando peças sem sentido
e colocando as certas no lugar".

É necessário o rever constante
sobre cada situação e reação,
não se culpando (ou buscando culpados)
por ainda se ter “recaídas”
pelos conceitos ou pelas emoções.

O equilíbrio das emoções
não quer dizer que deves anula-la,
mas com compreensão e respeito senti-la.
Os exageros é que devem ser "podados".
Todo excesso demonstra o radicalismo
pela prisão dos conceitos 
ou ressalta as carências, os desejos.

Toda situação deve servir para que saibas discernir
e separar,
percebendo as vibrações.
Para que aprendas a corrigir os auto-enganos
e poder caminhar  na  e com a Ordem Divina.

O sentir lhe aponta o caminho,
por isso observar e entender o que os sentimentos 
(seus ou dos outros)
estão querendo lhe ensinar,
é devido e importante  
para saber auxiliar e receber auxilio.


Mentor da Irmandade de Luz.

Por Luz da Alma




quarta-feira, 7 de novembro de 2018

Pequenos Pensamentos - LXXV





Postagem original, em 23.10.2011




               Não queira compreender a LUZ
               (suas ações)
pelos seus 'conhecimentos' e conceitos,
               pois, não poderá!

               A LUZ Verdadeira, do Coração, 
               não se "pega", não se traduz.
               Não se conceitua, nem se manipula!

               Somente "se sente", se É.

               O que deve ser compreendido
               é o caminho a ser trilhado:
               da entrega, da determinação,
               do rever-se..., aceitando suas Leis.

               Assim, mantendo-se "atrelado" as Leis,
               praticando-as!
               "Estando" e SENDO a LUZ,
               pelas ações e atitudes,
               a compreensão virá até você.
                                                                          ArqueiroHur





sábado, 3 de novembro de 2018

Reconhecimento?

Postagem original, em 05.02.2013




Reconhecimento?

Não há o REVER sem o reconhecimento,
porém há o reconhecimento sem o REVER.

Reconhecer, por si só, isoladamente, 
não é sinal  de “caminhar”, de crescimento
ou da busca do SER.

- Quantos “reconhecem” e nada fazem
ou "se revoltam consigo mesmo" pelo que perceberam em si,
dizendo/argumentando/justificando:
“- Sou assim mesmo!... Tenho ego!...”?
Fazendo de tudo para mantê-las escondidas, 
como inexistentes em si, "apontando-as" nos outros.


- Quantos outros reconhecem certas características,
percebendo-as diferentes ou ausentes nos outros
e se valem delas,
fazendo deste “reconhecimento”
um instrumento para a manipulação alheia? ...


Uns tantos, “reconhecem pela comparação”,
alimentando a inveja, o despeito, a inferioridade,
a dependência e ou a idolatria.
Fomentando, em paralelo, o julgamento
(sobre si mesmo e os outros).


Todos seguindo aos preceitos da formatação que deturpou, alterou
o princípio evolutivo do reconhecimento.
Princípio este que não leva à adulação, ao engrandecimento
ou a depreciação;
mas que possui como premissa a apuração das atitudes,
para o refinamento, elevação da vibração/consciência
em que se encontra.

Ou seja:
o reconhecimento é um dos pilares de sustentação
do caminho evolutivo.
É por ele que o REVER passa e se dá.

Assim, possuímos aqui, 
o “reconhecimento” sob duas óticas/vertentes:
a do processo evolutivo/crescimento
e a do isolamento/conceitos/ego,
cabendo a cada um a escolha de ao que serve/segue/se entrega.

ArqueiroHur