Postagem original, em 05.02.2013
Reconhecimento?
Não há o REVER sem o reconhecimento,
porém há o
reconhecimento sem o REVER.
Reconhecer, por si só, isoladamente,
não é sinal de
“caminhar”, de crescimento
ou da busca do SER.
- Quantos “reconhecem” e nada fazem
ou "se revoltam consigo mesmo" pelo que perceberam em si,
dizendo/argumentando/justificando:
“- Sou assim mesmo!... Tenho ego!...”?
Fazendo de tudo para mantê-las escondidas,
como inexistentes em si, "apontando-as" nos outros.
- Quantos outros reconhecem certas características,
percebendo-as diferentes ou ausentes nos outros
e se valem delas,
fazendo deste “reconhecimento”
um instrumento para a manipulação alheia? ...
Uns tantos, “reconhecem pela comparação”,
alimentando a inveja, o despeito, a inferioridade,
a dependência e ou a idolatria.
Fomentando, em paralelo, o julgamento
(sobre si mesmo e os outros).
Todos seguindo aos preceitos da formatação que deturpou, alterou
o princípio
evolutivo do reconhecimento.
Princípio este que não leva à adulação, ao engrandecimento
ou a depreciação;
mas que possui como premissa a apuração das
atitudes,
para o refinamento, elevação da vibração/consciência
em que se encontra.
Ou seja:
o reconhecimento é um dos pilares de sustentação
do caminho evolutivo.
É por ele que o REVER passa e se dá.
Assim, possuímos aqui,
o “reconhecimento” sob duas óticas/vertentes:
a do processo evolutivo/crescimento
e a do isolamento/conceitos/ego,
cabendo a cada um a escolha de ao que serve/segue/se entrega.
ArqueiroHur