Postagem original, em 09.11.2014
A “bula” do efeito
colateral da benesse
Fomos levados a associar o efeito colateral ou secundário, somente aos “danos” que os
medicamentos alopáticos efetuam em termos físicos (sonolência, retenção de
urina, mau funcionamento do aparelho digestivo -estomago/intestino- enfim...);
mesmo assim, sem também darmos o devido cuidado ou atenção a “este efeito”,
pois a promessa da benesse (cura) é maior. Tanto que continuamos nos valendo da
sua utilização, como dos analgésicos, para “sanarmos” uma série de distúrbios.
É, tendemos sempre a olhar o que no momento é oferecido e nos interessa.
... Mas isto não se restringe aos medicamentos alopáticos
e suas promessas de cura, não!...
Este olhar imediatista e que visa a ‘vantagem’ (lucros e
soluções), se dá em todos os momentos, em cada ato que efetuamos; e também, não
costumamos ter nenhuma atenção ou cuidado sobre ele.
Porém, quando os efeitos
colaterais dos nossos atos aparecem, ficamos indignados e costumamos
maldizê-los.
E isto por quê?
Porquê nos
esquecemos de olhar/ler e seguir a “bula” que a Criação nos ofertou*.
Simplesmente ignoramos a sua existência, em troca do que
podemos vislumbrar/obter de imediato.
E é a esta “troca” que devemos ficar atentos. Não para
julgar, mas sim, para poder a ela evitar e findar com os efeitos colaterais.
Enquanto
caminharmos em busca das benesses, ficaremos sujeitos
tanto aos efeitos
colaterais, como estaremos em constante conflito com a Vontade Divina.
E, devemos nos perguntar:
- Nesta “batalha”, entre o “eu” e a Criação, quem suponho
que tenha as condições de que seja o vencedor?...
- Valerá à pena enfrentar esta batalha?...
ArqueiroHur
*suas
Leis e princípios; e de caminhar em consciência e consonância com Elas.