INFORME

Muitos devem estar se perguntando a razão de não ter havido aqui, nenhuma mensagem ou texto sobre a situação que a humanidade está vivenciando.

Muito simples: tudo o que foi aqui exposto e proposto, foi para que pudéssemos ter a condição e o equilíbrio de transpor, em comunhão com o Universo Evolutivo, toda e qualquer situação/momento. Sem se ater ou embrenhar por algum ponto e, voltados sempre para o TODO.

O que está chamando muito a atenção e incomodando mais(para muitos), é o fato desta situação estar atingindo a toda humanidade e somente a ela (com seus parentes, vizinhos, amigos, conhecidos, conterrâneos, parceiros, enfim...), independente da classe social, da cor, do credo e da localização geográfica.

Mas, a fome (nos quatro cantos do planeta), a violência e assassinatos diários, as guerras, os extermínios de animais inocentes, as agressões às florestas, aos oceanos, ao solo e ao ar (a toda Mãe Terra), sempre estiveram presentes no cotidiano humano. E, estas barbáries (matanças) se mantiveram sendo ignoradas ou mantidas em segundo plano pela grande maioria de nós; mesmo elas não diferindo em nada ao que a humanidade está experimentando, em termos de massacre/mortes. Então, por qual razão tudo agora deve ser voltado a este ponto específico?

Assim, tecer qualquer comentário sobre esta situação (de onde veio e para onde irá...; a cura surgirá como... e etc..), será negar a tudo o que aqui foi transmitido, caindo no campo da especulação e alimentando à ilusão/sombra.

No mais, cuidem da sua energia/vibração (atentando aos pensamentos e atitudes), como estão sendo orientados a cuidar da higiene pessoal.

Que o Poder e a Ordem Divina se façam presentes em nosso caminhar.

ArqueiroHur


sábado, 27 de julho de 2019

As certezas implantadas e ‘um pedido’/súplica



Postagem original, em 05.08.2015




As certezas implantadas e ‘um pedido’/súplica

Ainda outro dia, numa conversa, eu expunha que ‘muitos não vieram para cá, encarnaram na Mãe Terra, apenas para cumprir uma determinada missão, mesmo que seja de auxílio/limpeza de almas e personalidades enfermas e ou recém desencarnadas, em outros  planos’.
Procurava dar o entendimento de que há um compromisso do SER com o Universo Evolutivo e que desta forma, este compromisso era/é muito mais amplo, envolvendo a Mãe Terra e todos os outros reinos e espécies que Ela acolheu sobre seu solo. Não sendo restrito à espécie humana, muito menos ofertado/direcionado somente a alguns do convívio/conhecimento.
E que o Universo promovia ‘encontros entre encarnados’ para que este entendimento pudesse ser percebido, a fim de fortalecer a ‘corrente de LUZ/consciência’ neste plano/dimensão terreno, em nosso dia a dia/comportamento...

Já estamos, ou deveríamos estar cientes de que:
Toda ação gera uma reação,
e, obviamente que não foi diferente neste caso.

Assim, a explanação (tentativa de fornecer o entendimento), gerou neste caso, uma ‘mexida’ no ego/alma, “sendo entendida” pela personalidade que ‘recebia/ouvia’, como um ‘desconforto’, onde foi solicitado:
“- Não me faça chorar!... Não tire minhas certezas, pois são nelas que ainda encontro forças.”

Não cabe, por parte de quem está se entregando ao caminho do rever-se, nenhuma censura, crítica ou julgamento sobre esta reação, mas tão somente procurar obter algum crescimento com ela, seja identificando-a em si mesmo e ou no reconhecimento do nível/estágio do outro, respeitando-o.

Relembrando o orientação de Leonardo:

“...E o que nós podemos fazer?
Aceitar sua escolha? SIM!
Mas concordar com ela, não!
Busquem a minha LUZ,
Leonardo.”
Leonardo da Vinci, por Zé Mauro, em 18 de junho de 2011. 
Pois, há uma distância enorme entre o aceitar e a concordância, já que esta última, leva ao compactuar ou confrontar, enquanto o aceitar parte da premissa da não interferência/liberdade...


Então, vamos dar uma ‘parada’ para tentar observar as nossas próprias reações diante do que contrarie as “certezas que temos implantadas”. 

Será que você ‘gosta’ de tê-las abaladas ou expostas como frágeis, de ‘descobrir’ que ao que se entrega contraria o propósito Divino?...


Por outro lado, será que eu ou qualquer um outro, tem o poder 
de ‘tirá-las de você’?...


A esta pergunta irei responder:
Não!
Ninguém, além de você, pode.

A Verdade se pronuncia, se revela em, de e para você e é você quem decide/escolhe aceita-la e acolhe-la ou não.



Lembrei-me de uma percepção/observação feita por uma pessoa, que já no caminho, teve com relação à Nietzsche. Pois, pelos seus ‘estudos acadêmicos’ e ‘orientação religiosa’, ele revelava-se, era dito e encarado como o ‘anticristo’, pelas suas colocações em seus escritos, como em: “Assim falava Zaratustra”, o que fazia com que ela nem chegasse perto dos seus escritos. Mas que, ao se permitir ao caminho do rever-se, onde sua vibração/sintonia se modificou, dispôs-se a lê-lo e encontrara a Verdade ali também; desmistificando e destruindo a “certeza implantada” em sua personalidade.


Retornando um pouco à ‘reação da conversa’:
- Será que a tentativa de entendimento exposto foi ou é tão agressiva que leve ao choro?...

- Se não o foi/é, o que levou a este sintoma de ‘choro depressivo’?...

Bom, nós já tivemos algumas orientações quanto a isto, em textos como: “Quando a Alma chora”, “Conheça-se para poder se cuidar” e outros. Portanto, podemos entender como sendo fruto do embate entre a Verdade Interior (que é negada) e a “certeza implantada” que é o que se pratica e se segue.


Cabe, a quem procura se entregar ao caminho do rever-se, aceitar o exemplo de Sócrates: “Só sei que nada sei”, incorporando-o, para permitir que a Verdade Interior flua, removendo as ‘certezas implantadas’.

ArqueiroHur    





quarta-feira, 24 de julho de 2019

Pequenos Pensamentos - CVII


Postagem original em 26.11.2011

                                  Lembrando Mario Lago


                                "... Se você fosse sincera
                                ô! ô! ô! ô!... Aurora
                                Veja só que bom que era
                                ô! ô! ô! ô!... Aurora..."


                    Ah!... Sinceridade
                    tu que és irmã 
                    da transparência
                    e da Verdade.
                    Tão clamada por uns
                    e reclamada por tantos
                    onde você se escondeu?


                    HUM... Já sei!
                    
                    Se guardando para o mundo de iguais,
                    né?!
                                                                        ArqueiroHur





sábado, 20 de julho de 2019

Pequenos Pensamentos - CCLXXVI

Postagem original, em 31.07.2014


Quando é o "fim" o principal
(meta, propósito...),
e que dita e rege os passos, as ações
(os "meios"),
é sinal de que o "princípio" está corrompido,
subjugado pelo querer/interesse. 
                             ArqueiroHur



O equilíbrio atua com o necessário, não com o querer.

Postagem original, em 28.05.2012


O equilíbrio atua com o necessário, não com o querer.

Na Criação, revelado e exposto pela natureza,
o equilíbrio atua com a necessidade.
A beleza (cores, desenhos, formas...)
aos nossos olhos,
tem e segue ao propósito da procriação,
alimentação e defesa;
tudo se desenvolve em prol
da continuidade/sobrevivência da espécie.


Ex: estas cores e desenho, embora nos tragam a
“beleza visual”, para Ela, borboleta, possui o
sentido da preservação e sobrevivência,
iludindo e afastando alguns predadores.
E assim é, com "as garras de um tigre ou
de uma formiga cortadeira";
com a “cauda de um pavão”;
com as “formas das flores”, 
que “forçam” aos que buscam o seu néctar 
a espalharem o seu pólen 
desta feita, realizarem a sua fertilização...


É, na natureza não há o
“querer ter isto, aquilo ou mais alguma coisa”.
Se têm ou possui somente
o que é necessário e útil, gerando o equilíbrio.
O que é “belo” ou as “ferramentas”,
estão dentro de um sentido e aplicação,
que é orientado e guiado pelo TODO.
Não pelo capricho, desejo 
ou porque “se quer ter”.

Desta forma o nosso equilíbrio, enquanto humanos,
está e é comprometido, 
pelos princípios e padrões com os quais estamos lidando.

Se buscamos VIVER este momento único e trilharmos o caminho do SER, da Unificação,
temos de estar atentos aos “excessos de objetos e bens que possuímos ou cobiçamos ” 
e nos servem apenas de decoração (aparência),
sem a menor utilidade prática.

Sim! Pois como posso dizer que 
“estou buscando o caminho” e o equilíbrio,
quando nas minhas atitudes e padrões,
sigo e me mantenho “de costas” 
para os princípios e Leis da Criação.

O “ter e possuir” deve estar vinculado 
e respeitar “ao necessário” 
e apontado pelo Universo,
que irá gerar e proporcionar a harmonia
e o equilíbrio energético para a LUZ fluir.
ArqueiroHur